Um centro de mesa para a sala de jantar moderno, para dar um ar mais leve à decoração clássica que predomina cá em casa, e que me agrada muito. Fácil e económico. E prático, já agora, os pacotinhos de açúcar estão sempre disponíveis para o café!
Gosto bastante, sai do habitual, mantendo a linha dos materiais naturais muito do meu gosto.
Ao ver este vídeo lembrei-me de uma notícia que li há algumas semanas, sobre a entrada na escola, pasme-se... aos cinco anos! Como se seis anos não fosse já demasiado cedo, pelos vistos há quem defenda que a entrada aos cinco, para casos especiais, seja prática. A infância já está a ser encurtada de forma violentíssima, seja pelo que se espera e exige das crianças actualmente, seja por aquilo que a sociedade/cultura lhes oferece, disponibilizando-lhes acesso a ideias e práticas para as quais não têm maturidade. Ainda assim, há vozes que se levantam para destruir a infância totalmente, e tolamente. Para além de não permitirem que as crianças vivam a infância em pleno, desfrutando desta fase da vida como base para a construção de personalidades equilibradas e felizes, o objectivo, que é a formação académica cada vez mais cedo, sai-lhes gorada.
Os jovens são cada mais vez mais imaturos e despreparados. A perspectiva de escolherem uma profissão "para toda a vida", assusta-os. Muitos, nem sequer sabem exactamente a profissão que querem escolher. Encontram-se perdidos. E para se encontrarem, a perspectiva de fazer um gap year - pausa de um ano-, parece-lhes a solução.
Partir pelo mundo, viajando, fazendo voluntariado, aceitando trabalhos para os quais têm estudos acima dos requeridos, é a saída que lhes convém. Não sei se partem para se encontrarem, ou se partem para fugir. Ou ambas. Acredito que voltem efectivamente mais maduros, conhecendo-se melhor e sabendo o que querem.
Seja como for, a maturação requer tempo, portanto, por que tanta vontade em antecipar a entrada nos filhos na escola? Para chegarem ao mercado de trabalho antes dos outros? Para começarem a ganhar dinheiro mais cedo? Há estudos feitos que provam que os alunos mais novos têm resultados mais baixos, comparativamente com os seus colegas mais velhos.
Está visto que os filhos frequentemente boicotam os planos dos pais. E mais cedo ou mais parte ficamos sem controle sobre eles.
Só temos uma oportunidade para os educarmos, e não sendo nenhuma experiência que possamos repetir, talvez o melhor fosse tão termos tanta pressa em lançá-los para o mundo.
- É mais difícil para a mulher ser autora da própria história? - Sem dúvida, a maior conspiração deste século é a conspiração contra as mulheres, elas têm mais transtornos psíquicos não porque sejam o sexo fraco: são mais inteligentes, altruísta e solidárias. Mas são constantemente bombardeadas por um padrão de beleza que nunca houve na história, o ideal magérrimo e doente é utilizado pela sociedade de consumo para vender tudo e mais alguma coisa. E o nosso "biografo" interior não perdoa, quando ele vê um anúncio de um perfume não entra na "janela" apenas o perfume, mas este ideal assassino de beleza. Isso é feito às claras. Estamos a destruir a vida das mulheres que vivem sequestradas por dentro. E toda a gente acha isso normal! - Isso interessa a quem? - Interessa ao sistema capitalista que estejamos sempre prontos a comprar qualquer coisa. As mulheres são as mais pressionadas a consumir mais desnecessariamente, para compensar a ansiedade. Quando o segredo de uma emoção feliz é fazer muito do pouco. A emoção não respeita o dinheiro que você tem mas o que você sente por você mesma.
Massa com qualquer coisa é sempre bem-vinda cá em casa, sobretudo para a Letícia. Mas esta ficou particularmente deliciosa, e é bem fácil e rápida de se fazer!
Massa com pimentos
Ingredientes: Duas chalotas 250 gr de fusili (ou outra massa) 1 pimento vermelho 1 pimento amarelo 20 ml de puré de tomate 2 c.sopa de natas de aveia 100 ml de caldo de legumes Ervas da Provence Como fazer: Saltear as chalotas cortadas picadas em azeite. Acrescentar o puré de tomate ( cortei dois tomates e reduzi a puré com a varinha). Lavar os pimentos e cortar às tiras. Coze-los numa sertã com um fio de azeite juntar o caldo de legumes. Temperar com as ervas da Provence e deixar ferver 5 minutos. Cozer a massa al dente numa panela com grande volume de água, e sal. Escorrer e colocar num prato fundo de ir ao forno. Escorrer os pimentos e juntá-los à massa. Acrescentar ao caldo as natas ao molho de tomate, temperar com sal e pimenta, e deixar ferver um pouco. Verter sobre a massa, envolver, cobrir com queijo a gosto e levar ao forno 5 minutos a gratinar.
Receita do livro "Pâtes & Pizzas", Femmes d'aujourd'hui
- Diz que estamos numa sociedade de entretenimento mas continuamos sós.. -
A sociedade do lazer criou a geração mais triste que pisou esta terra, o
suicídio aumentou 40% mundialmente entre os jovens, e não só a baleia
azul. O excesso de informação e de compromissos levou ao assassinato da
infância. Os mais novos precisam de cada vez mais para sentir cada vez
menos e estamos a aumentar o seu nível de exigência para serem felizes.
Estamos a gerar mendigos emocionais. Os pais têm de falar das suas
lágrimas para que os filhos possam chorar as deles, têm de falar dos
seus fracassos para que os filhos entendam que não têm que ser super
nada, têm de levá-los a contemplar o belo a destinos tranquilos e
serenos que formem "janelas light", o ecrã não pode ser toda a vida
deles. E não olhem para as notas...