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sexta-feira, 10 de agosto de 2018
quinta-feira, 2 de agosto de 2018
sexta-feira, 15 de maio de 2015
Insubmissa me confesso
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| Via |
Em defesa do Património cultural.
É incorrecto que a aplicação do AO.90 seja obrigatória a partir de 13 de Maio deste ano; em abono da verdade, a data é 22 de Setembro de 2016.
Também eu continuarei a escrever em Português.
quarta-feira, 21 de março de 2012
Visita ao Castelo da Póvoa de Lanhoso
Por isso se fazem visitas de estudo. Que não têm que ser sempre promovidas pela escola; os pais podem e devem aliciar os filhos para momentos de estudo, embrulhados em papel de lazer!
Tanto no 4º ano, como no 5º, os alunos estudam um famoso episódio relativo à fundação do Reino Portucalense, que é o encarceramento de D.Teresa, por D.Afonso Henriques, seu filho.
Conta a Lenda que D.Afonso Henriques se insurgiu contra a mãe, D.Teresa, por esta ser adepta da soberania espanhola, e ele pretender a independência do reino.
Após a batalha de S. Mamede e vitória do filho, este terá enviado a mãe, para as masmorras do castelo da Póvoa de Lanhoso, onde terá permanecido, antes de seguir para o exílio, na Galiza.
Para além deste longínquo e bizarro episódio que remonta aos primórdios da nacionalidade, o Castelo tem a particularidade de estar construído no pino do maior afloramento monolítico granítico conhecido. ( Fonte )
A sua construção data de 1071, por ordem do arcebispo de Braga. No sopé do monte do Pilar, encontram-se ainda ruínas de habitações castrejas, bem conservadas, que remontam à idade do Ferro.
Fica localizado a cerca de 25 kms de Guimarães, pelo que a pretexto de uma visita à capital europeia da cultura, a visita se torna praticamente obrigatória!
Uma sugestão histórica para a primavera e verão, que promove o turismo dentro de Portugal.
Até breve!
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Fé na República? Ainda?
Há homicídios que são especiais; são tão graves e chocantes que têm até uma designação diferenciada: matricídio, parricídio, fratricídio….e regicídio. O assassinato do rei está na mesma linha dos crimes contra-natura.
Há episódios da História de Portugal de que eu não gosto mesmo nada, e esse do assassinato do rei D.Carlos e do filho, o príncipe herdeiro Luís Filipe, é um deles. Sem saber exactamente porquê sempre me senti um pouco envergonhada com esse acontecimento. Embora não possa ser responsabilizada, sentia-me conivente; talvez por aceitar viver num regime republicano sem contestar.
Dizem que somos um povo de brandos costumes, no entanto, nessa passagem da Monarquia para a República, não se viu brandura alguma. Foi violento, cruel e desnecessário.
Há dias, quando eu sugeri a uma pessoa que ia participar numa corrida em homenagem à República, que vestisse uma t-shirt azul, ela perguntou-me se eu sou monárquica.
- Já fui menos. Respondi.
A minha fé neste sistema político tem sido constantemente abalada. O que falta em competência e honestidade, abunda em oportunismo e má-fé, de tal forma que os poucos políticos decentes se afastaram da cena política, enojados e frustrados.
Os reis foram acusados de viverem faustosamente e afastados, porém os palácios, construídos por eles, monumentos históricos que nos orgulham, são hoje habitados pelos políticos republicanos. E estes, o que constroem? Mamarrachos! Vejam lá se o Presidente Cavaco Silva foi viver para o Centro Cultural de Belém!
Se na história da Europa tivessem existido Repúblicas desde sempre, este Continente seria feio, pobre e sem história. As monarquias privilegiaram o belo, e ao longo dos tempos, os reis foram mecenas dos artistas que ficaram na História, imortalizados nas suas próprias obras. Quantos não se teriam perdido, numa Republica?!
As monarquias na Europa funcionam muito bem, todos sabemos disso. As famílias reais souberam actualizar-se e integrarem-se num novo modelo de sociedade. E acredito, que devido à continuidade, na representação dos seus papéis, os países onde reinam são mais beneficiados.
O Rei D.Carlos teve uma educação primorosa, como seria de esperar, preparando-o para ser rei. Foi um homem de diversos e conceituados talentos; culto, falava fluentemente francês e inglês, pintava com maestria, interessava-se pela ciência sendo inclusivamente reconhecido internacionalmente; desportista sem-par, fez de resto imenso pelo desporto em Portugal.
“ Nunca esqueci, um instante sequer, quais são os meus deveres para com a minha coroa e para o meu querido país”. Rei D.Carlos
Foi o último governante português a pensar assim. Depois dele, vieram os que só pensam neles próprios. E nas famílias. E nos amigos, claro!
Por tudo isso, meus caros leitores, amanhã não festejarei o regicídio que é mesmo que festejar a implantação da república. Tal como não festejo a injustiça!
Quem sentir que o momento é de festa, que a cena política nacional merece festejos e risos, faça o favor!
Até breve!
Há episódios da História de Portugal de que eu não gosto mesmo nada, e esse do assassinato do rei D.Carlos e do filho, o príncipe herdeiro Luís Filipe, é um deles. Sem saber exactamente porquê sempre me senti um pouco envergonhada com esse acontecimento. Embora não possa ser responsabilizada, sentia-me conivente; talvez por aceitar viver num regime republicano sem contestar.
Dizem que somos um povo de brandos costumes, no entanto, nessa passagem da Monarquia para a República, não se viu brandura alguma. Foi violento, cruel e desnecessário.
Há dias, quando eu sugeri a uma pessoa que ia participar numa corrida em homenagem à República, que vestisse uma t-shirt azul, ela perguntou-me se eu sou monárquica.
- Já fui menos. Respondi.
A minha fé neste sistema político tem sido constantemente abalada. O que falta em competência e honestidade, abunda em oportunismo e má-fé, de tal forma que os poucos políticos decentes se afastaram da cena política, enojados e frustrados.
Os reis foram acusados de viverem faustosamente e afastados, porém os palácios, construídos por eles, monumentos históricos que nos orgulham, são hoje habitados pelos políticos republicanos. E estes, o que constroem? Mamarrachos! Vejam lá se o Presidente Cavaco Silva foi viver para o Centro Cultural de Belém!
Se na história da Europa tivessem existido Repúblicas desde sempre, este Continente seria feio, pobre e sem história. As monarquias privilegiaram o belo, e ao longo dos tempos, os reis foram mecenas dos artistas que ficaram na História, imortalizados nas suas próprias obras. Quantos não se teriam perdido, numa Republica?!
As monarquias na Europa funcionam muito bem, todos sabemos disso. As famílias reais souberam actualizar-se e integrarem-se num novo modelo de sociedade. E acredito, que devido à continuidade, na representação dos seus papéis, os países onde reinam são mais beneficiados.
O Rei D.Carlos teve uma educação primorosa, como seria de esperar, preparando-o para ser rei. Foi um homem de diversos e conceituados talentos; culto, falava fluentemente francês e inglês, pintava com maestria, interessava-se pela ciência sendo inclusivamente reconhecido internacionalmente; desportista sem-par, fez de resto imenso pelo desporto em Portugal.
“ Nunca esqueci, um instante sequer, quais são os meus deveres para com a minha coroa e para o meu querido país”. Rei D.Carlos
Foi o último governante português a pensar assim. Depois dele, vieram os que só pensam neles próprios. E nas famílias. E nos amigos, claro!
Por tudo isso, meus caros leitores, amanhã não festejarei o regicídio que é mesmo que festejar a implantação da república. Tal como não festejo a injustiça!
Quem sentir que o momento é de festa, que a cena política nacional merece festejos e risos, faça o favor!
Até breve!
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
A moda das casas pretas
Em Portugal, já tivemos a fase das casas construídas em granito. Já tivemos a fase das casas forradas a azulejos, muitas vezes autênticas mantas de patchwork. Já as tivemos pintadas de branco. Depois a fase das casas amarelas e finalmente pintadas em vermelho carregado.
Agora, tal qual psicólogos do tijolo, os engenheiros civis e arquitectos, passaram à fase da cinza e preto. Moradias e prédios em construção são exclusivamente nestas cores. E eu tenho-me perguntado: porquê?
Serão estas soturnas cores, reflexo do momento social que vivemos? Sim, porque se tivéssemos, mesmo agora, que atribuir uma cor ao espírito das pessoas seria cinza e preto.
Sinceramente, quem deseja viver numa casa preta, com persianas cinzentas e granito preto polido? Alguém feliz?!
E depois há ainda a questão do calor; aquelas fachadas absorvem o calor do sol e tornam os interiores inabitáveis, se não tiveram ar-condicionado.
E dizia eu, ainda há pouco, que não sabia que tipo de homem vive numa casa cor-de-rosa! E vocês vão dizer-me: - A Fernanda está a ser sexista!
Não, não! Eu própria não gostaria de viver numa casa dessa cor. No entanto, digo-vos, entre cinza e rosa, que venha o rosa! Pela alegria e energia que transmite. Que volte até o patchwork colorido dos azulejos!
Na Republica checa, deslumbrávamo-nos com a beleza das casas; muito ao estilo alemão e austríaco, fazem autênticos cartões postais!
Não compreendo porque em Portugal impera esta falta de gosto. Talvez os profissionais da construção devessem viajar, aculturarem-se, adquirir mais e variadas noções de estética, antes de começarem a desenhar caixotes cinza e pretos.
A sério que não compreendo, e o Feng shui também não!
O mundo não é muito mais bonito e alegre, quando é colorido?! Eu acho…
Bom fim de semana!
Agora, tal qual psicólogos do tijolo, os engenheiros civis e arquitectos, passaram à fase da cinza e preto. Moradias e prédios em construção são exclusivamente nestas cores. E eu tenho-me perguntado: porquê?
Serão estas soturnas cores, reflexo do momento social que vivemos? Sim, porque se tivéssemos, mesmo agora, que atribuir uma cor ao espírito das pessoas seria cinza e preto.
Sinceramente, quem deseja viver numa casa preta, com persianas cinzentas e granito preto polido? Alguém feliz?!
E depois há ainda a questão do calor; aquelas fachadas absorvem o calor do sol e tornam os interiores inabitáveis, se não tiveram ar-condicionado.
E dizia eu, ainda há pouco, que não sabia que tipo de homem vive numa casa cor-de-rosa! E vocês vão dizer-me: - A Fernanda está a ser sexista!
Não, não! Eu própria não gostaria de viver numa casa dessa cor. No entanto, digo-vos, entre cinza e rosa, que venha o rosa! Pela alegria e energia que transmite. Que volte até o patchwork colorido dos azulejos!
Na Republica checa, deslumbrávamo-nos com a beleza das casas; muito ao estilo alemão e austríaco, fazem autênticos cartões postais!
Não compreendo porque em Portugal impera esta falta de gosto. Talvez os profissionais da construção devessem viajar, aculturarem-se, adquirir mais e variadas noções de estética, antes de começarem a desenhar caixotes cinza e pretos.
A sério que não compreendo, e o Feng shui também não!
O mundo não é muito mais bonito e alegre, quando é colorido?! Eu acho…
Bom fim de semana!
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Felizmente, hoje está a chover!
(Campos junto à floresta, na Republica Checa)
Ainda em Espanha, a uns 100 kms de Portugal, encontramos a atmosfera bastante enublada; pensamos que fosse aquela neblina característica de mudança de tempo. Depois começamos a sentir o cheiro de fumo e ao entrar em Portugal deparamo-nos com os primeiros montes queimados.
Ainda saía fumo do solo, e aquele panorama negro, que pouco antes fora verde, deu-me uma enorme vontade de chorar. Que imensa tristeza, entrar no meu país e ver a desolação que o fogo criminoso causara.
Lembro-me das vidas terminadas precoce e tragicamente com estes fogos; insectos como as formigas, grilos e cigarras, lebres e aves, muitas nos ninhos ainda, sem saberem voar. Das casas queimadas, do gado e de pessoas. Dos bombeiros, que para mim são os verdadeiros heróis.
Percorremos cerca de 7000 kms nestas férias e vimos o “verde” na França, Alemanha e República Checa, em toda a sua exuberância. Lá não fazem limpezas das matas, nem das florestas. Contudo, as extensões destas são incomparavelmente superiores às portuguesas. E não acontecem fogos.
O verdadeiro problema não está na limpeza das matas; mas sim, na incompetência da justiça. Se a Justiça portuguesa funcionasse eficazmente o número de incêndios não aumentaria de ano para ano. Enquanto e Polícia prender os incendiários e os Tribunais os libertarem, os fogos de causa criminosa continuarão.
Felizmente, hoje está a chover! Graças a Deus.
Até breve.
segunda-feira, 28 de maio de 2007
5 sítios para visitar onde eu vivo
É isso mesmo, novamente um meme! Beth, dona de Lindo sorriso nomeou-me para falar de 5 coisas que não devem deixar de se fazer na cidade onde moro.
Bem, eu vivo numa localidade pequena que não tem tanto de espectacular, à altura de um meme internacional; portanto, vou falar de alguns sítios localizados nos arredores, de chez moi.

Parque nacional Peneda-Gerês
Oferece uma flora vastíssima e uma fauna diversificada, aliás, o isolamento em que permanecem as altas zonas serranas e as condições favoráveis do meio permitiram que se mantivessem aqui espécies hoje raras e únicas no mundo, como é o caso dos garranos selvagens. Na nossa última visita ao Gerês os meus filhos tiveram oportunidade de ver pela 1ª vez cavalos selvagens, passamos por eles de carro, muito devagarinho, eles nem se assustaram.
O Gerês é um parque extremamente fresco onde o sussurrar dos cursos de água é constante e nas diversas cachoeiras o visitante pode realmente refrescar-se. Infelizmente o fogo no verão é um flagelo que consome vegetação e põe os animais em debandada, entrando desesperados pelas aldeias circunvizinhas.
Para quem quiser estar em contacto com a natureza, fazer um piquenique, tomar um banho de água cristalina, ouvir o silêncio até sentir os ouvidos a zumbir, o Gerês é o local!

Bom Jesus-Braga
Constituído pela igreja(as obras começaram em 1 de Junho de 1784, tendo ficado concluídas em 1811;é um dos primeiros edifícios neoclássicos em Portugal), escadório, enorme jardim com lago, elevador funicular que liga a parte alta da cidade de Braga ao santuário, um terraço de onde se obtém uma vista abrangente sobre Braga.
É muito agradável passear pelos jardins, andar de barco no lago ou simplesmente passear entre as inúmeras árvores de idade venerável que providenciam uma agradabilíssima fresca no verão. O sussurro da água da nascente percorre todo o jardim, indo de cascata em cascata. O parque infantil é dos melhores que conheço, tem tudo a triplicar, por muitas crianças que tenha há sempre algum divertimento livre.
Numa das estradas de saída dá-se um fenómeno raro que tem atraído curiosos desde sempre, inclusive uma televisão francesa esteve lá a gravar para um programa. Sendo a estrada em sentido claramente descendente, basta deixar o carro em ponto morto que ele começa a subir a estrada em marcha-atrás, numa velocidade incrível! Ninguém sabe explicar concretamente a que se deve tal mistério, falam em magnetismo. Há cerca de 3 semanas eu, minha irmã e as crianças divertimo-nos a fazer o teste.

Citânia de Briteiros
Ruínas que datam da idade do ferro. Consiste, basicamente, nos restos de uma povoação, com traços culturais celtas, murada. Existem, na realidade, três muralhas. Sou apaixonada por história e aqui aprende-se um pouco sobre o modo de vida dos celtas. Sempre que temos visitas do estrangeiro levamo-los lá. Faça aqui a visita virtual.

Castelo de Guimarães
Desde já importa dizer que o centro histórico de Guimarães é património da Humanidade.Vale a pena visitar toda a cidade, no entanto vou destacar 2 pontos unicamente; no sec.IX Mumadona mandou construir o castelo para servir de refúgio, às hordas normandas que subindo os rios entravam nas povoações para saquear e matar. Os próprios muçulmanos ocupavam o país até Coimbra, sendo que também eram uma ameaça. Hoje é conhecido como berço da nação. Foi no seu altivo e monumental castelo que nasceu, no século XII, o primeiro rei de Portugal, D. Afonso Henriques.

Paço dos duques de Bragança
O Paço dos Duques de Bragança e um exemplar representativo da arquitectura senhorial quatrocentista e berço da Casa de Bragança. O Paço foi mandado construir por D. Afonso (filho ilegítimo do rei D. João I), entre os anos de 1420 -1422, por altura do seu segundo casamento com D. Constança de Noronha (filha do conde de Gijón e Noronha). O recheio actual é composto por peças de arte variadas e datadas, essencialmente, dos séculos XVII e XVIII. Do referido acervo destaca-se o conjunto das quatro cópias das tapeçarias de Pastrana, cujo desenho é atribuído ao pintor Nuno Gonçalves, as porcelanas "Companhia das Índias", as faianças do Rato, Prado, Viana, Rocha Soares, diversas tapeçarias flamengas e d'Aubusson e mobiliário variado. O paço encontra-se classificado como Monumento Nacional desde 1910.
Podem fazer-se fotos belíssimas nesta visita, as minhas não estão digitalizadas, mas há mais aqui.
Este seria o percurso que eu aconselharia a quem desejar visitar o Norte de Portugal; natureza e história.
Agora vou passar adiante o meme(começa a ser difícil encontrar quem ainda não tenha feito este meme, rsss), designando a Geórgia (na Alemanha) a Rosa (em Espanha) a Rita (na Venezuela), Anita (em Lisboa)e Maribeca (no Brasil).
--------------------------------------------
Não esqueça de assinar a petição no post anterior.Quem quiser copiar e colar no seu blog essa campanha, esteja à vontade. Todos fazem falta!
Uma boa semana!
Bem, eu vivo numa localidade pequena que não tem tanto de espectacular, à altura de um meme internacional; portanto, vou falar de alguns sítios localizados nos arredores, de chez moi.

Parque nacional Peneda-Gerês
Oferece uma flora vastíssima e uma fauna diversificada, aliás, o isolamento em que permanecem as altas zonas serranas e as condições favoráveis do meio permitiram que se mantivessem aqui espécies hoje raras e únicas no mundo, como é o caso dos garranos selvagens. Na nossa última visita ao Gerês os meus filhos tiveram oportunidade de ver pela 1ª vez cavalos selvagens, passamos por eles de carro, muito devagarinho, eles nem se assustaram.
O Gerês é um parque extremamente fresco onde o sussurrar dos cursos de água é constante e nas diversas cachoeiras o visitante pode realmente refrescar-se. Infelizmente o fogo no verão é um flagelo que consome vegetação e põe os animais em debandada, entrando desesperados pelas aldeias circunvizinhas.
Para quem quiser estar em contacto com a natureza, fazer um piquenique, tomar um banho de água cristalina, ouvir o silêncio até sentir os ouvidos a zumbir, o Gerês é o local!

Bom Jesus-Braga
Constituído pela igreja(as obras começaram em 1 de Junho de 1784, tendo ficado concluídas em 1811;é um dos primeiros edifícios neoclássicos em Portugal), escadório, enorme jardim com lago, elevador funicular que liga a parte alta da cidade de Braga ao santuário, um terraço de onde se obtém uma vista abrangente sobre Braga.
É muito agradável passear pelos jardins, andar de barco no lago ou simplesmente passear entre as inúmeras árvores de idade venerável que providenciam uma agradabilíssima fresca no verão. O sussurro da água da nascente percorre todo o jardim, indo de cascata em cascata. O parque infantil é dos melhores que conheço, tem tudo a triplicar, por muitas crianças que tenha há sempre algum divertimento livre.
Numa das estradas de saída dá-se um fenómeno raro que tem atraído curiosos desde sempre, inclusive uma televisão francesa esteve lá a gravar para um programa. Sendo a estrada em sentido claramente descendente, basta deixar o carro em ponto morto que ele começa a subir a estrada em marcha-atrás, numa velocidade incrível! Ninguém sabe explicar concretamente a que se deve tal mistério, falam em magnetismo. Há cerca de 3 semanas eu, minha irmã e as crianças divertimo-nos a fazer o teste.

Citânia de Briteiros
Ruínas que datam da idade do ferro. Consiste, basicamente, nos restos de uma povoação, com traços culturais celtas, murada. Existem, na realidade, três muralhas. Sou apaixonada por história e aqui aprende-se um pouco sobre o modo de vida dos celtas. Sempre que temos visitas do estrangeiro levamo-los lá. Faça aqui a visita virtual.

Castelo de Guimarães
Desde já importa dizer que o centro histórico de Guimarães é património da Humanidade.Vale a pena visitar toda a cidade, no entanto vou destacar 2 pontos unicamente; no sec.IX Mumadona mandou construir o castelo para servir de refúgio, às hordas normandas que subindo os rios entravam nas povoações para saquear e matar. Os próprios muçulmanos ocupavam o país até Coimbra, sendo que também eram uma ameaça. Hoje é conhecido como berço da nação. Foi no seu altivo e monumental castelo que nasceu, no século XII, o primeiro rei de Portugal, D. Afonso Henriques.

Paço dos duques de Bragança
O Paço dos Duques de Bragança e um exemplar representativo da arquitectura senhorial quatrocentista e berço da Casa de Bragança. O Paço foi mandado construir por D. Afonso (filho ilegítimo do rei D. João I), entre os anos de 1420 -1422, por altura do seu segundo casamento com D. Constança de Noronha (filha do conde de Gijón e Noronha). O recheio actual é composto por peças de arte variadas e datadas, essencialmente, dos séculos XVII e XVIII. Do referido acervo destaca-se o conjunto das quatro cópias das tapeçarias de Pastrana, cujo desenho é atribuído ao pintor Nuno Gonçalves, as porcelanas "Companhia das Índias", as faianças do Rato, Prado, Viana, Rocha Soares, diversas tapeçarias flamengas e d'Aubusson e mobiliário variado. O paço encontra-se classificado como Monumento Nacional desde 1910.
Podem fazer-se fotos belíssimas nesta visita, as minhas não estão digitalizadas, mas há mais aqui.
Este seria o percurso que eu aconselharia a quem desejar visitar o Norte de Portugal; natureza e história.
Agora vou passar adiante o meme(começa a ser difícil encontrar quem ainda não tenha feito este meme, rsss), designando a Geórgia (na Alemanha) a Rosa (em Espanha) a Rita (na Venezuela), Anita (em Lisboa)e Maribeca (no Brasil).
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Não esqueça de assinar a petição no post anterior.Quem quiser copiar e colar no seu blog essa campanha, esteja à vontade. Todos fazem falta!
Uma boa semana!
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