segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

"Um Guia Para Crianças Que Sofrem Com a Perda de Alguém"

Via Wook

Há acontecimentos na vida que são inevitáveis, e não podemos proteger os nossos filhos deles, por muito que o desejemos. A única coisa que poderemos fazer é ajudá-los a enfrentar essas "provas", para minimizar a dor. Ensinar-lhes algumas estratégias que sirvam para ultrapassar esses momentos, que poderão ser traumatizantes, como a perda de alguém querido.

Enquanto pais, sentimos necessidade de os preservar do sofrimento, e frequentemente pensamos que ao evitar determinados assuntos estamos a poupá-los, mas não é assim. E por isso necessitamos de orientação de quem sabe mais do que nós, com outra objectividade e, contudo, com o mesmo objectivo - ultrapassar as crises o melhor possível.

Quando falamos e actuamos instintivamente, acertamos sempre, no entanto fomos ensinados a racionalizar tudo, e por isso a mente questiona as nossas primeiras escolhas, levando-nos a duvidar do que não tem fundamento racional. Este livro indicou-me caminhos instintivos, que afinal também são racionais, e isso serviu-me para validar as minhas primeiras intenções, resultado do instinto.

Os tópicos são vários:
- Chorar é normal
- É normal fazer perguntas
- A culpa não é tua
- É bom partilhar os sentimentos
- Onde está agora o teu ente querido?
- Haverá sempre alguém que cuidará de ti
- Algumas coisas continuarão na mesma
- Algumas coisas mudarão
- Poderás sentir-te muito confuso
- É bom pedir ajuda
- Abraça a tua família
- O teu ente querido é um amigo especial
- É bom recordar
- Dá tempo ao tempo

Tudo apresentado com muita clareza, orientando um diálogo sincero e directo, como eu gosto. E foi muito tranquilizador confirmar que esse é o caminho.

Título: " Estar triste não é mau - um guia para crianças que sofrem com a perda de alguém"
Autora: Michaelene Mundy
Ilustrado: R.W. Alley
Editora. Paulinas


sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Pão Escuro Simples


Apesar da receita ser para o fazer à mão, eu juntei os ingredientes todos na MFP, seleccionei o programa 8, e fiz figas. Bingo! Ficou óptimo, côdea crocante e miolo fofo, como gosto, daquele pão que canta, quando o cortamos.


 Pão Escuro Simples*

Ingredientes:
150 gr de farinha branca
240 gr de farinha integral 
2 colheres de chá de fermento
1 colher de chá de açúcar ( uso mascavado)
220 ml de água morna
49 ml de leite morno

Colocar os ingredientes na cuba da MFP e aguardar, enquanto a casa se enche daquele aroma a pão. Do bom!

* Receita do livro "Receitas de pão caseiro", de Ruth Clemens

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Gerações Antigas


O Duarte a trautear: "Let's groove tonight", levou-me a pronunciar um espantado:
- Conheces essa música?! É dos anos 80!
- Eu sei mãe... eu também sou antigo!

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Os Meus Filhos São Mimados!

Não é coisa que se diga dos próprios filhos, e ainda menos se diga com satisfação. Mas eu faço-o, sem culpas, muito pelo contrário, com a convicção de que estou a fazer bem.

Segundo o Dicionário, mimo tem o seguinte significado:
subst. m.
1. manifestação de afecto, carinho: dar mimo a alguém


A meu ver não tem nada de negativo, nada que precise de ser parcimoniosamente controlado, e doseado a conta-gotas. Porém adquiriu essa noção, de que faz mal, e essa péssima reputação que muitos confundem com "má educação".

Comummente, mimar e fazer todas as vontades aos filhos, são indistintos.
Dizer "não" é importante, mas apenas quando for imprescindível. Por vezes, vejo pais que parecem ter o "não" na boca; ainda nem terminaram de ouvir o pedido dos filhos, e já o estão a indeferir. A frustração estampada no rosto das crianças, constrange-me. Sim, sabemos que elas também necessitam de aprender a lidar com a frustração, porém, quando esta é sentida como uma imposição de autoridade, capricho de pais, não me parece que seja saudável.

Admito que sempre que posso faço a vontade aos meus filhos, e não vejo mal algum nisso. Se me pedem um determinado prato, que eu já não faço -há imenso tempo! ( e pode ser lasanha, que não confeciono há duas semanas! ) eu aceito a sugestão.
Sempre que me pedem para convidar amigos para passar a tarde, eu digo que sim, se não tivermos convidados em casa.
Sempre que me perguntam se podem trazer um amigo para almoçar, eu respondo que sim, se de tarde não tiverem que estudar para testes.
E a lista vai nesse sentido, sendo que o meu consentimento lhes proporciona momentos de alegria, que sinceramente não me custam nada, ou muito pouco, e me dão credibilidade para pronunciar o "não imprescindível".

Por dar mimos também entendemos presentear, contudo nem sempre é uma questão de "dar em caixa". Pode ser, por exemplo, fazer panquecas, waffles, ou as bolachas de manteiga que tanto apreciam. Levar-lhes um saco-de-água-quente, quando estão no sofá a ler, num dia frio. Um sem número de pequenos mimos que se propiciam ao longo dos dias, e que reflectem ternura e amor.

Quando é necessário dizer "não", eles acatam com a noção de que é justo, ficando desarmados com uma negativa que sabem não ser fortuita. E por isso, acredito eu, nunca foram dados a birras, ainda que mostrem, por vezes, no semblante um certo desagrado. São bem-educados, mas são humanos, não são perfeitos!

Entretanto, estes mimos que eu prodigalizo sem peso na consciência, cimentam a nossa relação com a legalidade da franqueza, do amor e do respeito. E como eu realmente acredito em tudo isso, digo sem peias: Sim, os meus filhos são mimados! E depois?

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

A questão da Tolerância

A tolerância dos católicos é uma questão com a qual me tenho debatido. Será que lhes é natural, proporcional à intolerância do passado?
Seja como for, não será a tolerância excessiva tão perigosa como a falta dela?

Ou, no fim de contas, estarei a confundir tolerância com indiferença?

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Guili - A segunda Pele do Seu Bebé


Via GUILI

Há palavras que me tocam particularmente, tal como sustentável, e orgânico, por exemplo. Incluem conceitos que me são caros, e que eu tento cultivar tornando-os uma forma de estar na vida. Portanto, quando estes se conjugam com roupa infantil, o meu interesse activa-se automaticamente.

Creio que não será novidade para ninguém que os casos de alergia de pele estão a aumentar, nomeadamente nas crianças. E isto deve-se ao facto, entre outros, de usarmos variadíssimos produtos que incluem químicos na sua composição e produção. Por conseguinte, o ideal seria privilegiar vestuário o mais natural possível, sobretudo na primeira infância. E com esse objectivo, surge a Guili - uma marca de roupa infantil que se propõe como uma segunda pele, da criança e da natureza.

Os seus produtos de algodão, são por isso tratados desde a semente, com o maior respeito pelo ambiente, pelos trabalhadores envolvidos na produção e confecção, pelo produto em si, e por quem os vai usar.

A longevidade do vestuário e a saúde do seu portador, são de facto levados a sério pela Guili, sendo por isso reconhecida com os selos GOTS e Oeko-Tex, que garantem a filosofia inerente à marca. 

Por fim, a colecção é giríssima, aliando um visual muito estimulante ao conforto da segunda pele.

Para encomendar, e usufruir de 10% nas compras, basta enviar um email para info@gmail.com, com a indicação do Mãe... e muito mais, juntamente com os artigos pretendidos.