segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Ditados & Histórias


Nos tempos em que não existiam previsões meteorológicas, com fundamento científico, o Homem encontrou outras formas de adivinhar o estado do tempo. Este ditado popular é um desses prenúncios:

"Quando a Nossa Senhora das Candeias rir, está o Inverno para vir; quando a Nossa Senhora chora, está o Inverno para ir embora". 

Hoje celebra-se o dia da Senhora das Candeias, e está a chover copiosamente. 

Parece que os celtas celebravam a 2 de Fevereiro, um festival - o Imbolc, também chamado Oilmec e Candlemas ("Candelária") que celebra o despertar da terra, e o crescente poder do Sol. A Deusa Brígida era venerada em seu aspecto de Virgem da Luz, e o seu altar decorado com galanto, que anuncia a Primavera. É a festa da lactação, da bênção aos recém-nascidos, pois a Deusa amamenta o Deus renascido na forma de seu filho. 

No hemisfério Norte: 2 de Fevereiro
No hemisfério Sul: 1o de Agosto

Brígida, é a deusa celta do fogo, da sabedoria, da poesia e das fontes sagradas. Ela também é a deidade associada à profecia, à divinação e à cura.
Este Sabbat representa também os novos começos, e o crescimento individual.

Na Europa, o Sabbat Candlemas era celebrado nos tempos antigos com uma procissão à luz de archotes, para purificar e fertilizar os campos, antes da estação do plantio das sementes e para glorificar as várias deidades e os espíritos associados a esse aspecto, agradecendo-lhes.
A versão cristianizada da procissão de Candlemas honra a Virgem Maria, e no México, corresponde ao Ano Novo Asteca.

*Informação da Wikipédia

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Bolo de Claras com Amêndoas

Fotos Letícia

 Na minha pesquisa  por receitas que utilizem claras, encontrei esta de um bolo inesperadamente delicioso. Fácil e rápido, como eu gosto, para dar uso às claras congeladas que periodicamente se acumulam. 

Bolo de Claras com Amêndoas*

 Ingredientes:
7 claras
100g de miolo de amêndoa
125g de farinha de trigo
2 clh sopa de açúcar baunilhado
250g de açúcar
1 pitada de sal
125g de manteiga ( originalmente seria margarina, mas troquei)

Preparação:
Unte muito bem uma forma tipo bolo inglês. Peneire a farinha. Ponha a margarina a derreter.
Junte o sal às claras e bata-as em castelo. Quando estiverem meio levantadas comece a juntar o açúcar aos poucos sem parar de bater. Junte depois a amêndoa e a farinha, mexendo com cuidado. Misture por fim a manteiga.
Deite o preparado na forma e leve a cozer em forno moderado durante cerca de 45 minutos.
Polvilhe-o com açúcar baunilhado.

* Receita do As minhas receitas

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

É Permitido Mudar o Nome?

Sim, é. Segundo este artigo, cerca de meio milhar de pessoas mudaram de nome em 2014; apesar de ser um dos emolumentos mais caros ( 200€), o processo é simples.

Ainda que na maior parte dos casos a mudança fosse apenas relativa a nomes de família, uma parte residual mudou ou retirou o nome próprio. Há várias motivações para mudar de nome. Sendo a nossa primeira marca de apresentação, frequentemente sem antes sermos vistos, acarreta um peso substancial. Que tanto pode dar informações ditas positivas, como negativas, julgamos nós. E por essa mesma razão, há quem não se identifique com o seu nome próprio, e o queira alterar.

Convenhamos que há nomes realmente constrangedores, que revelam um consensual gosto duvidoso, senão mesmo um verdadeiro delírio; li há dias uma notícia que relatava o indeferimento de um juiz, perante a escolha do nome Nutella, para a filha de um casal.
Outros, pecam pelo excesso de confiança da parte dos progenitores, que poderá resultar numa espécie de castigo para quem o recebe; no caso, estou a lembrar-me de Linda.
Há ainda quem apenas goste do nome, não o relacionando com alguma personalidade que o tornou famoso pelas piores razões, como por exemplo, Adolfo.

Ou simplesmente, e talvez a hipótese mais vulgar, o nome herdado de familiares ou padrinhos, caiu em desuso ou está fora de moda.

Desde o berço identificados com um nome que não gostamos, ou o gosto se adapta ao hábito e nos identificamos com ele, ou a rejeição poderá criar muitos conflitos de identidade. Neste último caso, é compreensível que a mudança de nome seja uma alternativa a ser concretizada. É certo, porém, que parte das pessoas que fizeram essa alteração, acabaram por voltar a requerer o seu primeiro nome próprio. O que me leva a pensar, que mais do que uma questão de gosto, é uma questão de bem-estar pessoal.

Se a responsabilidade dos pais, na escolha do nome dos filhos já era grande, com a globalização, e flexibilidade da Lei que aceita nomes estrangeiros, o desafio alcançou um outro nível. Sendo bem precisos nove meses de reflexão!

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

"Um Guia Para Crianças Que Sofrem Com a Perda de Alguém"

Via Wook

Há acontecimentos na vida que são inevitáveis, e não podemos proteger os nossos filhos deles, por muito que o desejemos. A única coisa que poderemos fazer é ajudá-los a enfrentar essas "provas", para minimizar a dor. Ensinar-lhes algumas estratégias que sirvam para ultrapassar esses momentos, que poderão ser traumatizantes, como a perda de alguém querido.

Enquanto pais, sentimos necessidade de os preservar do sofrimento, e frequentemente pensamos que ao evitar determinados assuntos estamos a poupá-los, mas não é assim. E por isso necessitamos de orientação de quem sabe mais do que nós, com outra objectividade e, contudo, com o mesmo objectivo - ultrapassar as crises o melhor possível.

Quando falamos e actuamos instintivamente, acertamos sempre, no entanto fomos ensinados a racionalizar tudo, e por isso a mente questiona as nossas primeiras escolhas, levando-nos a duvidar do que não tem fundamento racional. Este livro indicou-me caminhos instintivos, que afinal também são racionais, e isso serviu-me para validar as minhas primeiras intenções, resultado do instinto.

Os tópicos são vários:
- Chorar é normal
- É normal fazer perguntas
- A culpa não é tua
- É bom partilhar os sentimentos
- Onde está agora o teu ente querido?
- Haverá sempre alguém que cuidará de ti
- Algumas coisas continuarão na mesma
- Algumas coisas mudarão
- Poderás sentir-te muito confuso
- É bom pedir ajuda
- Abraça a tua família
- O teu ente querido é um amigo especial
- É bom recordar
- Dá tempo ao tempo

Tudo apresentado com muita clareza, orientando um diálogo sincero e directo, como eu gosto. E foi muito tranquilizador confirmar que esse é o caminho.

Título: " Estar triste não é mau - um guia para crianças que sofrem com a perda de alguém"
Autora: Michaelene Mundy
Ilustrado: R.W. Alley
Editora. Paulinas


sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Pão Escuro Simples


Apesar da receita ser para o fazer à mão, eu juntei os ingredientes todos na MFP, seleccionei o programa 8, e fiz figas. Bingo! Ficou óptimo, côdea crocante e miolo fofo, como gosto, daquele pão que canta, quando o cortamos.


 Pão Escuro Simples*

Ingredientes:
150 gr de farinha branca
240 gr de farinha integral 
2 colheres de chá de fermento
1 colher de chá de açúcar ( uso mascavado)
220 ml de água morna
49 ml de leite morno

Colocar os ingredientes na cuba da MFP e aguardar, enquanto a casa se enche daquele aroma a pão. Do bom!

* Receita do livro "Receitas de pão caseiro", de Ruth Clemens

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Gerações Antigas


O Duarte a trautear: "Let's groove tonight", levou-me a pronunciar um espantado:
- Conheces essa música?! É dos anos 80!
- Eu sei mãe... eu também sou antigo!