Não dá vontade de dançar e ouvir sem parar?!
quinta-feira, 6 de junho de 2013
segunda-feira, 3 de junho de 2013
A Primeira Comunhão da Letícia
Quando eu era criança todas as famílias faziam a festa da Primeira Comunhão em casa. Agora que eu tenho crianças é comum fazer a festa em Restaurantes. Mas eu não queria isso.
Gosto muito mais de receber os familiares em nossa casa, é mais pessoal, mais íntimo. E muito mais trabalhoso, dirão alguns; porém, não tanto assim, se recorrermos a um serviço de catering. Se tivermos quem ajude, tanto melhor. Eu fiz apenas as sobremesas, bolo de Primeira Comunhão incluído.
Era suposto ser um almoço volante, para cerca de trinta pessoas, pois seria o mais prático. Contudo, dispusemos mesas um pouco por toda a casa, jardim e terraço, porque o dia estava esplêndido e temos que usufruir do exterior o mais possível.
O tom da decoração foi o rosa, a pedido da Letícia.
Foi muito emocionante assistir à Primeira Comunhão da Letícia; ela estava radiante e entusiasmada. Foi opção dela frequentar a Catequese ( como expliquei aqui ), e fê-lo com uma responsabilidade digna de nota. Participou de todos os eventos, e deu todos os Passos necessários, até chegar a este dia com a consciência de que o fazia com mérito.
A Festa foi apenas o culminar desse percurso, e para a homenagear estavam presentes todos aqueles que são importantes para a Letícia, e para nós.
Como disse o Duarte - Foi a festa do ano!
Tenha uma óptima semana.
segunda-feira, 27 de maio de 2013
Problema + Solução + Acção = Empreendedorismo
O tempo em que os meus filhos achavam que o dinheiro simplesmente "saía" do Multibanco já vai longe. Eles compreenderam bem que para termos dinheiro é preciso ganhá-lo. E economizá-lo, como escrevi aqui. De tal forma que no ano passado, durante uma época em que o Duarte economizava dinheiro para comprar um computador, me perguntou o que poderia fazer, para ganhar mais dinheiro, para além da mesada. Propôs ajudar-me nas tarefas domésticas a troco de pagamento; coisa que eu recusei, explicando-lhe que participar dessas tarefas é obrigação de todos cá em casa. Depois, lembrou-se que poderia vender algumas coisas que já não quer, como jogos e brinquedos. Aplaudi a ideia, e prometi ajudá-lo na concretização desse projecto.
Já a Letícia, desde o 3º ano de escola que faz pequenas coisas para vender; numa época foram pulseiras de missangas, noutra, marcadores de livros, que desenhava, pintava e recortava. Vendia-os a preços simbólicos, e chegou a ter encomendas! Outra ideia que ela não abandonou foi a de vender" limonada", talvez porque lhe digo que faz o melhor refresco que já bebi!
Confesso que intimamente me congratulei com o empreendedorismo dos meus filhos. Convenhamos, vivemos num tempo em que o conceito de empreendedorismo se impôs de forma definitiva. E quanto mais cedo incutirmos a sua noção, de forma a torná-la uma competência dominada com agilidade, mais natural será para os nosso filhos, aplicá-la, no quotidiano.
Vejo tantos adultos que se focam apenas no problema, bloqueando aí, sem conseguir passar ao pensamento da solução, que me parece de facto uma necessidade mudar este estado mental o mais cedo possivel.
Por conseguinte, quando fui contactada pelo StartIupi, e comecei a ler os conteúdos que promovem, identifiquei-me totalmente com o conceito. Através de workshops, propõem-se a contribuir para a formação de crianças, jovens e adultos, mais capazes e confiantes de estabelecer e perseguir os seus objectivos pessoais. Para tal, facultam vários programas, de entre os quais, destaco: para pais e professores, para crianças dos 6 aos 12 anos, dos 12 aos 16 anos, e para jovens maiores de 16 anos.
Cada programa tem os seus passos ajustados e objectivos. O das crianças mais pequenas é realizado de forma muito concreta, de modo a produzirem artigos, e venderem a dinheiro (€), numa reprodução fiel do mundo real.
Acredito que esta experiência lhes seja muito gratificante, até porque já constatei com a experiência da Kidzania, como as crianças adoram este tipo de actividade!
Aprender a jogar ou a brincar é sempre o método mais aliciante.
Para além dos programas no local há também a possibilidade da equipa Startiupi se deslocar a Escolas, a fim de realizar sessões para formação de professores.
Para quem não tiver oportunidade de se deslocar a Lisboa proponho a leitura do livro " Start iupi - Fazer coisas", à venda nas livrarias FNAC.
Para terminar, a Startiupi oferece a um leitor do Mãe... e muito mais um voucher para o Iupi Bizz de 8 de Junho ( crianças dos 6 aos 12 ). Para tal, basta deixar aqui uma frase, dizendo como explicaria a ideia de empreendedorismo ao seu filho. De entre as quais eu escolherei a que mais me agrada. Vale?
Para conhecer melhor este projecto, veja aqui.
Tenha uma óptima semana!
sexta-feira, 24 de maio de 2013
Receita para o fim-de-semana: Bolo de Iogurte da Nigella
Vi na televisão, e rencontrei a receita aqui.
Sinceramente, achei um pouco seco, no entanto, cá em casa todos gostaram muito. Que é fácil? Sem dúvida. Fofo e saboroso.
Bolo de Iogurte da Nigella
Ingredientes:
75 gr de Maizena175 gr de farinha
raspa de meio limão
1 1/2 colher de chá de extracto de baunilha
250 gr de açúcar em pó
3 ovos
1 copo de iogurte
150 ml de óleo vegetal
( Pode simplesmente usar o copo do iogurte como medida)
Como fazer:
Pré-aqueça o forno a 180º, e unte e enfarinhe uma forma de bolo.
Separe as gemas para uma tigela, e bata as claras em picos firmes e reserve.
Passe o iogurte para a tigela das gemas e bata os ingredientes. Junte dois copos de açúcar até ficar um creme leve. De seguida, o óleo, batendo sempre e cuidadosamente. Acrescente a baunilha e a raspa de limão, envolvendo tudo. Junte um copo de farinha e outro copo de Maizena, envolvendo novamente. E por fim, as claras em castelo.
Passe para a forma e leve ao forno cerca de 30 minutos.
Deixe arrefecer e desenforme. Polvilhe com açúcar em pó.
Tenha um óptimo fim-de-semana!
Passe para a forma e leve ao forno cerca de 30 minutos.
Deixe arrefecer e desenforme. Polvilhe com açúcar em pó.
Tenha um óptimo fim-de-semana!
segunda-feira, 20 de maio de 2013
Reconhecer uma relação saudável
Desde o Infantário que o conselho mais frequente que dei aos meus filhos foi - Brinquem com os meninos que se portam bem; façam amizade com os meninos bem-educados e bons alunos.
Explicava-lhes que os meninos que se portam mal, que falam muito, que saem do lugar sem permissão, que têm brincadeiras violentas ou turbulentas, acabam por influenciar negativamente os outros meninos que passam mais tempo com eles. Raramente a "conversão" resulta em sentido contrário.
Se dúvida tivesse a respeito do resultado desta minha indicação, tinha-a desfeito logo no primeiro ano; um menino da turma do Duarte veio ter connosco, numa das primeiras tardes, e cumprimentou-o com um: "Olá Duarte". O meu filho ignorou-o, fazendo-se de surdo, comportamento que me apressei a corrigir, dizendo - "Então, não respondes "olá" ao teu amigo?". A resposta foi contundente:
- Ele não é meu amigo; só tem vermelhos! ( No quadro do comportamento actualizado diariamente pela professora)
-Pode não ser teu amigo, mas é teu colega; e deves cumprimentar todos os teus colegas. Respondi eu. Obviamente, desenvolvi a partir daí uma conversa sobre a relação entre amigos e colegas. Por muito que tentemos as nossas lições nunca estão completas; há sempre falhas a colmatar, erros a corrigir.
E saber reconhecer uma relação de amizade saudável encaixa exactamente neste tipo de falha; nem sempre os meninos bem educados e bons alunos são bons amigos. Esta tem sido uma lição frequentemente repetida cá em casa, a propósito de uma relação de amizade dos meus filhos. Relativamente a esta questão, os meus conselhos sumários têm sido os seguintes:
Um amigo verdadeiro...
Respeita - Amigo que é amigo, respeita. Aceita as decisões do seu amigo, mesmo não concordando com elas. Não espera que estejam sempre em sintonia, e quando isso acontece, não disparata, rebaixando as escolhas do outro. Ridicularizando e divulgando junto dos outros colegas de forma trocista. Isso é inaceitável. Respeitar é aceitar, mesmo não compreendendo.
Gosta - Aprecia a companhia e maneira de ser do amigo e compreende que outros também gostem; aliás, gosta que os outros, amigos e colegas também o apreciem. Não é ciumento, nem exige exclusividade. Reconhece as qualidades do amigo e por isso tem orgulho na amizade que os une.
É altruísta - O amigo verdadeiro partilha e ajuda. Alegra-se com o sucesso do seu amigo como se fosse seu. Por isso, não sente inveja. Não "puxa" para baixo, dizendo que ele não vai conseguir, pelo contrário, incentiva com palavras de confiança. Motiva e promove o amigo, quando este necessita.
Claro que todas estas características devem ser recíprocas; se for apenas numa direcção, é uma amizade unilateral, logo não é merecida.
E assim sendo, aconselho os meus filhos, em primeira instância, a corrigirem o comportamento desadequado; a dizerem ao "amigo" que não foi correcto, que não gostaram daquele comentário, ou comportamento e porquê. Se não resultar, e sentindo-se constantemente incomodados, perturbados, a afastarem-se.
Manter este tipo de relação faz mal às crianças, enquanto passa ao outro suposto amigo a ideia de que este tipo de comportamento entre amigos é aceitável, normal. Mais grave ainda, sinto este tipo de relação como um bullying subtil, e por isso, definitivamente, não deve nunca ser consentido.
Tenha uma óptima semana.
sexta-feira, 17 de maio de 2013
Ainda a propósito do Benfica...
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| Via |
Durante a looonga reportagem no telejornal sobre a vitória que não aconteceu:
- Ai, o Benfica! Tanto me faz sofrer e eu cada vez gosto mais dele! Dizia um homem, enquanto batia com a mão no peito. - Já a minha mulher, à primeira que me faça: Rua!
Era para ter piada? Não me fez rir.
Tenha um óptimo fim-de-semana.
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