terça-feira, 20 de julho de 2010

Xixi no banho?! Ora essa…


O comum é ensinar a fazer xixi, antes de entrar no banho.  No entanto, neste site: XIXI NO BANHO, dizem que fazer xixi no banho é mais ecológico, e apelam para que as pessoas o passem a fazer.
Dizem eles que isso pouparia 12 litros por duche, que se traduz em centenas de milhares de litros de água, por dia, no mundo inteiro.

Nojice?! Entre no site, e ficará perplexo com as estatísticas. Eu fiquei…
Para mim estas práticas já vêm tarde; de qualquer modo, cá em casa economizamos sempre a água fria do banho.

- E você? (Não, juro que não ia perguntar se faz xixi no banho!)
- Economiza a água do banho? Como?

Até breve!

segunda-feira, 19 de julho de 2010

A blogueira versátil - Claro que sim!

Esse é o nome do selo que recebi da Bianca, e agora que os selos saíram de moda na blogosfera (e o dos Correios também, não é?), eu aceito (espírito de contradição, eu?! Não…!), agradeço e repasso.
E as regras são:

1 - Divulgar quem te deu o selo.
2 - Dizer 9 coisas a teu respeito.
3 - Indicar mais 9 blogueiras para ganhar este selo.

Respondendo:
1. Já disse, não já? Foi a Bianca, uma querida com muito sentido de humor, de quem gosto muito!

2. Nove coisas…ai! Isso é desvendar demasiado. Bom, aqui vai:

1. Estou viciada nas minhas chinelas “Ipanema”, acho-as super confortáveis e lindas!

2. Apesar disso sinto-me "deslocada" ao calçá-las na rua; como se não fosse adequado. Tipo...correr o risco de receber uma multa por isso. Sei lá, da Brigada do estilo!

3. Gosto de pechinchas e as Ipanema foram! Comprei no ClubeFashion, e deixo aqui a dica, como um bombom, para vocês, leitoras queridas, que merecem coisas boas e bonitas!

4. Demorei quase um ano a ler um livro, que recebi no meu aniversário; só porque quem me ofereceu me poderia perguntar se gostei e eu queria ter uma opinião. Pelo tempo que demorei (porque ia lendo outros em paralelo), nem preciso de dizer mais nada, não é?

5. Prefiro viajar de carro pela Europa  (avião é a derradeira opção). Uma verdadeira aventura!

6. Gosto de falar outras línguas, nas férias. Por isso, quando passamos as férias em Portugal nem me parece que estou em férias.

7. Gosto muito de artesanato. Desde pequena que vou todos os anos à Feira do artesanato de Vila do Conde. Também gosto dos doces conventuais que têm lá.

8. Nunca experimentei sushi, porque me faz imensa impressão o peixe cru, mas adoro carpaccio (carne crua)! Incongruências…

9. Só faço as malas para férias, na véspera da partida o que me causa muito stress. E todas as vezes, digo que da próxima farei com mais tempo. Nunca consigo! (Vai ser este ano)

(Dá para perceber que já me sinto imbuída pelo "espírito de férias" ?! Está quase.)

3. Nove blogueiras a quem passo o selo:
Não costumo indicar ninguém, quem quiser faça o favor, porém, desta vez, vou privilegiar as quatro mais recentes blogueiras, para as ficar a conhecer um pouco melhor ( eu tinha que alterar as regras, senão não seria eu!) .
And the nominees are:
Rose
Cora
Sofia
Filipa
Aqui estão elas...tão lindas!
(Gostou do selinho “Fãs das Ipanema” ?  Se é fã, pode levar!  Brincadeirinha...)

Tenha uma óptima semana!

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Bolo chiffon de limão recheado - Para o fim-de-semana



Tirei a receita da Festa de Babette. Confesso que fiz alguma batota; por falta de ingredientes fiz somente metade da receita, porém  foi o suficiente, deu um bolo bem grande. Também me abstive de adicionar cremor tártaro, por não ter, embora saiba que é na farmácia que se compra.
Ah…e substituí uma embalagem de queijo creme, por um pacote de natas, no creme para a cobertura, para que não ficasse tão “estranho” ao paladar das crianças. Muita batota, afinal…
O bolo  é delicioso e a aparência magnífica, aconselho muito. Atenção: esta é a minha adaptação, a original está no blogue que citei.

Ingredientes:
4 ovos
30 ml de óleo vegetal
1 c. de sopa de sumo de limão
1 c. de s. de raspa de limão
40ml de água
½ colher de chá de cremor tártaro ( não pus!)
150 g de açúcar
125 g de farinha com fermento
½ c. de chá de bicarbonato de sódio
½ c. de chá de sal

Recheio e cobertura:
1 embalagens de queijo philadelphia light ( no meu caso pus uma embalagem de queijo e  um pacote de natas)
2 c. de s. de leite
100 gr de açúcar confeiteiro
1/2 colher de café de essência de baunilha
morangos

Como fazer:
Pré-aquecer o forno a 180º.  Untar e enfarinhar a forma. Misturar as gemas, o óleo, o sumo, as raspas de limão e a água. Noutro recipiente, bater as claras com o cremor tártaro em velocidade média até ficar em castelo. Aos poucos, juntar metade do açúcar e continuar a bater até formar picos moles. Noutro recipiente, peneirar a farinha, juntar o restante açúcar, o bicarbonato e o sal. Misturar. Fazer um buraco no centro e despejar a mistura de gemas. Mexer, formando uma pasta. Juntar ¼ das claras batidas e misturar de baixo para cima, energicamente, para dar leveza à massa. Adicionar as claras restantes e misturar delicadamente, sem as quebrar. Colocar a massa na forma e levar ao forno para cozer durante aproximadamente 20-25, ou até o palito sair seco. Arrefecer antes de desenformar.

Cobertura:
Bater na batedeira  as natas até engrossarem. Juntar o queijo-creme delicadamente e o açúcar . Envolver bem.
Abrir o bolo, depois de frio, e rechear com metade deste creme, com os morangos, cortados a gosto.  Com a outra metade cobrir o bolo e decorar com os restantes morangos. Vai ao frigorífico.

Enjoy!
Bom fim de semana!

quarta-feira, 14 de julho de 2010

O 11 de Setembro ambiental


(Imagem aqui)

Não fuja; este não é um texto político! É ambiental, e não é porque você recicla, separa e reutiliza que lhe diz menos respeito. Eu também faço isso e mais ainda. Não é porque vive noutro país, noutro Continente. Eu também, mas tenho consciência de que os problemas ambientais são globais, dizem respeito a todos nós.

Há coisas que não são compreensíveis! Tão incoerentes e loucas, que mesmo com muita boa vontade, não dá para entender!

Em 2009, por esta altura, a comunicação social martirizava-nos diariamente, com a cantilena profética da gripe A, a terrível pandemia que dizimaria milhões, por todo o Mundo. Era mentira! No entanto, vivemos desde 20 de Abril, o maior desastre ambiental de sempre, com a explosão da plataforma Deepwater Horizon, e nos Noticiários o silêncio impera. É verdade!

Sabia que o desastre continua?! Que diariamente jorram entre 80.000 e 100.00 barris de petróleo, para o mar?!  Não, pois não? Também eu ignorava, justamente porque a “notícia” desapareceu dos Noticiários! Pensei, ingenuamente, que a situação tivesse sido controlada. A BP está a utilizar um dispersante de petróleo extremamente toxico, que é inclusivamente proibido na Europa; o engenheiro ambiental Joe Taylor, já avisou que isso matará tudo o que está no mar.

Ora aqui está a prova de que não é enterrando a cabeça que os problemas se solucionam; não é porque o tema do Mundial de Futebol, omnipresente no planeta, tenha “absorvido” o derrame de petróleo no Golfo, que ele parou de jorrar.

Eu acreditei que o governo norte-americano seria o mais empenhado a resolver o problema; eu pensei que a B.P. teria recursos e conhecimentos para o fazer. E não me preocupei mais com isso, confesso. Mas até hoje o desastre ambiental continua, perante a nossa passividade.

Só recentemente os E.U.  aceitaram o auxílio de 12 países, que ofereceram ajuda; porquê? Talvez, porque este é o país que ajuda, não é ajudado, isso seria sinal de fraqueza. Talvez quem sabe, por outra razão qualquer.

Dizem os cientistas que o petróleo estará na Europa em 18 meses. Este derrame trará uma série de nefastas consequências, de uma dimensão nunca antes vista.

Eu posso não entender de política em profundidade. Nem de petróleo. Nem de limpezas de derrames de petróleo. Nem sequer ter ideia do que fazer nesta situação. Do que EU, posso fazer.
A única coisa que eu sei, de facto, é que este é um atentado terrorista contra o ambiente. E a maioria das pessoas nem sequer sabe! O que podemos fazer?
Estou preocupada e quero dividir a preocupação consigo (não precisa de me agradecer! Mas também não me rogue pragas!). Se alguém souber o que fazer, por favor, partilhe.

Leia mais aqui.
E aqui.
And more. 

Actualizações

Contribuições dos leitores:
Bianca com Globo.
Cora com Greenpeace

Até breve!

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Porque o Dr.Google gosta de mim?

( Inaugurando a categoria "futilidades")
Desculpem-me a falta de modéstia mas vou começar a semana com uma dose extra de vaidade.

Eu explico; como muitos, acho super engraçado ver as entradas no meu blogue, pelas pesquisas que as pessoas fazem no Google. Nada de bizarro até à data, porém quando vi uma entrada com “Fernanda” fiquei curiosa! Tive que confirmar por mim mesma, como uma pesquisa no Google com o meu nome, traz as pessoas até aqui.

E traz! Sabem porquê?! Porque simplesmente sou a segunda “Fernanda” que o Dr.Google indica! (A primeira é a Serrano, honra lhe seja feita).

Há uns tempos atrás vi um programa sobre o Google; os especialistas de publicidade e marketing consideram que as  empresas têm que estar colocadas no Google nas três primeiras páginas, idealmente entre os três primeiros citados. Menos do que isso é como se não existissem. Também falaram que as razões dessas colocações do Google são misteriosas, ninguém sabe dos critérios utilizados. E eu agora compreendi!

Pena é que mesmo estando tão bem colocada a empresa não me dê lucro (outro mistério!).

Então vá : vão lá googlar os vossos nomes e vejam se também se podem vangloriar do mesmo!

Ai, ai…sinto-me tão…famosa!

Boa semana!

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Os nossos medos são só nossos


Educar uma criança é como escrever numa folha em branco; muitas vezes com a firmeza da tinta, outras vezes com hesitante lápis de carvão, para poder apagar e reescrever. Muitas vezes, sem escrever sequer, mas deixando expresso através da marca indelével de esferográfica, que escreveu noutro papel. No nosso papel.

Frequentemente nem nos apercebemos que estamos a moldar as crianças à nossa imagem; com os medos, por exemplo, é assim. Com os nossos medos.

Vejo que isso acontece com os amiguinhos dos meus filhos, aqueles que frequentam a nossa casa e vivem amedrontados com o nosso terrível e enormemente monstruoso…gato de 4 meses!

Como eu fui criada numa casa onde havia cão, gato, galinhas, patos, coelhos, rolas e sabe-se lá que mais, os animais domésticos e de estimação para mim sempre fizeram parte integrante do cenário e porque não, dize-lo, até da família.
Isso fez com que eu falasse sobre os animais, aos meus filhos de forma carinhosa e positiva, o que lhes imprimiu um sentimento de receptividade, mesmo não tendo qualquer animal em casa. Muitas vezes tive que lhes conter o ímpeto de se aproximarem e fazerem festas a cães desconhecidos, até que eles entenderam que de facto se deveriam acautelar e manter as distâncias por precaução. Mas olhando para eles observava-lhes aquela expressão de quem faz festinhas de longe, tipo... telepaticamente!
Por isso eles quiseram ter animais de estimação; pediram e insistiram.

Com as crianças que acontece o contrário, que desconfiam dos animais, se retraem e dizem inclusivamente que não gostam deste e daquele animal, acontece o oposto. Estão a reproduzir um pensamento, um comportamento que lhes foi incutido, de forma consciente ou inconsciente, pelo pai ou mãe.

Eu fico sempre muito céptica a respeito de alguém que me diz não gostar de gatos, ou cães. Se me diz que gosta de pássaros em gaiolas, então…nem vou falar!

Não sei, mas parece-me que o Mundo seria muito mais bonito e pacífico se ensinássemos as crianças a gostarem e respeitarem os animais. Além disso, não me parece nada bom, para os nossos filhos, que os condicionemos com os nossos medos.

Então, vamos ter mais cuidado com as impressões que deixamos em folhas brancas, ok?!

Até breve!