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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Mês dos afectos


Em Fevereiro o tema do meu artigo para a Bigger Magazine* só poderia ser um - S. Valentim, claro. Porém, para mim, visto de um prisma mais abrangente. Algo assim...


S.Valentim é o protagonista do segundo mês do ano. Segundo reza a lenda, o bispo Valentim consagrou-se de forma trágica, ao desobedecer a ordens do imperador, casando em segredo os soldados que partiam para a guerra. A história e o tempo encarregaram-se de embelezar o acontecimento, focando apenas a celebração do amor. 

Assim, Fevereiro está inevitavelmente associado aos namorados, ao romance, enfim, aos afectos. Porém, tenho a impressão de que quanto mais enfâse colocamos na celebração de S.Valentim, menos a sentimos verdadeiramente. Como se de alguma forma, a liberdade de poder vivenciar o amor o fizesse menos interessante, ou desejável. 

Talvez esta seja uma teoria romântica, a de que o amor verdadeiro cresce perante as dificuldades. Foi sem dúvida, usada e explorada pela Literatura até à exaustão, contudo, isso não faz dela menos verdadeira, uma vez que frequentemente a ficção é um reflexo da realidade. Admito, porém, a realidade está a mudar. 

E em que mudou? Pergunta o leitor. Digo mais no artigo, mas entretanto deixo o desafio, devolvendo a pergunta. 

 
 *À venda nos quiosques de Guimarães, Vizela, Braga, Fafe, Famalicão, Sto Tirso e Felgueiras

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

O grand finale da Natureza*



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Apesar do Outono entrar oficialmente em setembro, é a Outubro que associamos a penúltima estação do ano.  Os dias mais pequenos, e a mudança climática, caracterizados pela baixa de temperatura e chuva, “mexem” com a nossa disposição, a ponto de muitas pessoas ficarem realmente deprimidas. 

Isto acontece tão frequentemente que existe, inclusivé, uma desginação em Psiclogia para estes casos: “Depressões de outono”.  Esta especialidade da Medicina explica de forma extensa e lógica o surgimento dos sintomas, característicos  desta depressão sazonal. E trata a doença em conformidade; porém, eu penso que se conseguirmos ver as inúmeras e absolutas belezas que caracterizam esta estação, a nostalgia que sentimos, dará lugar a outras emoções, muito mais positivas. 
Caminhar pela Natureza nesta altura do ano, é como atravessar um longo Museu Vivo, onde a cada passo, encontramos magníficas pinceladas de cor. Admirar obras de arte em mutação pemanente, como se o artista não as considerasse nunca, acabadas.

Por onde as portas entreabertas deixam escapar uma aragem fresca, que nos refresca dos dias quentes  de Verão. E ao contrário dos museus, onde não nos é permtido tocar nos objectos expostos, podemos recolher galhos secos e folhas coloridas, bolotas e castanhas, para decorar a casa ou degustar.

Os aromas intensificam-se, despertando os nossos sentidos para odores que identificamos sem ver, sejam flores silvestres, frutos ou até mesmo o inodoro vento. 

O outono é o tempo em que tudo explode, num arrebatado fogo-de-cores, como se a Natureza tivesse poupado ao longo dos meses, para este grand finale!  E tudo o que temos que fazer é observar, admirar, e permitirmos  que esse esplendor repercuta pela nossa mente, e nos deixe  felizes, apenas porque estamos aqui! 

Do meu artigo publicado na revista Bigger Magazine. À venda nos quiosques de Guimarães, Vizela, Braga, Fafe, Famalicão, Sto Tirso e Felgueiras

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Brincar é assunto sério!



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 Setembro é o mês que conotamos com fim de férias de verão, mas também com início do ano lectivo. As famílias preparam-se para mais um ano de escola; livros que têm que ser adquiridos, comprar roupas e calçado para o Outono, e opções a ponderar sobre as actividades extracurriculares dos filhos. Há toda uma rotina que convém planear e organizar.




O segundo ponto prende-se com a carga horária que estas actividades extracurriculares ocuparão na vida das crianças;

O meu artigo na Bigger Magazine* de Setembro começa assim. E continua versando sobre o dilema das actividades extracurriculares, para concluir que os pais não devem esquecer que as crianças necessitam também de tempo para brincar! 
Porque brincar é extremamente importante; basta fazer uma busca na net para entender quanto. 


*À venda nos quiosques de Guimarães, Vizela, Braga, Fafe, Famalicão, Sto Tirso e Felgueiras