sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Receita para o fim-de-semana: Batatas assadas, versão sueca

( Receita daqui )
Esta receita é tão prática, quando deliciosa! Crocantes por fora, macias por dentro. Para acompanhar o que lhe apetecer.

Batatas assadas, versão sueca

Aqueça o forno a 220º. Lave bem a pele das batatas. Cuidadosamente, corte as batatas em fatias finas sem contudo chegar ao fim da batata.
Coloque a quantidade pretendida numa travessa de ir ao forno; regue com azeite, coloque um pouco de manteiga em cima de cada batata, tempere com sal marinho e pimenta moída na hora. 
Leve a assar cerca de 40 minutos, ou até que esteja do seu agrado.
Apesar do aspeto não ser igual ao das batatas da receita original, estavam deliciosas. Sabem que mais? A foto é que ficou uma lástima.

Tenham um ótimo fim-de-semana!

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Ode ao meu maracujazeiro, pelas palavras da poetisa


Quando li o poema que a Maria Guida fez à beringela, gostei tanto, que imediatamente me lembrei de a desafiar a escrever um, aos meus pés de maracujá. Para minha alegria ela aceitou, por isso, a autora do Claridade é hoje minha convidada. 
Agradeço-lhe imenso, ficamos deliciados com uma história tão poeticamente bem captada.

 Sou pé de maracujá, maracujazeiro
Sou Planta empolgada neste poleiro!
Sou invasora, arbustiva e vigorosa
Para o povo, e com razão
Minha flor é a da paixão…
Supera a vermelha rosa…
Curiosos?
Ansiosas por novidades?
Muito bem, cuscas comadres
Minha sebe vos tem seduzido
 Bem oiço…
Mas, faço-me despercebido!

Por que, não me vedes as flores?
A primavera foi-se, meus Amores!
Foram de beleza exótica, perfumadas
Quiçá, vos deixassem inebriadas! 

Pareço um arbusto só?
Enganam-se, tenham lá dó
Estou agarradinho à minha companheira
Uma maracujá, casca fina, tipa porreira
Somos amigos, mas de sangues diferentes
Beijocamos e florescemos contentes 

Para nosso fruto poderdes ver
Polinização é imperativo fazer!

Quando nos juntaram, éramos putos!
Conseguimos dar apenas, dois frutos.
…Ui…
Resmas de curiosos espreitavam, cuscavam
A rede e o muro também nos ralhavam
E os donos!? Mesmo muito desiludidos!
                           Tivemos que lhes dar ouvidos…                              

Virámos projetos astutos
Parecíamos dois malucos…
Pedimos aos donos meninos
Que a brincar nos abanassem
A polinizar ajudassem
E os ventos,
E as abelhas
Se quisessem
…Também chamassem

  Este ano? Admiram-se pela abundância
A dona já nos olha de plena elegância
Espreita da cozinha e sorri-nos de contente
E, no seu olhar, é só mimos minha gente

Só cá pra nós…
Ela di-lo de viva voz:

- Viva a privacidade do lado
  Viva este alegre combinado
  O verde e a frescura, neste verão
  E os frutos que eles nos dão!?


Estes elogios fortificam a nossa união…!!!

Hum…resta-nos ainda dizer…

Nossa mãe é tropical é americana
Imigrámos, porque temos muita fama
Somos um calmante puro, natural
Por aqui, não há fruto igual
Temos cálcio, fósforo e vitamina
Que o diga, a nossa dona menina!
Não façamos disto querela!
Mas outras frutas, não são com ela…
Nosso suco, nossa mucilagem
Mostra-lhe bem a nossa imagem
                                     Aprecia o sabor, perfumado e agridoce                                     
Quem diria que assim não fosse!?

 Nosso pé !...tem o prazer, tem a delícia
O manifesto, da entendedora Letícia!

Se quiserdes acalmar, fortificar e ter uma vista bela
Plantai, filhos nossos, ao alcance da vossa janela…

 Maria Guida Rodrigues

Até breve!

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Dez atitudes em comum de quem venceu o cancro

 (Imagem daqui )
Acho que todos conhecemos alguém próximo de nós, que tem ou teve esta doença tão assustadora. A mim acontece-me hesitar muito se devo ou não falar sobre o assunto; e se não me disserem nada, também nada digo. Mas quero que saibam que me importo e me preocupo. Por isso, tenho algumas atenções, para demonstrar o meu interesse. Como por exemplo, reencaminhar mensagens  que sejam inspiradoras, e incutam animo e esperança. É o caso deste artigo, da autoria de Lissa Rankin.

Seja assumidamente VOCÊ. Pessoas que sobrevivem ao cancro tornam-se mal-humoradas; elas andam carecas em shoppings e reviram os olhos, se as pessoas as escrutinam. Elas dizem o que pensam. Elas riem com frequência. Elas não dão desculpas. 

2º Não ature tretas das pessoas. Pessoas que sobrevivem ao cancro deixam de tentar agradar a todos; deixam de se preocupar com o que as pessoas pensam. Se você corre o risco de  morrer dentro de um ano ( e todos nós também!), que interessa  andar por aí a passar graxa ao chefe, ou à tia solteirona?!

Aprenda a dizer "não". Pessoas que sobrevivem ao  cancro dizem não quando não se lhes impinge um frete; elas evitam grupos, quando lhes apetece estar sozinhas. Elas não se deixam pressionar para fazer coisas que realmente não querem.

4º Zangue-se! De seguida ultrapasse isso. Pessoas que sobrevivem ao cancro enfrentam os outros. Questionam-nos. Sentem raiva. Recusam-se a ser capachos. Elas exigem respeito. Elas sentem-se assim. Depois desculpam. Libertam-se disso. Não ficam chateados. Não guardam ressentimento.

5º Não se preocupe com a beleza. Pessoas que sobrevivem ao cancro deixam de se preocupar se têm o cabelo impecável, se a maquilhagem está perfeita, se o peito está firme. Elas estão contentes só por ter peito ( se têm, elas estão contentes só por estarem vivas!)

6º Faça agora! Pare de adiar a felicidade. Pessoas que sobrevivem ao cancro compreendem que não há tempo para adiar aquilo que sonham fazer; deixar aquele emprego sugador-de-alma, deixar o marido caloteiro. Priorizam a alegria, vivem como devem viver. 

7º Diga "amo-te" frequentemente. Pessoas que sobrevivem ao cancro não deixam palavras por dizer. Nunca se sabe quando o nosso tempo acaba, não deixe que alguém fique sem saber que o ama.

8º Cuide do seu corpo. Pessoas que sobrevivem ao cancro adquirem uma nova perspectiva sobre saúde. Aqueles que não passaram por esta experiência tomam-na frequentemente como garantida. Por isso, deixe de fumar. Faça uma alimentação saudável. Beba com moderação. Mantenha um peso saudável. Durma o suficiente.

9º Priorize a sua liberdade. Pessoas que sobrevivem ao cancro sabem que ser viciado no trabalho não é a resposta. O dinheiro não compra saúde. A segurança não interessa debaixo da terra. Passar a maior parte do dia stressado só o vai tornar doente.
Como diz Tim Ferriss em The 4-Hour Workweek, “O ouro está a ficar velho". Os novos ricos são aqueles que abandonam o estilo de vida  convencional, e criam luxuosos estilos de vida usando a moeda dos novos ricos: tempo, e mobilidade".
 

10º Assuma riscos! Pessoas que sobreviveram ao cancro enfrentaram medos, e mandaram-no às favas. Elas sabem que a vida é para viver, o medo é impotente, e a alegria está em assumir os riscos. Por isso, vá fazer skydiving, ou body jumping, ou asa delta. Gaste as suas economias. Viva como se fosse morrer amanhã.  

Parece-me que estas dicas são excelentes para todos nós.
Em Setembro tive de presente de aniversário a melhor notícia possível. Alguém que estimo muito, passou no teste, e está bem. É o que desejo a todos! 

Tenha uma óptima semana!

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Receita para o fim-de-semana: Sopa de lasanha

-Servi com fatias de pão torrado, barrado a manteiga de alho.
- Logo à noite, vou comer tanta sopa, mas tanta! Vou-me empanturrar! 
Quem falava assim não era a menina das sopas, era a menina das massas. Só que...a sopa que eu lhe tinha prometido era inédita: sopa de lasanha, pois então! 
Uma delícia, que teve ainda a utilidade de ser servida como sopa e prato principal - um verdadeiro dois em um!

Sopa de lasanha
Ingredientes:
- azeite   
- salsicha italiana - substitui por carne picada e soja (50%-50%)
- cebola picada  
- 4 dentes de alho picados
- 2 colheres de chá. orégãos secos  
- molho  de tomate q.b. ( ou 3 tomates grandes picados)
- 2 folhas de louro
- caldo de galinha
- massa Talharim ( 200 gr )
- folhas frescas de manjericão picadas
- sal e pimenta preta moída na hora, a gosto 
Para o queijo: 
ricota, parmesão ralado e mozarela, pitada de sal e pimenta moída na hora

Como fazer: 
Aqueça o azeite  numa panela grande, em fogo médio. Adicione a salsicha partida aos pedaços - no meu caso a carne, deixar cozinhar cerca de 5 minutos. Junte as cebolas picadas e deixe cozinhar até ficar macia, cerca de 6 minutos. Adicione os alhos e oregãos. Cozinhe por 1 minuto. Acrescente o molho de tomate e mexa bem para incorporar. Cozinhe por 3-4 minutos.
Adicione o tomate picado, folhas de louro, e caldo de galinha. Misture. Deixe ferver e depois reduza o lume, e cozinhe por 30 minutos. Adicione a massa  e deixe cozinhar até ficar al dente Misture o manjericão e tempere a gosto com sal e pimenta moída.
Enquanto a massa cozinha, prepare o  queijo. Numa tigela pequena, misture a ricota,o  parmesão, sal e pimenta.
Para servir, coloque um bocado desta mistura de queijos em cada tigela de sopa, deite a sopa e polvilhe um pouco da muzarela por cima.

Receita retirada, e ligeiramente adaptada daqui.

Tenha um bom fim-de-semana!

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

A minha vida é privada; mas está no Facebook.

No meio de nada
Há uns tempos, ao ver uma cena de uma série, bastante pateta, que passa na Fox Live, fiquei a pensar na resposta do filho mais velho, quando a mãe lhe sugeriu que levasse fulana ( a namorada) a um piquenique:
- Quê?! Eu já não namoro com ela há dois meses! Vocês deviam ler o meu Facebook. Recriminou indignado. 

Numa tarde de praia, talvez devido a algum "clima" que captou, o meu filho perguntou à prima de 16 anos, se fulano, era namorado dela. A prima ignorou a questão, e à segunda vez ( porque o Duarte é mesmo insistente), calou-o com dois beijinhos de despedida e um sumário "adeus". 
Posteriormente, para meu espanto,  venho a saber que ela se assumiu no Facebook como " em relação com X ", tendo, inclusivamente, publicado fotos com o tal namorado.  O que me deixa perplexa é esta falta de coerência, não querer partilhar com a família determinados acontecimentos, e expo-los no Facebook a estranhos, ou meros colegas.

Porém, desconfio que para esta geração, que lida com as novas tecnologias com a mesma naturalidade com que nós, os pais, lidamos com o contacto humano direto, partilhar a vida privada nas redes sociais é totalmente natural. E admissível.
Inadmissível, é que pais, tios, e familiares em geral, lhes façam perguntas diretas a respeito das suas vidas; dos namorados, dos amigos, do que fazem, etc. Que intromissão!
Os meus filhos não teem ainda conta no Facebook (utilizam a minha conta para jogar), mas uma coisa eu digo desde já: vou ser amiga deles nessa rede! Até eles me removerem, claro. 

A série é realmente pateta, e embora nunca tivesse tido paciência para ver um episódio completo, sempre que vejo um excerto, encontro um motivo de reflexão, porque aquela família reflecte muitíssimo bem as disfunções das famílias actuais. Aliás, pensando bem, acho até que seria digna de tese num doutoramento de Sociologia. 

Definitivamente, não é assim tão pateta, talvez até seja genial...

Até breve!

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Festa de aniversário com tema do Hawaii

No hall, boas-vindas aos convidados, com uma montagem de fotos, da festa de 2010
Para celebrar os nove anos, a Letícia escolheu o Hawaii como tema, para a sua festa. Na decoração predominaram as cores fortes, e as flores.


Os jogos foram os habituais (pode ver aqui quais) até porque os convidados já os esperam, e os reclamam. Tivemos somente duas variantes: uma peça de teatro improvisado por algumas meninas, e muita dança, com coreografias ensaiadas por outras meninas. Os rapazes mais ousados, preteriram o pop, e optaram pelo breakdance, e a solo, off course!
 
- O tubarão tem os dentes vermelhos, de ter comido alguém! Diziam...
Na hora do lanche, a sensação ( para pequenos convidados, e pais que espreitaram a mesa do lanche) foi o tubarão - totalmente dentro da temática, porque no Hawaii há tubarões!- feito de melancia. Podem ver o tutorial no Sun scholars, realmente bem explicado e fácil.

Da ementa constou:
- Bolo de aniversário - laranja, decorado com flores amarelas. Oferta de uma amiga: obrigada!
- Bolo de chocolate
- Muffins de baunilha, com e sem  chantilly
- Pipocas
- Gelatina de morango e ananás
- Melancia e salada de frutos vermelhos
- Sandes havaianas ( basicamente tostas mistas somente com fiambre e cheddar, porque lhes suprimi a mostarda e o ananás)
- Salsichas cocktail
- Batatas fritas
- Sumos de fruta e Coca-Cola
- Desta vez fiz eu a piñata: uma folha de cartolina, papel de crepe e fita de seda.
E depois de cantarem os parabéns os convidados rebentaram a piñata, e arrecadaram guloseimas. Brincaram, dançaram, e jogaram mais! 
Embora eu não tenha estado no meu melhor ( amigdalite strikes again!), foi uma tarde muito bem passada, para alegria da Letícia e seus convidados.E a alegria dos nossos pequenos, é a nossa alegria!

Tenha uma ótima semana!