sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

A questão da Tolerância

A tolerância dos católicos é uma questão com a qual me tenho debatido. Será que lhes é natural, proporcional à intolerância do passado?
Seja como for, não será a tolerância excessiva tão perigosa como a falta dela?

Ou, no fim de contas, estarei a confundir tolerância com indiferença?

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Guili - A segunda Pele do Seu Bebé


Via GUILI

Há palavras que me tocam particularmente, tal como sustentável, e orgânico, por exemplo. Incluem conceitos que me são caros, e que eu tento cultivar tornando-os uma forma de estar na vida. Portanto, quando estes se conjugam com roupa infantil, o meu interesse activa-se automaticamente.

Creio que não será novidade para ninguém que os casos de alergia de pele estão a aumentar, nomeadamente nas crianças. E isto deve-se ao facto, entre outros, de usarmos variadíssimos produtos que incluem químicos na sua composição e produção. Por conseguinte, o ideal seria privilegiar vestuário o mais natural possível, sobretudo na primeira infância. E com esse objectivo, surge a Guili - uma marca de roupa infantil que se propõe como uma segunda pele, da criança e da natureza.

Os seus produtos de algodão, são por isso tratados desde a semente, com o maior respeito pelo ambiente, pelos trabalhadores envolvidos na produção e confecção, pelo produto em si, e por quem os vai usar.

A longevidade do vestuário e a saúde do seu portador, são de facto levados a sério pela Guili, sendo por isso reconhecida com os selos GOTS e Oeko-Tex, que garantem a filosofia inerente à marca. 

Por fim, a colecção é giríssima, aliando um visual muito estimulante ao conforto da segunda pele.

Para encomendar, e usufruir de 10% nas compras, basta enviar um email para info@gmail.com, com a indicação do Mãe... e muito mais, juntamente com os artigos pretendidos. 

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

"Prisão tecnológica"

A Letícia está no computador a fazer uma pesquisa para E.V. . Eu tenho os auriculares postos, para ouvir música, enquanto dobro um cesto de roupa. O Duarte está a ver televisão, ao meu lado. 

- É uma autêntica prisão tecnológica! Diz-me ele.

Eu aceno com a cabeça, como que apanhada em falta, sem palavras.
Olho novamente para a t.v. , que está a transmitir "Fugas da Prisão", no National Geographic, e compreendo. Vivemos permanentemente numa grande metáfora.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Os Meninos a Meia-Calça e o Ballet

Via Brasilianas Org

Acho espantoso como Meninos a fazer xixi sentados, já! publicado em Maio de 2012, continua a gerar reacções, seja na forma de comentários, seja por email. Constato que o tema não é consensual, nem pacífico. O que o torna muito interessante. 

Não pretendo mudar a opinião de ninguém (é sabido que só muda quem realmente quer), apenas partilhar o que penso, e se com isso levar os leitores a reflectir, inclusivamente, partilhando essa reflexão comigo, alcanço o objectivo. E portanto, sinto-me grata por tal  acontecer. Foi também numa dessas trocas de ideias com as leitoras que uma outra questão foi levantada - o uso de meia-calça pelos meninos. 

A Carla questionava por que preferiam as mães deixar os meninos passar frio, a permitir-lhes que usassem meia-calça, apenas por considerarem uma peça de vestuário feminino. E ela mesma concluía que é unicamente uma questão de preconceito. 

Em Portugal, os meninos pequenos usam meia-calça, por debaixo das calças, ou com calções, no entanto, depressa lhes é retirado esse conforto. Recordo-me, em particular, que a um determinada altura, um primo fez ao meu filho um reparo algo preconceituoso. E ele começou a pedir para não voltar a usar meia-calça. Segundo ele, já mais ninguém da sua idade as usava.

Recentemente, recebi um email da Carla, no qual ela me contava que tinha comprado uma meia-calça, para oferecer de presente a um priminho, que mostrara por diversas vezes interesse em as usar. E que ele adorara! 

Não há muito tempo, vi na televisão uma reportagem sobre uma escola de ballet que oferecia as aulas, aos meninos, numa tentativa, algo desesperada penso eu, de os cativar. Porque eles também são necessários para certos papéis, e escasseiam. E porquê? Porque ballet é para meninas. E o futebol para meninos.

Horror dos horrores, meninos no ballet. E a vestirem meia-calça!
É realmente impressionante como a preconceito está por todo o lado, promovendo ideias desnecessárias, que no mínimo dificultam a vida das pessoas, e no máximo, deixam marcas traumatizantes, talvez para toda a vida. 

Não é fácil educar, estamos todos de acordo. Mas também não creio que seja necessário um curso. Basta ter amor, porque essa é a base de tudo: da paciência, da perseverança, do respeito, da aceitação. E ter também uma dose q.b. de sentido crítico, para avaliar se na hora de consentir vestir uma meia-calça ao filho, ou inscrevê-lo no ballet, a opinião geral tem realmente fundamento. 
Vamos lá... afinal o que pesa mais? 

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Bagagens do Ano

Terminar o ano fazendo um balanço positivo é podermos pousar as bagagens e seguir caminho.
Mudar de aeroporto, de cidade, de destino sem olhar para trás.
Quando tal não acontece, as malas tornam-se pesadas e volumosas demais, para seguir em frente sem as esquecer.
Incongruentemente, pois seria razão justa para mais depressa as abandonar.