sexta-feira, 5 de junho de 2015

Suplementos Multivitamínicos & a Nutri Ventures


O Duarte não quis tomar os suplementos vitamínicos; um ano acima do indicado na embalagem confere-lhe um avanço etário que ele não permite minimizar! Porém, a Letícia de boa vontade os aceitou. E a mim pareceu-me bem, pois é ela quem mais evita comer frutas e vegetais. Ó, luta diária!
Facto é que ela se lembrou de os tomar diariamente e gostou muito do sabor a laranja. Cá para nós, aquele formato que faz lembrar as gomas dos ursinhos também ajudou! Perguntei-lhe se para além disso sentiu algum efeito, e palavras dela: " com mais energia e mais concentrada nas aulas". Pareceu-me convicta na afirmação.
Viterra Baby e Viterra Junior são dois multivitamínicos direccionados para bebés e crianças, respectivamente, que oferecem a solução mais completa e de acordo com as necessidades específicas dos mais novos.

A associação da #NutriVentures a estes dois produtos justificou-se para reforçar que os suplementos não substituem uma alimentação saudável mas proporcionam às crianças as vitaminas, minerais e ómega-3, 6 e 9 para terem um desenvolvimento saudável e uma maior resistência e energia. 

A Nutri Ventures é a primeira marca de entretenimento infantil no mundo que promove exclusivamente a alimentação saudável, de uma forma eficaz e divertida. 

Com Viterra Baby ou Viterra Junior e a Nutri Ventures, os mais novos vão ter não só a dose certa de multivitamínicos como vão poder divertir-se com os seus heróis através de jogos incluídos nas embalagens em cada um dos suplementos disponíveis em farmácias e parafarmácias.
E as novidades da Nutri Ventures não ficam por aqui: 
Este fim-de-semana prolongam-se as actividades a pensar nas crianças. No domingo, dia 7, no Estádio do Jamor, vai haver uma grande festa da Nutri Ventures com actividades desportivas, concerto, e outras actividades que promovem a alimentação saudável, para crianças dos 4 aos 10. É totalmente gratuito. 

quinta-feira, 4 de junho de 2015

O Amor Maternal é Natural?


Segundo a filosofa francesa Elisabeth Badinter o amor maternal não tem nada de natural. Foi um mito criado para que assumíssemos este papel; enquanto os homens ficam com o poder, o domínio do mundo exterior, nós fomos eleitas rainhas do lar. 
Nada contra o que ela observa no Jardim do Luxemburgo e nas praias de Bretanha. Mães aborrecidas, apáticas, indiferentes; interagindo com a prole por obrigação. 

E diz mais nesta entrevista, e muito mais ainda nos seus livros publicados. 
Concordo com algumas das suas ideias, mas discordo de outras, e particularmente desta. Para mim o amor maternal é instintivo, mas baseio-me unicamente em mim, e por mim própria falo apenas. Como posso provar um sentimento? Escrever tese que o comprove? Sei o que sinto somente, e acredito que pelo facto de ter gerado uma vida dentro de mim, e a ter carregado 9 meses, o amor que sinto por essa criança seja intrinsecamente natural. Sei que, no primeiro segundo em que pus nos meus filhos os olhos senti esse amor maternal arrebatar-me. 
Parece-me também que em qualquer estado de paixão, seja o objecto qual for, a constância é inexistente, o que não nega o sentimento.  

Há autores, e livros, que nos iluminam como faróis, mas não quer com isso dizer que atraquemos naquele porto. A luminosidade apenas nos guiou durante parte da viagem. Muito obrigada! 

segunda-feira, 1 de junho de 2015

As crianças - Os Verdadeiros Artistas

Da entrevista a Fernanda Torres, no Jornal do Lidl, a propósito do seu primeiro livro publicado, retive a seguinte afirmação:
"São todos bancários, advogados, não tem nenhum artista, ninguém especial."
Talvez seja politicamente incorrecto minimizar profissões de status reconhecido, em favor das profissões que muitos consideram ainda pouco sérias.
Por isso, talvez, não me recordo de ter alguma vez lido, ou ouvido, uma afirmação tão explícita, todavia assinaria em baixo sem piscar os olhos.

Logo de seguida, vejo " A viagem a Itália", com Steve Coogan e Rob Brydon a fazer o inusitado papel deles próprios ficcionados. E levada pela paisagem, gastronomia e cultura, mas sobretudo pela companhia daqueles dois, quase que desejei voltar a Itália.

Sem dúvida, a vida com artistas é especial; vemos tudo com outros olhos, com mais profundidade e abrangência. O invisível mostra-se, o silêncio torna-se eloquente, e a matéria ganha formas nunca antes imaginadas.
Levam-nos a questionar o que temos como certo, modos de ser e fazer. Empurram-nos para o sonho.
Porém, poucos são os privilegiados nesta situação, os artistas tornaram-se raros. Existiam em abundância, mas cresceram e transformaram-se em profissionais sérios, ponderados, encaixados na norma, actuando como se espera deles. 

Quase de certeza que já teve pelo menos um, aí em casa. Provavelmente ainda tem. Um gesto, uma palavra, basta para nos resgatarmos. E o dia de hoje apenas serve para nos recordar. 
 

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Generosidade

Pensamos nós que a nossa generosidade fica vista e comprovada com as doações de dinheiro que fazemos a Instituições, doações de roupa, brinquedos e comida. Quando na verdade estamos a aliviar a consciência, a praticar alguma filosofia zen de destralhamento, a decorar com minimalismo, doando apenas o que nos é excedentário.

Generosidade é darmo-nos a nós. Ouvir o outro atentamente. Querer genuinamente saber como está. Sentir compaixão pelas suas dores. Abraçar quando as palavras sobejam e são insuficientes. 

Mas para isso tempo não há. 
Valem-nos as campanhas!  

terça-feira, 26 de maio de 2015

Navratan Korma - #Vegetariana


Gosto imenso de comida indiana, e sempre que encontro uma receita guardo-a no Pinterest para a testar. Por vezes o problema é não encontrar os ingredientes, limitações da vida no campo! Porém, não é isso que me impede, uso o que tenho ou improviso substituindo por algo que me parece semelhante. A situação desta receita é relativa ao paneer, um queijo indiano. Acabei por o encontrar no Jumbo, incluído numa refeição pré-feita, mas juro que de futuro de boa vontade abdicarei dele. A receita é óptima!

 Navratan Korma*:
Ingredientes: 
    2oo gr cubos paneer
    
1 pimento cortado em quadrados
    
1 xícara de feijão  picado
    
1 xícara de couve-flor picado
    
1/2 xícara de ervilhas verdes (frescas ou congeladas)
    
1 xícara de cenoura descascada e picada
    
2 batatas de tamanho médio cozidas cortados em pedaços
    
1 maçã cortada em pequenos pedaços
    
1/2 xícara de abóbora

    2 cebolas finamente picadas
    
4 tomates picadinhos

    4 pimentas verdes picadas
    
4 dentes de alho picados
    
1 colher de sopa de pasta de gengibre
    
1/2 colher de chá de pimenta
    
1/2 colher de chá de açafrão em pó
    
1 colher de chá de coentros em pó
    
1 colher de chá de garam masala em pó
    
1 xícara de natas

    Algumas passas
   
Algumas castanhas de caju picadas
   
Algumas amêndoas picadas
    
Óleo vegetal 2 colheres de sopa
    
Folhas de coentros fresco picado
    
Sal a gosto


Como fazer Aqueça uma panela e asse as castanhas de caju e as amêndoas,e reserve. Aqueça uma caçarola e acrescente óleo. Quando o óleo estiver quente o suficiente adicione os pimentões verdes, o gengibre, e a pasta de alho. Refogue bem. Adicione a cebola e frite  até que fique dourada. Adicione o puré de tomate, sal e todos os pós de especiarias. Misture bem.
Vá mexendo para evitar que o garam masala queime. Agora adicione todos os legumes e pedaços de maçã, excepto o paneer. Misture bem. Adicione 1 xícara de água e deixe cozinhar no mínimo até que os vegetais estejam bastante macios  para servir. Acrescente o paneer e misture delicadamente para que o paneer não se desfaça. Por fim, adicione as natas, folhas de coentros, e misture bem. Cozinhe mais um minuto, e decore com amêndoas torradas e uvas passas.Sirva quente com arroz basmati ou naan.**


* Receita do Tasty Indian Recipes
** receita do naan aqui

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Não vais contar isto no blogue, pois não, mãe?!

Contava-me a Letícia um episódio* que tinha ocorrido no supermercado, no qual ela tinha desempenhado um papel absolutamente fantástico. Deliciada, pedi-lhe que me repetisse a história enquanto absorvia as mesmas palavras pela segunda vez. E perante o meu conclusivo: - Tu és maravilhosa, minha filha! Responde-me: - Não vais contar esta história no teu blogue, pois não, mãe?!

Não me parece que conte por aqui muitas coisas dos meus filhos; tive sempre o cuidado de os preservar. Apesar de estarem na génese deste blogue, e de serem eles a dar-me matéria, directa ou indirectamente, para a escrita, pesquisa e reflexão, nunca fiz deles protagonistas. São, isso sim, uma espécie de guionistas, de carácter reservado; não se passeiam em cena, permanecendo antes confortavelmente nos bastidores. 

E pergunto-me eu, se os meus filhos têm esta postura porque os resguardei, ou se é da sua natureza esta reserva.
Ou, se antes os tivesse colocado debaixo dos holofotes, eles se pavoneariam com a mesma naturalidade com que agora reclamam privacidade?  

* E esta história bem merecia ser publicada e divulgada; mas como segredo é segredo, só vos posso dizer: temos activista!