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terça-feira, 16 de maio de 2017

- Tchau, Shin Chan!




A polémica du jour: a série japonesa, Shin Chan, transmitida pelo canal Panda Biggs vai mudar de horário, para depois das 22.30, em consequência de uma cena considerada pornográfica e pedófila. Detalhes aqui. 
A série tem imensos fãs, que apreciam a personagem principal exactamente por ser disparatada e divertida. Os desenhos animados são transmitidos há muitos anos, e nunca algo de este tipo lhe foi apontado. Cá em casa os meus filhos nunca lhe dedicaram grande atenção (felizmente), e do pouco que eu vi, confesso que para além de a considerar pouco educativa, nunca vi nada comparável às actuais acusações. 

Acompanhar o que os filhos vêem de forma a permitir que assistam ao que consideramos adequado, torna-se tarefa impossível, dado que os pais não podem sentar-se no sofá a ver toda a televisão que os filhos vêem.
Porém, uma amostra analisada pelos pais, torna-se claramente insuficiente,  pois a qualquer altura, uma série que "aprovamos" exibe uma cena totalmente estapafúrdia, que obviamente condenamos.

Não são os imensos programas com conteúdos desadequados, violentos e de cariz sexual, transmitidos em horário nobre, sem a devida sinalização, que servem de justificação para cenas destas incluídas nos anime. Esses também estão a ser erradamente transmitidos, seja devido ao canal, ou horário. 
Não se trata de educar os filhos em redomas, porque isto é exactamente o contrário, atirá-los às feras.  Aceitar estas situações banalizando-as, é expor as crianças de forma inconsequente, ensinando-as a sujeitarem-se ao perigo, como algo normal. E isso é o que de facto me assombra, aqueles que deveriam estar vigilantes e proteger as crianças, já estão de tal forma comprometidos que simplesmente não vêem as implicações, nem consequências. E para eles, tudo isto não passa de um grande exagero!

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Os livros do PNL são indicações sérias?

Desde há muito que defendo a leitura infantil como hábito familiar obrigatório, porque é na infância que se cria e guarda raiz este habito. E porque os benefícios da leitura são diversos e de grande importância. Mas também tenho falado repetidamente, que é importante os pais lerem os livros antes, para não terem surpresas; há livros que realmente não valem a pena, que são desperdício de tempo e dinheiro. Outros que não são, de todo, adequados.

Tenho, porém, a noção que esta tarefa, que adjudico aos pais, nem sempre é fácil devido à falta de tempo, a mais comum e verdadeira das queixas. 
Agora, que pessoas, que fazem desta selecção trabalho, não se dediquem à tarefa de fazer leituras das "obras" que aconselham no Plano Nacional de Leitura, falhem, deixa-me deveras perplexa. E não apenas leitores se espantam, os próprios autores, pelo menos aqueles com consciência, se indignam manifestando com justiça a sua incompreensão, como a escritora Alice Vieira.

Já nem na lista do PNL podem os pais confiar! 

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Novas orientações para o pré-escolar são claras: crianças não devem ser classificadas

"Nem classificação da aprendizagem da criança”, nem “juízo de valor sobre a sua maneira de ser”...
Concordo, só peca pela demora. Estão há anos a pressionar e rotular crianças, que deveriam estar ainda a desfrutar da brincadeira, verdadeira prerrogativa da infância.
Também espero que isto se reflicta na parte burocrática dos profissionais de Educação, libertando-os para o trabalho de sala, com as crianças, que é o que de facto importa.

Notícia aqui.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

A quem serve a Escola?

Via
Esta última notícia, sobre o alargamento do horário escolar, tem causado grande celeuma. Como sempre, há quem concorde, e quem discorde. Quem veja aspectos positivos, e quem veja aspectos negativos. Mas quais terão mais peso?

Para os primeiros, é um problema resolvido; por exemplo, para pais que trabalham depois do actual horário lectivo. Deixam de necessitar de recorrer ao A.T.L., e com isso, menos um encargo no orçamento familiar. Ou então, as crianças passam a ficar resguardadas, em vez de deambularem pelas ruas entregues a elas mesmas
Além disso, quem não quer, não fica! O horário não é obrigatório.

Para outros, como os professores e profissionais educativos, é um problema que surge, com a possibilidade de horários incompatíveis com as suas próprias famílias. Receosos de verem os seus horários mais fragmentados, entre escolas, e localidades diferentes. 
Preocupados por anteverem alunos cada vez mais irrequietos e saturados da escola. 

Muito se supõe, porém, o facto é que Portugal ocupa já o 2º lugar de mais horas na escola.

O famoso psiquiatra Augusto Cury afirmou: " Nunca tivemos uma geração tão triste, tão depressiva.", atribuindo a responsabilidade aos pais, Escola e excesso de estímulos. Haverá quem lhe rebata o discurso, e se negue a ver nele uma realidade preocupante?

Podemos filosofar, todavia é certo que tudo se conjuga a favor do mercado de trabalho. Mercê da crise, as relações laborais tornam-se  cada vez mais insanas; reféns do medo ao desemprego e precariedade, os trabalhadores aceitam a disponibilidade absoluta, enquanto a remuneração vai em caminho inverso. Cada vez mais frequentemente, acumulam trabalhos. Indisponíveis para eles mesmos, e suas famílias. Para os seus filhos.
A nossa realidade promove a alienação de pais e filhos. Uns dependentes do trabalho, outros enclausurados em escolas e dependentes de consolas. O Estado, como um "bom patriarca", assim o institui.   

Para fechar o ciclo, atam-se as pontas soltas; a escola fica aberta até às 19:30. Mas... alguém perguntou às crianças o que elas querem? O que elas precisam? O que elas sentem?

  

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

É Permitido Mudar o Nome?

Sim, é. Segundo este artigo, cerca de meio milhar de pessoas mudaram de nome em 2014; apesar de ser um dos emolumentos mais caros ( 200€), o processo é simples.

Ainda que na maior parte dos casos a mudança fosse apenas relativa a nomes de família, uma parte residual mudou ou retirou o nome próprio. Há várias motivações para mudar de nome. Sendo a nossa primeira marca de apresentação, frequentemente sem antes sermos vistos, acarreta um peso substancial. Que tanto pode dar informações ditas positivas, como negativas, julgamos nós. E por essa mesma razão, há quem não se identifique com o seu nome próprio, e o queira alterar.

Convenhamos que há nomes realmente constrangedores, que revelam um consensual gosto duvidoso, senão mesmo um verdadeiro delírio; li há dias uma notícia que relatava o indeferimento de um juiz, perante a escolha do nome Nutella, para a filha de um casal.
Outros, pecam pelo excesso de confiança da parte dos progenitores, que poderá resultar numa espécie de castigo para quem o recebe; no caso, estou a lembrar-me de Linda.
Há ainda quem apenas goste do nome, não o relacionando com alguma personalidade que o tornou famoso pelas piores razões, como por exemplo, Adolfo.

Ou simplesmente, e talvez a hipótese mais vulgar, o nome herdado de familiares ou padrinhos, caiu em desuso ou está fora de moda.

Desde o berço identificados com um nome que não gostamos, ou o gosto se adapta ao hábito e nos identificamos com ele, ou a rejeição poderá criar muitos conflitos de identidade. Neste último caso, é compreensível que a mudança de nome seja uma alternativa a ser concretizada. É certo, porém, que parte das pessoas que fizeram essa alteração, acabaram por voltar a requerer o seu primeiro nome próprio. O que me leva a pensar, que mais do que uma questão de gosto, é uma questão de bem-estar pessoal.

Se a responsabilidade dos pais, na escolha do nome dos filhos já era grande, com a globalização, e flexibilidade da Lei que aceita nomes estrangeiros, o desafio alcançou um outro nível. Sendo bem precisos nove meses de reflexão!

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Revolução da Cidadania


Como já disse antes, não é porque os eleitores estão fartos de Política que se abstêm de votar; estão é, fartos dos políticos.
E o fenómeno não é apenas nacional, os espanhóis queixam-se do mesmo, por isso o PODEMOS ganhou a força que ganhou, num tempo record.

Estamos nós, impacientes, à espera de algo semelhante. De um cidadão idóneo e capaz, que avance, para juntos fazermos a revolução da cidadania.

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Ébola - Pandemia ou Embuste?

Depois de ler no FB vários comentários que exprimem medo, até pânico e mesmo preconceito, no sentido de desejarem o fecho das fronteiras aéreas a determinados países, e impedirem que doentes recebam tratamento, pensei: - Estamos perante uma repetição da gripe A!

A situação é idêntica, os meios de comunicação têm teimosamente batido na tecla "ébola", divulgando os número de  (supostos ) óbitos causados pela doença, e indicando a localização de cada doente contaminado pelo "ébola", cada vez mais próximo, geograficamente. 

A ideia de que teremos uma pandemia vai-se generalizando, e com isso o pavor. Não me espantará mesmo nada que proximamente a indústria farmaceutica apresente, em triunfo, uma vacina para o ébola! Parece-me ser essa a próxima etapa, tal como aconteceu no dejá-vu da Gripe A.

Sou habitualmente muito céptica relativamente a este tipo de notícias, e este artigo do Público, da autoria do Dr.Pinto Coelho vem fundamentar a minha desconfiança. Aconselho a leitura do mesmo, mas ainda assim lembro:  cuidados e caldos de galinha, nunca fizeram mal a ninguém.

( Aqui, o que escrevi sobre a famigerada gripe A, na época )

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Dom da Ubiquidade

Julgava que apenas Deus o tinha, mas parece que não. É o dom de alguns médicos também. Infelizmente, os pacientes, sobretudo os das Urgências, parecem discordar.

Em época de cruzamento de dados é no mínimo estranho que tenha demorado tanto a descoberta deste...milagre.

terça-feira, 3 de junho de 2014

Da série: O que já não aguento - Futebol

Via










Esta cobertura exaustiva às actividades ( e inactividades ) da selecção de futebol desgasta-me. Já nem sequer suporto ouvir uma sátira a respeito deste assunto, até ao fim.

Para quem ainda conseguir, há-de estar por aqui.


quarta-feira, 28 de maio de 2014

Dicas Para Uma Vida Longa e Feliz


Via
Enquanto fazia zapping encontrei uma reportagem, sobre um estudo feito nos E.U. , a seniores com mais de 90 anos. Esta pesquisa, envolvendo cerca de 14.000 sujeitos, segue-os há já alguns anos, estuda-os a nível mental e físico, através de diversas técnicas, exercícios e análises.

Portanto, a responsável deste programa já pôde apresentar algumas conclusões, à entrevistadora, que interessam a quem deseja alcançar semelhante longevidade; a saber:

- Vida social: Estas pessoas convivem com familiares e amigos habitualmente; saem diariamente para jogarem às cartas, tomarem um chá, ou jogarem bingo. Alguns, já viúvos, namoram e têm encontros amorosos, o que os motiva para sairem para dançar ou fazer jantares românticos.

- Exercício: Todos fazem exercício físico diariamente, sendo a caminhada de 45 minutos o exercício ideal. Caminhar 3 horas não tem mais benefícios do que caminhar três quartos de hora.

-Bebidas: Todos bebem diariamente um copo de vinho. Branco ou tinto é indiferente. E também café, entre um a três, diariamente, não faz mal algum, pelo contrário.

Achei estas conclusões muito interessantes, fazem todo o sentido para mim. Sem dúvida que o romance prolonga a vida, ou alguém duvida? Encontrar amigos e fazer com eles programas, obriga as pessoas a sairem de casa, a terem motivos para se arranjarem, e enquanto convivem o cérebro está a activo.

As caminhadas fazem-se ao ar livre, e para além de contribuir para a boa forma física, o sol proporciona-nos vitamina D, indispensável para o nosso bom humor. Veja aqui mais benefícios.

Ignoro se o vinho ou o café têm de facto propriedades que potenciam a longevidade, porém, o que eu sei é que o momento de degustação dessas bebidas nos provoca um certo prazer, e esse desfrutar do momento, de um copo de vinho, por exemplo, é realmente um dos segredos para viver bem.

O sorriso foi algo que não foi referido mas que eu notei ser comum a todos os entrevistados. Parece-me que estar de bem com a vida, e gostar de viver é também fundamental!

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Dia Internacional das Crianças Desaparecidas


via

25 de Maio é o Dia Internacional  das Crianças Desaparecidas. Recebi um email da APCD - A Associação Portuguesa de Crianças Desaparecidas que fornecia os seguintes dados:

Em 2013, desapareceram em Portugal, por idades (participações apenas à PJ):

dos 0/9 anos - 89
 casos
dos 10/12 anos - 76
 casos
dos 13/14 anos - 352
 casos
dos 15/18 anos - 1117 casos

Números de abuso e exploração sexual de crianças:
1326 casos investigados por abuso sexual de crianças
49 menores sinalizados como vítimas de tráfico
17 desses casos referem-se a investigações de tráfico para exploração sexual
(Dados fornecidos pela PJ e RASI)

A APCD aproveitou esta data, para lançar uma nova campanha para chamar a atenção para o flagelo da pedofilia. Um tema que merece a atenção de todos e não pode ser silenciado.
Com o mote “O mau da fita está entre nós. Mais próximo do que imagina”, é uma nova campanha de sensibilização para abuso e exploração sexual de menores irá marcar presença na televisão, imprensa e mupis.


Para seguir a actividade desta associação, ver aqui.

Segundo o Instituto de Apoio à Criança, metade das crianças dadas como desaparecidas fogem de casa. Quando são encontradas não são imediatamente devolvidas à família ou Instituições onde estão, as razões da fuga são averiguadas, pois a fuga tem sempre motivos que o justificam. Ninguém foge de onde está bem, como eles dizem.

Quanto à outra metade... é realmente algo dramático.

Recordo-me de certa altura ver uma reportagem na televisão acerca do assunto, e um membro da PJ referiu alguns aspectos que julguei extremamente pertinentes:

- Quem rapta a criança sabe o seu nome; a criança acha que quem sabe o seu nome não é um estranho.
É fácil descobrir o nome das crianças, basta observá-las a brincar e ouvir os amigos a chamarem os nomes uns dos outros. Temos que dizer explicitamente às crianças que estranhos são todas as pessoas que nunca viram, e que mesmo que as tenham visto a conversar com os pais, podem ser apenas conhecidos, e nunca deverão acompanhar essas pessoas.

- É errado pensar que só as crianças sozinhas são raptadas, mesmo estando com outras crianças não é seguro. É sempre necessário a vigilância de um adulto.

- Não deixar "rasto" dos filhos na net. Há quem julgue este aspecto paranoia, porém para a Policia é levado muito a sério, que aconselha a: não publicar fotos dos filhos, muito menos moradas, nem escolas, nem crianças com uniformes, etc. 

 Mesmo que fosse apenas uma criança desaparecida por ano, continuaria a ser dramático.

sexta-feira, 9 de maio de 2014

" Devolvam as nossas meninas"!

via  Bring Back Our Gils
A notícia das meninas raptadas da escola, na Nigéria, no mês passado fez-me lembrar um livro que li há alguns anos; contado na primeira pessoa, uma história real, muito idêntica a este acontecimento. Parece que naquelas paragens do mundo, isto acontece muito. Muito mais do que nós sabemos.

Quando sucede de algum europeu ou norte-americano ser raptado nesses países, os jornais e telejornais não param de falar no assunto. A notícia não sai do ecrã e os políticos agem.

Porque não acontece o mesmo agora? Felizmente, as redes sociais também têm coisas boas; esta é uma delas, este movimento vai trazer as meninas de volta!

quarta-feira, 12 de março de 2014

Um amor com seiscentos anos


Via
Esta de amor carta foi encontrada em Andong, Coreia do Sul, junto ao coração de um homem mumificado, que viveu no século XVI. Uma impactante declaração de amor, um sofrimento tão avassalador, resultam nesta carta que mesmo atravessando séculos mantém um sentimento extremamente comovente.
Quem terão sido eles?

                                                                                                           "   1 de junho de 1586

Sempre disseste "Amor, vivamos juntos até que o nosso cabelo fique branco e possamos morrer no mesmo dia". Como pudeste morrer sem mim? Quem vamos ouvir, o meu pequeno e eu e como devemos viver? Como pudeste afastar-te de mim?

Lembras como o teu coração morava em mim e como eu habitava o teu? E eu Dizia-te sempre "Amor, haverá alguém que se ame como nós? Realmente como nós?" Como pudeste deixar-me assim, depois de tudo?
É que não posso viver sem ti. Quero ir contigo. Por favor, leva-me para onde quer que estejas. Meu Coração, os meus sentimentos por ti são a última coisa que poderei esquecer deste mundo. Em meu coração dilacerado só há uma dor sem limites. Só consigo perguntar-me: Como poderei viver com a criança se nos faltas, pensando em ti, sem forças para acalmar-me?

Por favor, responde-me a todas estas perguntas. Lê esta carta e responde-me com todos os detalhes nos meus sonhos quando puderes. Esta foi a razão para ter escrito esta carta e enterrá-la contigo. Oxalá possa escutar a tua voz suavemente nos meus sonhos. Olhá-a atentamente e fala comigo. Um dia disseste-me que querias dizer algo ao menino quando viesse ao mundo, mas partiste tão repentinamente que quando der à luz o menino a quem chamará pai?

Poderá alguém imaginar como me sinto? Não há tragédia igual  debaixo do céu. 
Tu está apenas noutro sítio, e não em tão profunda tristeza como eu. Não há limite nem fim ao meu sofrimento e eu mal consigo escrever. Não há limite ao que quero dizer e páro por aqui. "

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Orgulho Minhoto

Via
A passear por Beverly Hills, Sharon Stone exibe o famoso coração de ouro em filigrana minhoto. O artesão, de Gondomar, tem outras clientes tão famosas como a actriz.

Eis um exemplo do milagre económico português: Turismo e Exportações a aumentar!

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

"Turismo de Borrasca"

A expressão é do Ricardo Araújo Pereira, usada recentemente numa "Mixórdia de Temática"; e a julgar pela escolha do tema também a ele lhe deve causar muita confusão, esta contemplação do litoral, em dias de tempestade.

Não compreendo esta  atracção  para a beira mar, nesta época de ondulação marítima intensa e extraordinária, colocando a vida das pessoas em risco.

Recentemente vi na televisão, uma onda gigante que alcançou o passeio na Foz do Douro, arrastando carros e pessoas. Uma delas ficou presa debaixo de uma carrinha e teria afogado, não fosse auxiliada por outras pessoas.
O que faziam ali aquelas pessoas? Debruçadas para o mar?  É pela adrenalina? Pela beleza da natureza? É uma pergunta que faço sempre que vejo este tipo de comportamento. Não entendo.

Eu temo respeito muito o mar. Mesmo durante o verão, basta ver a bandeira amarela e já fico em alerta. Porque convenhamos, o mar tem direito de estar furioso, depois do desrespeito com que o tratamos.

Há dias, perante uma situação, alguém me disse - "Ah, tens medo, não é?",  ao que eu respondi: - Pois, o medo preserva-me!

Talvez seja isso, pessoas sem medo. E com muita vontade de fazer Turismo.


quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Antibióticos não curam constipações, nem gripes!

Imagem e notícia via

Recentemente uma pessoa contava-me que tinha tido gripe, foi às Urgências e lhe receitaram antibióticos. Todo este cenário, para mim, é surreal. Cá em casa as gripes e constipações curam-se com Antigripine, chás de limão e mel, roupa quentinha e cama. Sem ida ao médico, sequer. 

Tenho a impressão que todos os anos pelo Inverno, sai alguma notícia na comunicação social sobre o uso excessivo de antibióticos, pelos portugueses. Parece que os hábitos custam mesmo a mudar, mas em questões relacionadas à saúde, tenho a certeza que não deveria ser assim.

A partir do momento que se diz que o consumo excessivo de antibióticos reduz o nosso sistema imunitário, tornando-nos menos resistentes às bactérias, bastaria para pensarmos mais seriamente sobre o assunto. E não os pedirmos de ânimo leve para curar gripes e constipações, que são virais, não se curam com antibióticos!

Porém, o que eu vejo frequentemente é bastante diferente; muitos pais sentem-se mais seguros quando os médicos prescrevem antibióticos aos filhos, e inclusivamente desdenham dos médicos que não o fazem. No entanto, estes, sendo os profissionais, deveriam saber muito bem que os antibióticos curam infecções bacterianas apenas, e não os receitar para infecções virais. E acima de tudo, aproveitar a oportunidade para informar e educar os pacientes.


terça-feira, 19 de novembro de 2013

Jogo Suécia - Portugal

Achei esta notícia "cómica"; os Suecos planeavam recolher a cobertura do estádio, para pôr os jogadores portugueses em desvantagem! Mas os portugueses resolveram dar-lhes o troco, mostrando que o frio não os desmotiva, pedindo que a cobertura ficasse mesmo aberta!

Só no final da tarde se saberá qual a decisão. Mas cá para mim, são os suecos que estão a tremer... e não é de frio!
Ó.... joguinhos patéticos!

terça-feira, 12 de novembro de 2013

O SNS e a Drª Ana Oliveira

Depois de ver esta investigação da TVI, só posso concluir que se o SNS não funciona, é porque o Ministério da Saúde não quer.
Não me parece que seja um caso isolado, deve ser um fenómeno a nível nacional. Uma vigarice tremenda que lesa o Estado e brinca com a saúde e carteira dos cidadãos. Muitos deles carenciados e idosos. Uma indignidade.

Não conheço a médica que testemunha e teve a coragem de reunir provas,  mas só posso concluir que é uma pessoa honesta e destemida.
Porque não compactua com falcatruas e as denuncia. Porque teve a coragem de se expôr, denunciando os seus pares. E creio que todos sabem como este lobby  funciona - protegem-se uns aos outros, nem que seja com o silêncio.

E acima de tudo, é um exemplo como cidadã. Estamos tão necessitados destes exemplos...

-Bem-haja, Drª Ana Oliveira!

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

O GRITO GUARANI KAIOWA

Há pouco tempo, vi o  filme Avatar com o Duarte, e na altura comentei com ele que nós, os seres humanos, tínhamos cometido aquelas atrocidades com povos cá na Terra, ao longo dos tempos. E que graças a Deus não tínhamos tecnologia avançada para descobrir outros planetas habitados, porque se por acaso descobríssemos povos menos "evoluídos" do que nós, voltaríamos a dizimá-los, escravizá-los, a explorá-los.

O ser humano não aprende nada! Infelizmente continua a cometer os mesmos crimes que foram cometidos há vários séculos atrás. A repetir episódios trágicos, sem respeito pelos mais frágeis, que a duras penas vivem e sobrevivem num Mundo moderno, tecnológico e materialista.

.  .

Tomei conhecimento através do Pavulagem da Rô, e também do Alvorecer.
E a esses blogs me junto, para divulgar esta notícia; convido - e peço - a todos os que me leem que divulguem, através das redes sociais, e assinem as petições a favor dos Guarani, povo indígena brasileiro. Para que não sejam expulsos de suas terras nem assassinados, como tem acontecido.
O  governo brasileiro está a ser cúmplice desta situação criminosa e é nosso dever denunciar e protestar.

Os Guarani preferem ficar e morrer, a serem expulsos das  terras onde sempre viveram, durante gerações, e lhes cabe por direito natural.

Se o Avatar o comoveu, e revoltou, tem agora oportunidade de fazer alguma coisa.
Não podemos ser cúmplices com o nosso silêncio. Juntos poderemos fazer a diferença.

Petição para presidente Dilma:
Leia a íntegra da Carta da comunidade Guarani-Kaiowá de Pyelito Kue/Mbarakay-Iguatemi-MS para o Governo e Justiça do Brasil:
Carta da comunidade guarani-kaiowa
Leia a íntegra da Carta de Comunidade de Passo Piraju-Dourados-MS frente à ordem de despejo da Justiça Federal da TRF 3 São Paulo:
Carta da comunidade de Passo-Piraju-Dourados-ms frente a ordem de despejo da justiça federal
 
CAMPANHA SOLIDÁRIA AO POVO GUARANI E KAIOWA:
Solidariedade guarani kaiowa
 
Petição EU APOIO A CAUSA INDÍGENA 


Nunca aquela frase " A indiferença mata" fez tanto sentido.

Até breve!