sexta-feira, 16 de maio de 2014

Museu do Ar


Museu do Ar, Granja do Marquês, Sintra

O evento da Toyota teve lugar aqui, no Museu do Ar. Não conhecia, e nem sequer sabia da sua existência, no entanto este Museu foi considerado o melhor em 2013.

Para mim, que ainda ainda entro num avião a custo, apenas implida pelo destino, é causa de grande admiração o sonho e ambição dos pioneiros da aviação.

Muito à frente do tempo deles, animados talvez  pelo desejo de imitação, ao observarem o voo dos pássaros. Como aquele sapateiro de Viseu, que em 1540 saltou de uma torre, com um aparelho construído por ele mesmo, acabando por morrer.
Passando pela Passarola, a primeira aeronave a efectuar um voo, inventada por Bartolomeu de Gusmão. 
Até ao comandante António Faria e Mello, que mesmo paraplégico deu a volta ao mundo, duas vezes! Numa simples avioneta.

A história da aviação portuguesa é feita por heróis, mais ou menos desconhecidos, que contribuiram em grande medida para o desenvolvimento da aviação mundial. E está ali, para quem a desejar descobrir.

Um óptimo programa de família, especialmente para este fim-de-semana, que comemora a Noite Europeia dos Museus a 17 e o Dia Internacional dos Museus a 18, com diversas actividades e programas por todo o pais e ilhas. Consultar aqui.


quarta-feira, 14 de maio de 2014

Um Carro do Futuro - Toyota Prius

Museu do Ar
aqui tinha dito o que penso sobre os carros, em geral. Entretanto, aprendi mais alguma coisa que vem acrescentar a minha opinião sobre o assunto.

Por exemplo, que um híbrido é um carro que se move com dois motores: um a gasolina e outro eléctrico. Que contrariamente às outras viaturas, quando se encontra em modo "pára-arranca", não desperdiça o combustível, antes produz energia, armazenando-a na bateria, e utilizando-a seguidamente. Só por isto já é fantástico, sobretudo para quem vive nas cidades, onde o modo de circulação é frequentemente este.
Consequentemente, a emissão de CO2 é bastante mais reduzida, o que é bom para o ambiente. Esta é outra característica que me agrada, e que eu tinha descurado, na minha anterior opinião.
Para além da economia ( de energia, imposto abrangente, imposto emissão de CO2, estacionamento, etc. ), do conforto ( na situação do pára-arranca não há vibrações nem ruídos), é silencioso e fácil de conduzir.


E como é que eu sei tudo isto? Porque fui convidada pela Toyota para um evento de divulgação da gama híbrida. Pude testar e constatar a veracidade destes factos, e realmente fiquei muito bem impressionada.

Pessoalmente, encantei-me pelo Prius+, uma carrinha de sete lugares que descobri apenas quando entrei no habitáculo; do exterior não parece assim tão grande, no entanto os lugares são confortáveis e espaçosos.

Prius segnifica em Latim "antes", e creio bem que esta gama vem, de facto, antes do seu tempo, são os carros do futuro!

A equipa Toyota mostrou-se muito profissional, atenta e simpática; o programa foi muito bem pensado, o que nos permitiu passar um dia muito agradável.

Isto de escolher carros tem cada vez mais que se lhe diga, não é?!

Adenda: Se desejar ler mais sobre o assunto, numa perspectiva técnica, veja aqui

segunda-feira, 12 de maio de 2014

sexta-feira, 9 de maio de 2014

" Devolvam as nossas meninas"!

via  Bring Back Our Gils
A notícia das meninas raptadas da escola, na Nigéria, no mês passado fez-me lembrar um livro que li há alguns anos; contado na primeira pessoa, uma história real, muito idêntica a este acontecimento. Parece que naquelas paragens do mundo, isto acontece muito. Muito mais do que nós sabemos.

Quando sucede de algum europeu ou norte-americano ser raptado nesses países, os jornais e telejornais não param de falar no assunto. A notícia não sai do ecrã e os políticos agem.

Porque não acontece o mesmo agora? Felizmente, as redes sociais também têm coisas boas; esta é uma delas, este movimento vai trazer as meninas de volta!

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Aproveitar o que temos quando não dá para mudar!

via
A falta de espaço é um problema comum a muitas famílias, sobretudo quando a família cresce. Parece até que as divisões se tornam mais pequenas! O que acontece de facto, pois cada membro da família traz a sua bagagem. Mesmo em bebés já se vai notando um acréscimo de tralhas pela casa, ainda que o berço esteja no quarto dos pais. Mas o bebé vai crescendo e precisa do seu espaço, e posteriormente este mesmo quarto se transforma num espaço partilhado.

A família cresce, a casa não, mas ainda assim, os quartos partilhados podem ser giros, bem aproveitados e definidos.

Quarto partilhado,  mas com  privacidade garantida!

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Cama individual, lado a lado;  a situação mais comum, encostadas à parede para melhor aproveitamento do espaço. 

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Quando o espaço parece tão pequeno que nem um beliche comporta, a solução é um beliche feito à medida.

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Quando o mano está planeado e há-de vir a caminho, aproveita-se, entretanto, o espaço inferior para brincar!

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E quando há a sorte de termos um sotão...

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E finalmente, para um mega aproveitamento:

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Está certo, é necessário algum orçamento mas sempre muito mais acessível do que mudança de casa, não é? Com imaginação - e pesquisa - conseguem-se autênticos milagres.


segunda-feira, 5 de maio de 2014

Mimo versus Má-Educação

Via
Por que é que as pessoas confundem mimo com má-educação?! Parece-me tão obvio que são coisas diferentes, e no entanto, frequentemente ouço pessoas reclamarem de alguma criança, atribuindo ao excesso de mimo, a má-educação.

Incomoda-me, talvez principalmente, porque tenho consciência de que dei muito mimo aos meus filhos.Aliás, ainda dou, embora cada vez menos, porque eles crescem.
Mas dei muita atenção, muito colo, muitos beijos e abraços, muitas festinhas no cabelo e no rosto. Muitas coceguinhas. Muitos desejos realizados, como ter panquecas para o pequeno-almoço, ou um determinado bolo a pedido.
E fiz isso muitas vezes mesmo estando cansada, com sono, com fome ou com pressa. Não é nada de extraordinário, muitas mães o fazem. Fiz tudo isto sabendo que um dia o meu colo seria desnecessário, os meus abraços talvez dispensáveis ( pelo menos em público!), as minhas comidinhas preteridas. Ou talvez não, quem sabe?!

Porém, dei educação. Ensinei a pedir por favor e a dizer obrigada, a cumprimentar as pessoas, mesmo quando não lhes apetecia, porque isso não é de apetites mas obrigatório. A controlar a telha, porque ninguém tem culpa se as coisas não lhes correm tal qual como querem. A manterem-se ao nosso lado, não nos obrigando a correr atrás deles pelas ruas. A acatarem um não quando pediam um brinquedo na loja, sem se atirarem para o chão a chorar baba e ranho.

Criei os filhos perfeitos, então? Não. E digo-o até com uma certa satisfação. Acho muito mais saudável que sejam assim, com as suas imperfeições e incoerências. De qualquer forma, o nosso trabalho enquanto pais não está terminado. Eles próprios farão uma parte nesse processo da educação, e o mundo ensinar-lhes-á o restante.
Mas entretanto, tiveram muito mimo, todo a que tiveram direito, e que lhes servirá de almofada para enfrentarem o que por aí vem.

Não, o mimo não é impeditivo de boa-educação, mas antes a base da mesma.