

Gostei bastante do romance; o Japão foi um país que sempre me fascinou e que sempre desejei conhecer. Acho que ultimamente tinha esquecido isso, viajando só pela Europa, e o livro veio reavivar esse desejo antigo. O romance propriamente dito é de leitura fácil, embora fale de outras realidades e de outra época.
Quanto ao filme, é impossível vê-lo sem deixar de fazer constantes comparações com o livro, simplesmente porque as discrepâncias são demais e gritantes. Omissões? Ok, compreendo que por uma questão de tempo são inevitáveis, já não compreendo quando há alteração completa de determinadas situações, diálogos e comportamentos. A mais estapafúrdia, para mim, é na cena quase final, a substituição de um ministro japonês por um general americano, de quem depende a existência da fábrica de electricidade. Mas afinal, que lógica tem isto?! Só consigo compreender que os americanos não conseguem ficar no papel de meros figurantes( quando no livro é isso que eles são), nem no cinema! Eles têm que inventar um papelzinho mais importante, crear um certo protagonismo, sem respeito pela obra literária, nem pelo autor. Será que mais alguém pensa como eu?
Querida Fernanda! Infelizmente não posso contribuir com esse post, pelo menos por enquanto, pois não li o livro nem assisti ao filme. Mas, com certeza entrarão para a minha lista, pois já ouvi muitos comentários sobre ambos!
ResponderEliminarBeijinhos e uma ótima semnaa!
Fernanda,
ResponderEliminarRaramente assisto a um filme depois de ter lido o livro. A grande maioria dos filmes acaba por "assassinar" o livro. Exceção feita para O Senhor dos Anéis, é claro.
Em todos os casos, dá uma olhada nesse site:
http://www.blogdoplaneta.globolog.com.br/
é uma entrevista que dei para uma revista semanal aqui do Brasil. bjs
Oi Fernanda,
ResponderEliminarli seu comentário no meu blog e vim retribuir a visita. Fico feliz em alcançar uma leitora tão longe.
Quanto ao "Memórias de uma Gueixa", não li o livro, por isso não posso comparar, mas na minha opinião, soa muito esquisito um filme como esse ser todo falado em inglês. Seria muito melhor se os atores falassem em japonês.
Nesse aspecto os filmes dirigidos pelo Mel Gibson como o "Paixão de Cristo" e o "Apocalypto" dão bons exemplos.
Sempre que a gente primeiro lê o livro, o filme sempre fica a dever.
ResponderEliminarMas parece que a questão não é esta e sim não ter sido fiel. Como não li, nem vi o filme, fica dificil opinar, mas concordo que os americanos têm mesmo este péssimo hábito de se julgarem sempre os melhores!
beijos
Olá Karina,
ResponderEliminarseja bem-vinda e esteja á vontade para voltar sempre.
Concordo completamente,o filme também perdeu por ser falado em inglês.
Bjs
Meu comentário nao entrou???
ResponderEliminarLi o livro e foi uma história fascinante, pelo seu comentário nem preciso assistir ao filme.
Um grande abraco