sexta-feira, 25 de dezembro de 2020

Hall de Natal 2020

 

Há uns 4 ou 5 anos que planeava decorar o hall da entrada com a Natividade, só teria que ir buscar o Presépio, que a minha mãe tinha arrumado num anexo, mas procrastivava até ser tarde demais. 2020 foi o ano em que, finalmente, o plano se concretizou. 

Usei a caixa de madeira do Vinho de Porto do ano passado como cabana, cobri com um resto de tecido, polvilhei neve e iluminei com as luzinhas que decoram os quadros, e algumas velas. De um lado da sagrada família está a Luz, do outro, o coro de Anjos. Muito significativo, acho.

Simples, mas muito bonito, sobretudo à noite, fica com uma certa atmosfera, algo mística, e solene. Acho que esta decoração, para este Natal, se revelou particularmente adequada. 

Tenham um Feliz E santo Natal! 

quarta-feira, 16 de dezembro de 2020

Proposta de Presente de Natal

  

 

É um aborrecimento que cada ano mais "miúdos" da família prefiram receber dinheiro como presente de Natal! A árvore fica despojada de parte importante dos seus enfeites, e isso custa-me um bocadinho. Mas é compreensível, são verbas que acumuladas lhes fazem jeito para comprar aquilo que querem mesmo. E por outro lado, é uma preocupação a menos nesta época, e evitam-se as idas às lojas, coisa que aliás  sempre evitei, não é de agora.

Porém, há sempre alguém a quem dar um presente, mais ou menos simbólico, no caso é mesmo este último. Para a prima que está a montar casa, e que aí trabalhando, actualmente, grande parte do tempo, plantas são uma óptima ideia. Aliás, hei-de passar pelo Horto e comprar-lhe uma Espada de S.Jorge, viu a minha a gostou imenso, e porque tem direito a dois presentes - de aniversário e Natal, saem duas plantas!

A que quero propor é este vasinho, que na realidade era uma caneca do Duarte, que compramos há imensos anos no Zoomarine, e para dizer a verdade sempre foi mais bonita do que prática com a sua abertura reduzida, e no micro-ondas aquecia demais, estava por conseguinte, arrumado na prateleira, a ocupar espaço. A planta, cujo nome ignoro, é de um vaso que se multiplica espontaneamente por todos os vasos que o rodeiam, retirei de lá um pé, que transplantei. Em termos de espaço, economia, e ambiente temos um presente "win-win-win"! 

 


A presenteada vai achar graça, porque se tornou bióloga devido a uma paixão precoce pelos golfinhos, e embora a caneca seja de baleia, é da família dos cetáceos. Creio que fará a ligação.

Vai ficar lindamente em cima da secretária. 

 

Vejam lá as canecas giras guardadas no armário, sem uso e a ocupar espaço, e toca a sujar um bocadinho as mãos!


sexta-feira, 4 de dezembro de 2020

Bolachas de Natal - tipo alemãs, vegetarianas

 

Queria umas bolachas de Natal tipo alemãs, versão Vegetariana, e já há alguns anos que procurava, acho que finalmente encontrei.

Parti da base da receita do blogue Made by Choices, cuja receita original tenciono testar, mas por agora fico-me mesmo por esta, por serem rápidas, fáceis e deliciosas. E sabem mesmo a Natal!

 

Bolachas de Natal🎄, tipo alemãs 

Ingredientes:

1 chávena de farinha integral

1 chávena de farinha de aveia

1/2 de chávena de açúcar amarelo

3 colheres de sopa de óleo de coco

80 ml de leite vegetal

1 colher de chá de fermento

1 colher de chá de gengibre

1 colher de chá de cardomomo em pó

1 colher de sopa de canela do Ceilão

 Como fazer: 

Misturar todos os ingredientes secos num recipiente, envolver tudo, acrescentar os líquidos e voltar a envolver; se a massa precisar de mais leite, ajustar. 

Fazer uma bola, deixar repousar 10 minutos. Estender em bancada enfarinhada, cortar com moldes natalícios, e levar ao forno em tabuleiro coberto com papel manteiga, a 180º, cerca de 10 minutos (aconselho a vigiar, pois depende também dos fornos). Se preferirem mais crocantes deixar assar até ficarem moreninhas; costumo fazer uma fornada mais pálida, e outra mais crocante, para variar.

Retirar, polvilhar com açúcar pilé, e guardar na lata.

Simples e deliciosos!  

quarta-feira, 25 de novembro de 2020

"O nosso cérebro é o que comemos"

É comum dizer-se que somos o que comemos, e à medida que a Ciência avança, e estuda a influência da dieta no ser humano, esta máxima prova-se e consolida-se. O que vão descobrindo nesta área é fascinante e ao mesmo tempo atribui-nos mais responsabilidade na forma de nos alimentarmos. Não apenas por nós, mas também pelos nossos filhos; por exemplo, num estudo que incluiu 23 mil mulheres grávidas constatou-se que aquelas que consumiam mais junk food tiveram filhos mais propensos à agressão e birras. 

Aconselho a visualização do Documentário, e mais ainda a uma reflexão que leve a uma mudança positiva. 

segunda-feira, 16 de novembro de 2020

É por eles!

 

Via Other Perspectives, FB 

 

É por eles que lutamos, para que possam viver com direito a tudo que precisam, para serem saudáveis e felizes!


quarta-feira, 11 de novembro de 2020

Viver a vida!

 

Tiram-lhes os parques infantis, os recreios, os brinquedos, os amigos, os avós, o ar! E os pais tudo aceitam! Só falta tirarem-lhes os filhos...

Tenho descurado o blogue, mais do que habitualmente, por estar mais dedicada ao activismo digital noutras plataformas, onde alcanço mais pessoas. Creio que este é realmente o momento mais importante, no sentido de decisivo, da minha vida, por isso me tenho dedicado tanto a ele. Por aqui também se vê que sim, tenho o foco direccionado à Palermia e tudo o que a ela se relaciona. Não apenas por mim, porque sinceramente, se querem que vos diga, pouco tenho sentido na pele a transformação que a sociedade sofreu nestes últimos meses; continuei a fazer quase tudo o que fazia antes. Nunca fiquei em fila para compras, nunca me faltou nada, nunca deixei de ir a onde queria (excepto de férias lá para fora), e estar com quem quisesse, com duas ou três excepções, pois quando não querem eu respeito. Continuo a respirar bem, não uso máscara 7 horas por dia como muitos no trabalho, nem sequer na rua, onde mantenho a distância. Inclusive, sou física e psicologicamente saudável, continuo bem humorada e optimista; sinto uma imensa gratidão por tudo o que tenho, sabendo quão abençoada e privilegiada sou, mas penso nos meus filhos, na minha família, nos amigos, e em todos no geral. Penso imenso nas crianças.

Acredito que a forma como os políticos estão a lidar com tudo isto está a pôr em risco as futuras gerações, e não posso ficar indiferente. Principalmente, por tudo ser tão óbvio para mim. Lamento que desde Março muitos continuem a olhar para o seu umbigo, só porque continuam em teletrabalho e o vencimento cai certinho na conta; outros porque mesmo não trabalhando têm igual tratamento. É fácil reclamar mais regras e mais severidade nas regras em "defesa da saúde", quando não está em questão pagar a renda e alimentação. Difícil é aceitar que estas pessoas não tenham compaixão, nem se lembrem da maioria que não está no mesmo barco! Os outros já começam a afirmar: Deixem-me decidir se quero morrer de covid ou de fome! Acho que tenho mais hipóteses se for do vírus!

A continuarmos assim a vida tornar-se-á catastrófica, e o futuro vislumbra-se negro. Mas finalmente a sociedade vai acordando, sector por sector, parece, e lá está, quando nos toca a música já é outra! Infelizmente as lições têm que ser dolorosas, e aqueles que continuam a pensar apenas neles também irão passar por aí, pois não acordaram de outra forma.

Aceitar e conformar-se com esta "nova realidade" é consequência de uma lavagem cerebral intensa, da desinformação relativa a números falseados de infectados e óbitos, que são a maior fraude diante dos nossos olhos. 

A "nova realidade" que nos querem servir subjuga-nos, retira-nos direitos a uma vida livre e feliz. É isso que querem para vocês e vossos filhos? Eu não, eu rejeito-a. Não consinto esta "nova realidade", nem para mim, nem para a minha família. A vida que vale a pena ser vivida é outra, é aquela em que decidimos o que queremos para nós, em que respiramos livremente, em que nos abraçamos e beijamos à vontade, em que tocamos em pessoas e coisas sem hesitar, em que nos movimentamos por onde nos apetece, onde o sol brilha a cada dia, porque cada dia tem esperança! Isso é viver.