segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Hall de Natal 2016


Este ano, devido aos diversos testes e trabalhos que os meus filhos têm tido que fazer, a decoração de Natal atrasou-se bastante mais do que habitualmente. E estávamos a sentir falta da atmosfera natalícia que nos envolve e prepara para a festa, que nos é a mais querida do ano.
Porém, por outro lado, eu estava também com pouca inspiração. E no hall de entrada, gosto de fazer uma decoração com significado. Mas depois de começar o processo, as vinhetas foram-se construindo como que capítulos da mesma história. 

Aproveitei a "coroa/janela" do Natal passado, agrada-me muito mais do que a coroa, por a achar mais sugestiva; a janela como metáfora do interior/exterior, do passado/presente, aplica-se mais justamente à quadra. Reformei-a, aplicando-lhe mais alguns galhos, um cano de bolinhas vermelhas e um laço de serapilheira. 
Recolhi os vários anjos dispersos pela casa, para reunir um coro de anjos, que rodeiam o minúsculo presépio; este, de barro preto, foi escolhido para festejar o recente reconhecimento, pela Unesco, da  Olaria de Bisalhães como Património Cultural Imaterial.  
O cenário das casinhas, e os meninos a brincar com o trenó, reflecte o nosso imaginário comum do tema natalício, sendo sempre do agrado dos meus filhos. 
E claro, não poderiam faltar as velas, que representam a Luz. Precisamos cada vez mais dela, para nos guiar e iluminar o caminho. 

Apesar do que muitos dizem, para mim, continua a fazer sentido celebrar o Natal; tem que é que ser noutros moldes. Com mais significado espiritual, mais recolhimento e profundidade. 

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Os Segredos Para Uma Vida Feliz, aos 8

Via
Uma menina de 8 anos escreveu, e eu aproveito e traduzo, para a versão "adulta":

1- Brinque.                 1. Ria muito.
2- Coma um gelado.          2. Tome um copo de vinho tinto por dia.
3- Faça amigos.             3. Tenha uma vida social.  
4- Ame tudo.                4. Seja grato por tudo.
5- Arranje um cão.          5. Adopte um animal de estimação. 

Os pequenos estão sempre a ensinar-nos. 

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Não é lata, é intimidade!

Desengane-se quem pensa que bastam os laços familiares, mesmo os mais próximos, como mãe-filho, pai-filho, irmã-irmã, para haver intimidade. 
As relações podem ter como base o sangue, porém, se não forem "trabalhadas" não nos levam para além da superficialidade. É necessário investir, tempo, atenção e dedicação. E é preciso uma vontade consciente para o fazer. Por isso, muitas relações de amizade se transcendem para além delas, pois foram esculpidas para alcançar outro patamar.

No entanto, por acharmos que os laços sanguíneos automaticamente nos proporcionam um estatuto de intimidade, descuidamos as relações familiares. E um dia, ao olharmos para quem nos é próximo, damos por nós a pensar numa pergunta que queremos fazer, num comentário que desejamos partilhar, e não ousamos. 

A relação pais-filhos é privilegiada, no sentido da existência abundante de oportunidades. Temos, constantemente, momentos em que podemos demonstrar empatia e respeito, que para mim são fundamentais na construção dos relacionamentos íntimos. Nenhum filho confia em quem não o compreende e respeita. Discordar é outra coisa; está numa área diferente, não sendo ameaçador perante argumentos válidos. E não há mal algum na discórdia, porque as pessoas pensam constantemente de formas diferentes. Temos apenas que aceitar essa diferença, com respeito pelo outro. 
Portanto, que alguém levante uma questão do foro intimo a um amigo, que a própria mãe não ousa abordar, não é atrevimento, é a prova da existência de intimidade. 
E quem a quiser, que faça por isso.      

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Os nutrientes e vitaminas estão na casca


Nunca tive muito o hábito de utilizar na cozinha caldos comprados, porém, desde que me tornei vegetariana dispensei-os definitivamente.

Com certeza que dão mais sabor a determinados pratos, mas há outra forma de o obter, mais saudável, económica e boa para o ambiente, por ser 100% natural. 
Basta guardar as cascas e cabeças de legumes que utilizou para a sopa, ou qualquer outra coisa, como restos de cenoura, courgete, abóbora, brócolos, couve-flor, batata-doce, etc. Se não tiver grandes quantidades de uma só vez, vá congelando. Colocar numa panela com água, temperar com sal e um dente de alho,e deixar cozer em lume muito baixo, cerca de uma hora. 
Utilizar de seguida, ou guardar no frigorífico não mais de 2 dias. Para além disso, convém congelar. 
Para utilizar em sopas, arroz, estufados, etc. 

Dica inspirada no blogue The Greenv.

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Quando é Música


Estava no manual de Francês do Duarte. Fornecendo muita matéria de estudo, sobre um assunto sério, embrulhada em belíssima melodia. Deveria ser sempre assim, a música.