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quinta-feira, 20 de março de 2014

Primeiro dia de Primavera!

Via
Gosto tanto da Primavera. Do céu azul que apresenta logo pela manhã. Do sol quente que tanto nos atraí como nos afasta com o seu calor, desejando um pouco de sombra. Da vontade imensa de passar tempo no exterior. De passear de bicicleta e fazer piqueniques. De cuidar do jardim, de ver as flores e folhas brotarem, como que por milagre.
É o fim do Inverno, e de um bastante rigoroso.
É o renascimento!

O Equinócio da Primavera ocorre hoje às 16h57. Este instante marca o início da Primavera no Hemisfério Norte. Segundo o Observatório Astronómico de Lisboa.

terça-feira, 18 de março de 2014

O Presente do Dia do Pai



Assim como se diz que Dia da Criança deveria ser todos os dias, o Dia do Pai também. Evidentemente não me refiro à compra de presentes, para celebrar a ocasião, mas sim àquela coisa tão fugaz, e que não se pode comprar, por nenhum dinheiro do mundo - Tempo!

Os filhos crescem tão rapidamente, e as diversas fases sucedem-se a um rítmo tão alucinante, que nos levam a queixar-nos, a par e passo, sobre a passagem inexorável do Tempo.
Quando o meu primogénito nasceu preveniram-me diversas vezes que isto aconteceria, e aconselharam-me a desfrutar o mais possível do meu bebé; achei bastante exagerado, mas ainda assim aproveitei muito o meu tempo com ele. Porém, não posso deixar de sentir que, de facto, o tempo é apenas nosso aliado, na vinculação, se for bem aproveitado.

Por conseguinte, os Pais não deveriam esperar presentes dos filhos neste dia. Deveriam antes ter noção de que o Presente é todos os dias, todo o tempo que passamos com os filhos, as actividades que desenvolvemos em conjunto, a intimidade que construímos resultante disso. E que ao contrário do presente que guardamos na prateleira, o Presente bem aproveitado não tem data de expiração, ficando amorosamente guardado durante toda a vida, num registo de memórias único, que será aberto e revisitado sempre que necessário.

Acredito que todos os Pais podem alcançar um sonho de criança, transformando-se eles próprios em Super Heróis. Com tempo e dedicação, os filhos haverão de os ver deste modo.

Felizes dias!

sábado, 1 de maio de 2010

Dia da mãe: Homenagem às mulheres que optaram por não ser mães


Há alguns meses vi na tv uma reportagem sobre mulheres que optaram por não ter filhos. Apresentaram razões variadas: falta de sentido maternal, falta de tempo, dedicação prioritária à carreira, vontade de despender o dinheiro em viagens e outras coisas mais pessoais, etc.

Uma destas senhoras confessou que a partir de determinado momento, perante a insistência e incompreensão dos outros, começou a dizer que não tinha filhos, porque não podia!
Nestes casos, as pessoas calam-se. Pensam: - Coitada! Mas realmente param de tentar convencer aquela mulher de que a maternidade é imperdível. A melhor coisa do mundo.
Acreditem-me, eu compreendo-a.

- Ter ou não ter filhos?
- Seria legítimo trazer uma criança a este Mundo, tão difícil e conturbado?
- Não seria esse um acto de egoísmo supremo?
 - Não existiam já tantas crianças no Mundo?
Tempo houve em que eu me debrucei sobre estas questões. E portanto, quando me colocavam aquela famosa questão: - E filhos? Eu respondia com estas divagações, que invariavelmente resultavam na mesma resposta:
- Ah, se todos pensássemos assim ninguém tinha filhos!
- Não deveríamos antes adoptar uma criança?! Retorquia eu.
(  Na época eu achava, erradamente, que a quantidade enorme de crianças para adoptar nas Instituições se devia à falta de adoptantes. Hoje sei que os responsáveis por esse “cativeiro” são a burocracia e os juízes “crentes” nos laços sanguíneos. )
- Ah! Mas,  não quando se pode ter filhos nossos! Resumiam-me imediatamente.

Não me entendam mal, eu penso de facto que ser mãe é fantástico, mas compreendo absolutamente estas mulheres, que conscientemente optaram por não ser mães. Acho-as coerentes. E respeito-as por isso. O que já não compreendo tão bem, são as mães que se queixam das férias escolares porque têm os filhos em casa, e celebram com alegria quando as aulas recomeçam. Isto não é coerente.
Portanto, hoje, dia da Mãe, a minha homenagem vai para essas mulheres, pela coragem de assumirem que os filhos não têm lugar nas suas vidas. Por não se enganarem, nem enganarem os outros – as crianças.

Se você for uma mãe fantástica -  que gosta realmente de ser mãe - e quiser ler uma homenagem mais poética, clique aqui: lirismo imagético, garantido!

Feliz dia!

segunda-feira, 15 de março de 2010

Como reduzir o consumo da carne

Aconteceu quando o Duarte tinha uns 3-4 anos; por ele adorar animais eu tinha o cuidado de colocar nas travessas a carne já partida, porém um dia pus na mesa um frango inteiro. Então, o meu filho, fez-me aquela pergunta fatídica e irritante que faz até hoje: -Mãe, o que vai ser o almoço? Ao que eu respondi inevitavelmente: “frango assado, com batatinhas, arroz a salada”, mas claro que ele  só ouviu “frango”, já estava paralisado a olhar para a ave.
-Nem penses que eu vou comer esse frango, que me faz lembrar os que andam a pé! Foi a resposta do Duarte.

Bom, até hoje sempre que as crianças reclamam da refeição vegetariana, eu arrumo o assunto dizendo:
-Para fazermos esta refeição não foi necessário matar nenhum animal! (Silencio: Nem mais uma queixa)

Há uns tempos, num almoço em que a minha mãe estava presente, eu servi-me de arroz, legumes salteados e um pequeníssimo panado de peru. Evidente que a minha mãe notou imediatamente no tamanho diminuto do meu panado e fez reparos, ao que eu lhe retorqui que estava a reduzir o consumo da carne. Claro que ela não compreendeu, nem eu estava à espera de tal, porém, espero sim que as minhas crianças compreendam e com o tempo aprendam.

Já escrevi antes que cá em casa introduzi uma refeição semanal vegetariana; estas mudanças nos hábitos alimentares fazem-se gradualmente, sobretudo quando as pessoas não estão nada muito interessadas nestas alterações. A chave está no reduzir até suprimir, aprendendo novos sabores em detrimento de outros adquiridos. E explicando que o planeta agradece um menor consumo de carne, além dos benefícios para a saúde.

Tenha uma boa semana!
(Este texto é a minha contribuição para a campanha do "Dia sem carne", 20 de Março, a convite da Luciana, do Germinando)

segunda-feira, 8 de março de 2010

Gavetinha no Contador indo-português


Abria-a no Dia internacional da mulher - Bem sei que o tema é demasiado batido, no entanto é um tema tão tentador! Demais para deixar escapá-lo, pelo menos todos os anos. É que realmente há tanto para falar sobre o assunto, é assim uma espécie de contador indo-português, cheio de gavetinhas e compartimentos.

E desta feita abri a gaveta dos nomes. Sim… porque é que as mulheres ficam com os sobrenomes dos maridos, quando casam?!

Sei que é cultural, na Alemanha por exemplo é aceite pela pragmaticidade ; a família Schutz, a família Baumann… aliás, é assim que atendem o telefone, identificando rápida e sumariamente quem está no lado de lá da linha.
Uma amiga minha finlandesa optou pelo sobrenome do marido, e manteve-o mesmo divorciada, por ele ser croata e ela se tornar assim a única Anita B. de toda a Finlândia.

Em determinados países é opcional e não causa polémica, como por exemplo em Portugal. No entanto, noutros países supostamente modernos é tema de celeuma. Um caso específico, nos E.U. as mulheres podem optar, porém normalmente adoptam o sobrenome do marido. Aquelas que mantém o sobrenome de solteira não são compreendidas; acusam-nas de não amarem os maridos realmente, de não apostarem no casamento, etc.

O que eu sei é que no meu ADN está inscrito o meu sobrenome, aquilo que eu fui, sou e serei, de certeza absoluta.
No meu sobrenome está escrita a história da minha família e é essa que eu carrego.

No sobrenome do meu marido está a história dele e as nossas histórias vão encontrar-se nos nossos filhos. Somente a partir dai.

Pode não parecer, mas tenho para mim que a adopção do sobrenome do marido é uma espécie de apropriação da identidade da mulher. Um cortar com o passado, que efectivamente acarreta uma ideia primitiva e ancestral da passagem de propriedade de pai para marido. Não é isso que simboliza?!

Tenha uma óptima semana!

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Dia do agricultor

(Imagem daqui)

É hoje e eu nem sabia que existia, mas também, pergunto: alguém sabe disso?

O grande problema do nosso país foi desde sempre não produzir; quem o diz é o prof. Hermano Saraiva e creio que está certíssimo. Agora agrava-se ainda mais. A nossa agricultura não existe, a nossa indústria morre todos os dias, a nossa frota pesqueira é praticamente invisível. Comemos os frutos e cereais franceses, o peixe espanhol, a carne inglesa, e vestimos a roupa feita na China, Coreia, Índia e por aí fora.
Estamos a ficar dependentes de países que entraram no nosso mercado com preços competitivos e “arrumaram” com os produtores nacionais. Tiveram também a ajuda dos nossos Governantes, que pagaram para que pés de videira e oliveiras fossem arrancadas. Que multaram os produtores de leite, por produzirem leite demais.

Um belo dia, quando a velha geração de agricultores, últimos resistentes, partir, ninguém saberá como pegar na enxada, como fazer a poda das vinhas, como transformar as azeitonas em azeite e as uvas em vinho. Ninguém saberá como tecer uma peça de pano, cortá-la e costurar uma camisa. Não vai restar ninguém que saiba atirar as redes e em que local do mar, para pescar peixe. Nesse dia, os nossos fornecedores estrangeiros, a preços incrivelmente baixos mudarão os preços nas etiquetas e nós pagaremos o que eles quiserem. Pagaremos caro. Aliás, já estamos a pagar caro.

Hoje é dia do agricultor, do homem que trabalha a terra, que semeia e planta; que rega, aduba e poda. Que faz nascer frutos e vegetais. Para nós comermos. A vida do agricultor é dura, sem horários, sem fim-de-semana. O corpo do agricultor molha-se com a chuva, enruga-se com o sol, arrepia-se com o frio. E no final do mês falta o dinheiro e sobram preocupações. Sempre.

Hoje é dia do agricultor e eu vou ao mercado. Vou comprar a quem produz. E para a semana também.

Tenha uma óptima semana!

segunda-feira, 1 de junho de 2009

A fragilidade da felicidade

(Imagem daqui)
Quando eu era adolescente pensava que a felicidade não existia; não acreditava no casamento, muito menos que durasse para toda a nossa existência. E dizia que dormir era a melhor coisa da vida. Felizmente que a capacidade de reflexão e a experiência me ensinaram que a minha vida não teria que ser igual àquelas que eu conhecia em meu redor. A maturidade mostrou-me que somos nós que riscamos o nosso caminho e olhando para o caminho traçado ao lado podemos aprender e evitar aqueles erros.

Ouço muito as pessoas dizerem: a felicidade não existe, somente momentos felizes. Permitam-me discordar; hoje eu acredito na felicidade como um estado de alma contínuo. Simplesmente creio que o meu conceito de felicidade é um pouco diferente. Enquanto para maioria das pessoas felicidade é um estado de exaltação que se atinge num momento de extrema alegria, por sei lá…ter ganho um prémio, uma herança, uma jóia, ter comprado o carro ou a casa dos seus sonhos; ser promovido, ver a sua foto no jornal, etc, para mim a felicidade é mais calma. Digamos que é exactamente o tempo anterior e posterior a todos esses acontecimentos. Vou usar uma metáfora futebolística: enquanto a maioria fica feliz no momento do golo, eu já estou feliz na preparação do golo e também depois da marcação. Eu saboreio cada momento.

Por vezes, quando entro em contacto com outras realidades, de pobreza, doença, violência, injustiça, etc, eu digo para mim: como é difícil ser feliz neste mundo! Como conciliar a minha felicidade com existências tão sofridas, onde não existe sequer esperança? Virando a cara? Olhando para o meu umbigo? Creio que muitos o fazem, mas saiba que dizer somente: - Ah como eu tenho pena das crianças maltratadas! Não faz de si uma pessoa sensível. Se você virar a cara para o lado. Contudo, se você olha, , se compadece e faz um gesto, ainda que isso minore o sofrimento de uma única alma, ainda que seja por momentos, aí sim, você será uma pessoa sensível. E isso, garanto, não vai abalar a sua felicidade.

Repare, a fragilidade da nossa felicidade alimenta-se da indiferença, de todas as vezes que viramos o rosto!

Desejo que tenha uma feliz semana, de olhos bem abertos.

domingo, 8 de março de 2009

"Elas", (Revolução)


(A primeira rosa recebida pela Letícia, foi oferecida pelo pai)

Elas fizeram greves de braços caídos. Elas brigaram em casa para ir ao sindicato e à junta. Elas gritaram à vizinha que era fascista. Elas souberam dizer salário igual e creches e cantinas. Elas vieram para a rua de encarnado. Elas foram pedir para ali uma estrada de alcatrão e canos de água. Elas gritaram muito. Elas encheram as ruas de cravos. Elas disseram à mãe e à sogra que isso era dantes. Elas trouxeram alento e sopa aos quartéis e à rua. Elas foram para as portas de armas com os filhos ao colo. Elas ouviram falar de uma grande mudança que ia entrar pelas casas. Elas choraram no cais agarradas aos filhos que vinham da guerra. Elas choraram de ver o pai a guerrear com o filho. Elas tiveram medo e foram e não foram. Elas aprenderam a mexer nos livros de contas e nas alfaias das herdades abandonadas. Elas dobraram em quatro um papel que levava dentro uma cruzinha laboriosa. Elas sentaram-se a falar à roda de uma mesa a ver como podia ser sem os patrões. Elas levantaram o braço nas grandes assembleias. Elas costuraram bandeiras e bordaram a fio amarelo pequenas foices e martelos. Elas disseram à mãe, segure-me aqui nos cachopos, senhora, que a gente vai de camioneta a Lisboa dizer-lhes como é. Elas vieram dos arrabaldes com o fogão à cabeça ocupar uma parte de casa fechada. Elas estenderam roupas a cantar, com as armas que temos na mão. Elas diziam tu às pessoas com estudos e aos outros homens. Elas iam e não sabiam para aonde, mas que iam. Elas acendem o lume. Elas cortam o pão e aquecem o café esfriado. São elas que acordam pela manhã as bestas, os homens e as crianças adormecidas.

Dezembro de 1975

in
CRAVO, MARIA VELHO DA COSTA, MORAES EDITORES, 1976

sexta-feira, 1 de junho de 2007

O Dia Mundial da Criança


O primeiro Dia Mundial da Criança foi em 1950; tudo começou logo depois da 2ª Guerra Mundial, em 1945.
Muitos países da Europa, do Médio Oriente e a China entraram em crise, ou seja, não tinham boas condições de vida. As crianças desses países viviam muito mal porque não havia comida e os pais estavam mais preocupados em voltar à sua vida normal do que com a educação dos filhos. Muitos nem pais tinham! Como não tinham dinheiro, muitos pais tiravam os filhos da escola e punham-nos a trabalhar, às vezes durante muitas horas e a fazer trabalhos muito duros. Mais de metade das crianças da Europa não sabia ler nem escrever. E também viviam em péssimas condições para a sua saúde.
Em 1946, um grupo de países da ONU começou a tentar resolver o problema. Foi assim que nasceu a UNICEF.

Mesmo assim, era difícil defender as crianças, uma vez que nem todos os países do mundo estavam interessados nos direitos da criança. Foi então que, em 1950, a Federação Democrática Internacional das Mulheres propôs às Nações Unidas que se criasse um dia dedicado às crianças de todo o mundo. Este dia foi comemorado pela primeira vez logo a 1 de Junho desse ano. Com a criação deste dia, os estados-membros das Nações Unidas, reconheceram às crianças, independentemente da raça, cor, sexo, religião e origem nacional ou social o direito a:
- afecto, amor e compreensão;
- alimentação adequada;
- cuidados médicos;
- educação gratuita;
- protecção contra todas as formas de exploração;
- crescer num clima de Paz e Fraternidade universais.
Só nove anos depois, em 1959 é que estes direitos das crianças passaram para o papel.
A 20 de Novembro desse ano, várias dezenas de países que fazem parte da ONU aprovaram a "Declaração dos Direitos da Criança".
Trata-se de uma lista de 10 princípios que, se forem cumpridos em todo o lado, podem fazer com que todas crianças do mundo tenham uma vida digna e feliz.
Claro que o Dia Mundial da Criança foi muito importante para os direitos das crianças, mas mesmo assim não são sempre cumpridos.
Então, quando a "Declaração" fez 30 anos, em 1989, a ONU também aprovou a "Convenção sobre os Direitos da Criança", que é um documento muito completo, com um conjunto de leis para protecção dos mais pequenos (tem 54 artigos!).
Esta declaração é tão importante que em 1990 se tornou lei internacional.
O dia Mundial da criança não serve somente para festejar e oferecer presentes, serve principalmente para chamar a atenção sobre os milhões de crianças existentes no mundo que não são tratadas como merecem. Crianças que morrem de fome, escravizadas, transformadas em soldados e pedintes, cujas vidas não valem nada!

Jesus disse: "Deixai as crianças virem a mim e não as impeçais, pois a pessoas assim é que pertence o Reino de Deus.”! E afirmou noutra ocasião:" Quem não receber o reino de Deus como uma criança, de maneira nenhuma entrará nele." Significa que o homem deve ser puro e inocente como uma criança. As crianças são o nosso modelo, não o contrário. Isto resume a importância da infância e o respeito que nos merece. Portanto, como podemos ser tão indiferentes à sorte das crianças? É sempre possível fazer alguma coisa. Basta ter vontade.


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5 de Junho, Dia da ecologia
Participem da blogagem coletiva “Em Defesa do Meio Ambiente”! Quem quiser participar vai ao blog do Lino Resende, deixa um comentário dizendo que quer participar e o link do seu blog.

Bom fim de semana!

sábado, 5 de maio de 2007

As mães...

Há mães que ainda não são...

Há mães de um só filho…

Há mães de muitos filhos…

Há mães que ainda deviam ser apenas filhas…

Há mães que já foram mães duas vezes …

Há mães de filhos que saem das barrigas delas…

Há mães de filhos que saem dos corações delas...

Há mães que nunca se preocupam com o dinheiro...

Há mães que têm falta de dinheiro…

Há mães que se preocupam sempre…

Há mães que já não estão presentes…

Há mães fortes, como uma casa…

Há mães frágeis, como uma rosa…

Há mães em todas as raças…

Há mães no reino animal…

Há mães em todo o mundo...

Há a mãe natureza…

Há a mãe de Jesus…

Há a Mãe divina em cada um de nós…

Para ser mãe só é necessário MUITO AMOR.

O melhor que uma mãe pode receber no dia da mãe é poder dar muito amor aos filhos. Todos os dias do ano.

Feliz dia da mãe!

quinta-feira, 8 de março de 2007

Amizade à primeira vista no Dia Internacional da Mulher


Eu acredito em amor à primeira vista; acredito que dois seres, num único encontro de olhares se identifiquem, sei lá como ou porquê, talvez recordações de outras vidas, o que interessa é que num olhar “acontece”! E pode ser para toda a vida. Portanto, faz toda a lógica para mim, que a amizade à primeira vista também aconteça. Isso já me aconteceu por várias vezes. A empatia era recíproca e imediata e com o tempo, descobríamos uma infinidade de gostos, opiniões e até experiências comuns. Lembrei-me deste tema porque hoje é dia de aniversário da Georgia; ela foi a primeira amiga que fiz na blogosfera. A nossa amizade surgiu de forma natural e à medida que ia conhecendo a Geórgia ia constatando as nossas inúmeras cumplicidades. A Geórgia é uma pessoa maravilhosa e estou muito feliz por ter a ter encontrado e por ela partilhar comigo, ainda que à distância, a sua vida. Então, hoje queria homenagear a aniversariante e todas as amizades virtuais, que vão para além da distância, da raça, da nacionalidade, da religião. Parabéns amiga!

Neste dia celebra-se ainda, o dia internacional da mulher, tudo porque neste dia, do ano de 1857, as operárias têxteis de uma fábrica de Nova Iorque entraram em greve, ocupando a fábrica, para reivindicarem a redução de um horário de mais de 16 horas por dia para 10 horas. Estas operárias que, nas suas 16 horas, recebiam menos de um terço do salário dos homens, foram fechadas na fábrica onde, entretanto, se declarara um incêndio, e cerca de 130 mulheres morreram queimadas. Em 1910, numa conferência internacional de mulheres realizada na Dinamarca, foi decidido, em homenagem àquelas mulheres, comemorar o 8 de Março como "Dia Internacional da Mulher". De então para cá o movimento a favor da emancipação da mulher tem tomado forma, tanto em Portugal como no resto do mundo.
O que se pretende com a celebração deste dia:
Pretende-se chamar a atenção para o papel e a dignidade da mulher e levar a uma tomada de consciência do valor da pessoa, perceber o seu papel na sociedade, contestar e rever preconceitos e limitações que vêm sendo impostos à mulher.
Conheço mulheres que são contra e existência e celebração deste dia, pois dizem que só há dia internacional para os fracos e que não existe, por exemplo,dia internacional do homem. Na minha opinião, este dia é oportuno, na medida em que a mulher continua a ser descriminada e se em alguns países esta discriminação é mais “light”, existem muitos outros países onde a mulher não tem ainda quaisquer direitos. Portanto, que seja, pelo menos por essas mulheres. Pensemos nelas.