... ou em melancolia. Há-de passar.
terça-feira, 31 de maio de 2016
sexta-feira, 27 de maio de 2016
Testes, provas de aferição e exames?
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| Via Celeiro |
Já só me faltava experimentar os florais de Bach, mas não sabia onde os encontrar. No Celeiro, disseram-me. E realmente, são quatro gotas mágicas, diluídas num copo de água, ou directamente na boca.
Fica a dica.
"comfort & reasure" para o caso.
segunda-feira, 23 de maio de 2016
Susan Sarandon, a mãe
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| Via |
Nem tudo o que é óbvio é mais importante; não raro, o que realmente importa, define, e rege está como que relegado para segundo plano. E não serão muitos o que disso se dão conta. Felizmente, não é o caso de Susan Sarandon.
Quando se sente mais bonita?
Quando estou com os meus filhos e minha neta. Tenho tanto orgulho neles que quando me pedem para me definir, nunca digo activista ou actriz... digo mãe. Mãe é o trabalho mais difícil do mundo. Os meus filhos e neta fazem-me rir e penso que o riso mantém-nos bonitas e com aspecto jovem.
...
Quem é que admira?
Todas as mulheres. Acho as mulheres espantosas. Multi-tarefas, a trabalhar, a criar filhos... Não sei como é que o mundo funcionaria se não fossem as mulheres. A maioria das mulheres que conheci e são admiráveis são desconhecidas e são aquelas que todos os dias, sem que ninguém as aplauda ou encoraje, fazem as coisas mais extraordinárias.
...
Se pudesse dar um conselho às mulheres do mundo, o que diria?
Diga "sim" à vida e não tenha medo de correr riscos. Faça um esforço para estar receptiva a novas oportunidades, isso vai ajudá-la a crescer e é muito atraente. Comprometa-se com algo grande, seja a sua carreira, família, ou ajudar uma comunidade. Envolva-se numa coisa em que acredita, algo que a apaixone. Viva em gratidão.
In Revista Activa Março, 2016
quinta-feira, 19 de maio de 2016
2016 - O ano das leguminosas
Tomei conhecimento, apenas este mês, que a ONU tinha decretado 2016 como o ano das leguminosas. Fiquei um pouco perplexa por não ter ainda ouvido falar nesta campanha, e pergunto-me se estará tão activa como deveria estar.
Desde o séc.VII a.c. que fazem parte da alimentação humana, todavia o consumo de leguminosas tem vindo a decrescer, globalmente, de ano para ano. Em Portugal, o consumo por habitante ano é de 4,1 kg (os mais consumidos são o feijão e grão ), estando em queda de há 20 anos para cá. Explicam-se estas mudanças com o aumento do poder de compra, e alterações dos hábitos alimentares.
Também a produção nacional de leguminosas está em queda, representando somente 0,04% da produção mundial, apesar dos nossos solos e exposição solar serem muito propícios a este cultivo.
Os benefícios de um maior consumo de leguminosas são diversos: pelas vantagens ambientais, não são alergénios, são saudáveis, são opção para quem não consome carne, são práticas e duradouras, e são económicas.
As leguminosas são uma importante fonte de proteínas, vitaminas, minerais e fibras, podendo ter um papel importante na prevenção de doenças como a diabetes, a doença cardovascular e a obesidade, uma vez que promovem a saciedade, reduzem a absorção de colesterol, e ajudam a manter estável a glicemia. in Plataforma contra a obesidade
Quando combinadas com cereais, conseguem competir com a qualidade das proteínas de origem animal - carne, pescado, ovos e leite - sendo uma alternativa válida a estes alimentos para o alcance das recomendações proteicas diárias. Têm a vantagem de não contribuir para o consumo de gorduras saturadas.
O aumento do consumo de leguminosas é uma mais-valia para a saúde alimentar da população, mas também para a economia e sustentabilidade do país. Por apresentarem elevada qualidade nutricional e custo reduzido, tendo em conta o poder de compra da maioria dos Portugueses, o seu consumo promove uma alimentação variada e equilibrada. in Movimento 2020
Considerando a mudança de hábitos alimentares, o número crescente de pessoas, crianças inclusive, com problemas de obesidade, e doenças decorrentes da má alimentação, o Movimento 2020, propõe uma série de medidas para reverter o quadro. A saber:
Já partilhei algumas receitas, como a Salada de feijão frade com abacate e a Feijoada, mas notei agora que um dos nossos grandes favoritos não está ainda aqui. Prometo que a próxima será um maravilhoso Dahl indiano. Entretanto, vão comprando as lentilhas verdes!
Fontes:
Revista Visão 11-17/02/2016
Plataforma Contra a Obesidade
Movimento 2020
Desde o séc.VII a.c. que fazem parte da alimentação humana, todavia o consumo de leguminosas tem vindo a decrescer, globalmente, de ano para ano. Em Portugal, o consumo por habitante ano é de 4,1 kg (os mais consumidos são o feijão e grão ), estando em queda de há 20 anos para cá. Explicam-se estas mudanças com o aumento do poder de compra, e alterações dos hábitos alimentares.
Também a produção nacional de leguminosas está em queda, representando somente 0,04% da produção mundial, apesar dos nossos solos e exposição solar serem muito propícios a este cultivo.
Os benefícios de um maior consumo de leguminosas são diversos: pelas vantagens ambientais, não são alergénios, são saudáveis, são opção para quem não consome carne, são práticas e duradouras, e são económicas.
As leguminosas são uma importante fonte de proteínas, vitaminas, minerais e fibras, podendo ter um papel importante na prevenção de doenças como a diabetes, a doença cardovascular e a obesidade, uma vez que promovem a saciedade, reduzem a absorção de colesterol, e ajudam a manter estável a glicemia. in Plataforma contra a obesidade
Quando combinadas com cereais, conseguem competir com a qualidade das proteínas de origem animal - carne, pescado, ovos e leite - sendo uma alternativa válida a estes alimentos para o alcance das recomendações proteicas diárias. Têm a vantagem de não contribuir para o consumo de gorduras saturadas.
O aumento do consumo de leguminosas é uma mais-valia para a saúde alimentar da população, mas também para a economia e sustentabilidade do país. Por apresentarem elevada qualidade nutricional e custo reduzido, tendo em conta o poder de compra da maioria dos Portugueses, o seu consumo promove uma alimentação variada e equilibrada. in Movimento 2020
Considerando a mudança de hábitos alimentares, o número crescente de pessoas, crianças inclusive, com problemas de obesidade, e doenças decorrentes da má alimentação, o Movimento 2020, propõe uma série de medidas para reverter o quadro. A saber:
- Promover a ingestão de pelo menos 3 porções de leguminosas por semana.
- Incentivar a introdução das leguminosas na alimentação infantil entre os 9 e os 11 meses de idade.
- Fomentar os incentivos à produção nacional de leguminosas (80 a 90% das leguminosas consumidas em Portugal são importadas).
- Envolver o cidadão na definição de estratégias para aumentar o consumo de leguminosas e fornecer ferramentas para alcançar esse objectivo.
- Mobilizar os profissionais de saúde, as instituições públicas e privadas, o sector da restauração e a indústria para a promoção do consumo recomendado de leguminosas.
Já partilhei algumas receitas, como a Salada de feijão frade com abacate e a Feijoada, mas notei agora que um dos nossos grandes favoritos não está ainda aqui. Prometo que a próxima será um maravilhoso Dahl indiano. Entretanto, vão comprando as lentilhas verdes!
Fontes:
Revista Visão 11-17/02/2016
Plataforma Contra a Obesidade
Movimento 2020
segunda-feira, 16 de maio de 2016
sexta-feira, 13 de maio de 2016
Feijoada Vegetariana
Esta feijoada é mesmo deliciosa. Tanto que a Letícia, que sempre torceu o nariz à outra, não hesita em trocar seja que prato for por esta, a minha feijoada.
Feijoada Vegetariana
Ingredientes:
500 gr de feijão vermelho cozido
uma cebola
três tomates médios maduros
alho a gosto
uma couve lombarda pequena
duas cenouras
uma fatia de abóbora
um talo de aipo
folha de louro, sal, pimenta e colorau
Como fazer:
Fazer um refogado com a cebola e azeite. Quando ficar transparente juntar o alho picado. Deixar cozer um pouco, e acrescentar os tomates cortados aos bocados, as cenouras, o aipo cortado às tiras finhas, a abóbora aos bocados; temperar com sal e louro, e deixar refogar. Quando estiver cozido, acrescentar o feijão já cozido, e a couve lombarda ripada. Rectificar os temperos, pimenta e colorau. Deixar cozer e apurar.
Servir com arroz branco.
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