segunda-feira, 11 de maio de 2015

Criopreservação das Celulas Estaminais do Cordão Umbilical - Campanha da Cytothera

Cytothera

Quando os meus filhos nasceram ainda não se falava de criopreservação das células estaminais do cordão umbilical. Veio pouco depois. 
Recordo-me perfeitamente de quando este serviço surgiu, em 2003, me ter sentido pesarosa por já não ter oportunidade de o usufruir, mas também entusiasmada pelos outros pais que teriam mais esta segurança. Todos os pais querem o melhor para os seus filhos, e quando se trata do quesito "saúde", fazemos tudo o que está ao nosso alcance. 
A campanha do 10º aniversário da Cytothera dá presentes, ora vejam lá como este serviço se torna ainda mais aliciante.
  
O transplante de células estaminais do sangue e do tecido do cordão umbilical é hoje utilizado para o tratamento de mais de 80 doenças e por isso é importante analisar, investigar e estar atento às vantagens da criopreservação.

A Cytothera foi a primeira empresa em Portugal a lançar o serviço de criopreservação de células estaminais do tecido, celebrando este ano o seu 10º Aniversário. Escolher a Cytothera é escolher um serviço feito a pensar na família:

- Cobertura de aplicação terapêutica – comparticipação das despesas até 20.000€, em caso de utilização das células pelo próprio ou núcleo familiar restrito;

- Convite a todos os pais para visitar as instalações, conhecer a equipa Cytothera e assistir a todo o processo;

- Simplicidade e comodidade (adesão ao serviço pode ser feita por telefonema);

- Gestor responsável pelo acompanhamento e gestão personalizada de todo o processo;

- Kit Cytothera devidamente equipado com bolsas de frio, não necessitando de refrigeração antes ou depois do parto, permitindo manter a qualidade das células até ao seu processamento.

Para além de todas estas vantagens, a Cytothera detém a patente do método de isolamento de células, que permite que em caso de necessidade de aplicação das células estaminais numa operação, estas estejam “prontas a utilizar” no momento de necessidade.

A Cytothera quer celebrar o seu 10º Aniversário com os futuros papás babados que acompanham o Mãe... e muito mais,  através da oferta do kit de Cytothera + 30% nos serviços de criopreservação + cabaz de produtos. Para usufruir destas ofertas será necessário apresentar o seguinte voucher no acto da compra do serviço:



sexta-feira, 8 de maio de 2015

Quinoa Enchillada #Vegetariana


Os meus filhos ainda não reagem às refeições vegetarianas com total naturalidade. Observam as travessas com esgares que tentam controlar, mas que denunciam desconfiança. - Ui, que será isto?! Pensam eles. Portanto, sempre que apresento um prato que lhes arranca comentários de admiração, ou um simples mas convicto:"hummm...!", o meu coração dança!

Foi o caso. 

Quinoa enchillada*
Ingredientes: 
1 chávena de quinoa
uma lata de molho de enchillada**
meia chávena de pimentos pequenos
uma chávena de milho de lata 
uma chávena de feijão preto de conserva, escorrido 
2 colheres de sopa de folhas de coentros picados 
1/2 colher de chá de cominhos 
1/2 colher de chá de pimenta em pó
sal a gosto 
3/4 chávena de queijo cheddar ralado
3/4 chávena de queijo mozzarella ralado
1 abacate,descascado e cortado em cubos
Um tomate aos cubos

Como fazer:  
Lavar bem a quinoa, e coze-la numa panela grande, em duas chávenas de água, cerca de 20 minutos. Reservar.
Preaqueça o forno a 375 graus F. Numa tigela grande, misture a quinoa, o molho enchillada, os pimentões verdes, o milho, o feijão preto, os coentros, os cominhos e pimenta em pó; tempere com sal a gosto. Juntar metade do cheddar e mozzarella. Espalhe a mistura da quinoa numa assadeira untada de óleo. Cubra com os queijos restantes. Coloque no forno e asse até borbulhar e os queijos derreteram, cerca de 15 minutos.
    
 
Sirva imediatamente, decorado com abacate e tomate. 



*Receita retirada e adaptada do Damn Delicious
** Receita da enchillada do Damn Delicious

terça-feira, 5 de maio de 2015

O que andam eles a fazer com o telemóvel?

Manter os computadores em áreas da casa comuns, sempre me pareceu uma boa dica para controlar o que as crianças vêm e jogam. Porém, com os tablets e os smarthphones, permitindo o acesso à internet, essa estratégia deixou de ter tanta importância. 
Em qualquer canto da casa se sentam, escrevem, tiram fotos, escolhem emoticons e enviam. E como os aparelhos lhes estão praticamente colados às mãos, esta actividade tornou-se corriqueira. Enquanto pais, acho que já nem damos conta dos sons que os telemóveis emitem com a chegada de mais uma mensagem. Mas eles sim, apressando-se a responder à ultima solicitação.

Quero acreditar que na maior parte das vezes não passa de conversa inconsequente, contudo as modas cibernéticas estão em permanente mutação, e por isso o nosso radar de alerta deve estar sempre ligado. 
Por exemplo, "sexting" é uma nova moda  que parece estar a popularizar-se entre os adolescentes. Formada por "sex+ting" ( sexo+envio de texto) consiste em escrever sobre sexo, incluindo imagens. Uma forma dos adolescentes namorarem, ou seduzirem, empurrando os limites numa atitude típica da idade. O que frequentemente ignoram são as consequências desses actos. Julgando manter "conversas" privadas, os adolescentes cometem o erro de se exporem em poses eróticas, que rapidamente podem ser repassadas para outras pessoas e cair na net, onde poderão ser utilizadas por redes ligadas à pedofilia, por exemplo.  

No entanto, basta as imagens circularem entre os pares, colegas da escola, por regra, para que o adolescente em questão ( parece que o fenómeno é transversal ao género), se torne vitima de bullying. E a vida muda radicalmente, exigindo reparo psicológico e judicial, numa longa caminhada de sofrimento até que a volta à normalidade seja reposta. E será que é, na totalidade? Ficam sempre marcas. 

Portanto, mais do que vigiar, penso que o mais importante seja  conversar com os filhos. Frequentemente. Mostrar-lhes exemplos de quem cometeu esses erros, e fazer-lhes ver as consequências que sofreram.
Se há coisa em que eu acredito na educação, é no diálogo. E digo "diálogo" enfaticamente, porque há quem o confunda com monólogo, e já se sabe que esse discurso é daqueles que entra por um ouvido e sai pelo outro.

Para que a mensagem passe e seja retida, não basta falar uma vez, temos que repetir constantemente. E se por isso nos chamam "chatos" não devemos desanimar; dizem os psicólogos que os "pais chatos" são os que estão a fazer um bom trabalho! 

Fontes:
Uknowkids
Aleteia

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Céu Roubado


Em plena luz do dia, roubam-me mais um pedaço de céu. 
Tesouro insubstituível que se pode sonegar, com licenças e sem direito a reparações. 
Chamam-lhe desenvolvimento; eu chamo-lhe, atentado contra o meu direito de admirar o céu.

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Maquilhagem Não é Para Crianças

Não fosse a globalização um facto, e as modas se divulgassem tão rapidamente, eu não daria grande importância ao que se passa nos E.U. e Inglaterra. Nestes países, é normal as crianças usarem maquilhagem, sendo que em Inglaterra aos 11 anos é vulgar, e nos E.U. a maquilhagem é feita para crianças a partir dos 3. É uma indústria em expansão.

Parece que o Mundo inteiro conspira para o crescimento precoce das crianças. As bonecas cada vez mais maquilhadas e sexys deixaram de reflectir a imagem das meninas, antes divulgando um modelo de beleza adulto e fictício, com medidas desproporcionadas.  
As mães famosas carregam ao colo os seus filhos - sobretudo meninas- como se acessórios fossem, muitas vezes usando modelos exclusivos de marcas extremamente caras, adaptados à medida infantil. Levam-nas para os desfiles de moda, sentando-se na primeira fila, onde recebem mais atenção do que os próprios criadores das colecções.
Os concursos de beleza infantil tornam-se cada vez mais populares, arrastando multidões crescentes. Muitos pais vivem já em função deles, impondo às suas filhas actividades que elas detestam, tendo inclusivamente que as subornar com doces, brinquedos e promessas, para conseguir a cumplicidade das mesmas.


Sempre foi normal que as meninas quisessem imitar as mães, calçando os sapatos de tacão, pintando os lábios com batom, e usando um ou outro acessório. Mas apenas enquanto durasse a brincadeira, o que não era muito. E elas sabiam que era uma brincadeira. Sabiam que ainda não tinham idade. E como as regras eram do conhecimento de mães e filhas, a experiência não induzia ninguém na ilusão de que as crianças já tinham idade para tal. Consciência que agora se perde com todo um mercado a funcionar em torno da beleza infantil.

Nesta cultura da beleza precoce, ninguém está preocupado com o facto de as crianças deixarem de viver uma infância saudável. A preocupação única é o lucro. Cabe aos pais, como primeiros defensores dos filhos, entenderem que esta objectificação da criança é nociva; e não é coisa pouca, para além de lhes conturbar a infância, promove a hipersexualização infantil. 

Há um tempo para tudo, cada etapa da vida é importante para aprender e construir a base necessária, para passar à fase seguinte. 
Qualquer criança sabe aquilo que muitos pais parecem ter esquecido: - Saltar etapas é batota! 
E cá para nós, nunca dá bom resultado.

sexta-feira, 24 de abril de 2015