sexta-feira, 22 de junho de 2018

Bolo de cenoura para o fim-de-semana




Bolo de cenoura há muitos, e são bons, mas normalmente não variam muito no sabor. Ao contrário de este que realmente é delicioso. E a cobertura dá-lhe uma frescura e leveza que contrasta com a massa mais compacta. Como não tinha Mascarpone disponível substitui por requeijão, o que lhe deu aquela aparência granulada, ao contrário do cremoso pretendido que ficaria muito mais bonito, porém a nível de sabor funcionou. Uma delicia!

Bolo de cenoura*

Ingredientes:
240 ml de óleo de girassol
4 ovos médios
280 gr de farinha
200 gr de açúcar mascavado
1colher de chá de fermento em pó
2 colheres de café de bicarbonato
1 pitada de sal
2 colheres de café de canela
1 colher de sopa de gengibre ralado
100 gr de nozes picadas grosseiramente
50 gr de uvas passas

Como fazer: 
Bater os ovos com o açúcar até obter uma massa esponjosa, juntando o óleo sem deixar de bater. Acrescentar a cenoura ralada. Numa taça à parte juntar a farinha com o fermento, sal canela e gengibre e bicarbonato. Misturar tudo bem e juntar à massa anterior. 
Colocar em forma de 22 cm untada e enfarinhada, levar a cozer a 180º com calor só por baixo, cerca de uma hora. Não abrir o forno até que o bolo tenha crescido e pareça cozido ( cerca de 50 m.). 

Para a cobertura:
Misturar bem 250 gr de Mascarpone com 60 gr de manteiga, juntar 1 c.de café de essência de baunilha e 60 gr de açúcar, envolvendo bem para que fique liso e homogéneo. Quando o bolo arrefecer rechear e cobrir.

* Receita retirada da revista !Hola!

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Duh?!




Uma pessoa faz "like" na página do FB do "Duh Vegan donuts" e automaticamente aparece, como página relacionada (sugerida para gostar), a do Michael J. Fox. 
- Duh?!

segunda-feira, 18 de junho de 2018

O Mundial é para jovens!




Pouco ou nada me interessa o Mundial de Futebol, não percebo nem acompanho, e portanto é praticamente impossível não ver o que quer que seja, pois os canais de televisão têm sido exaustivos no seu seguimento. E de tudo o que vi, ou do pouco efectivamente, uma constante se destacou, a quantidade de jovens que assistem aos jogos. Rapazes e raparigas, viram o jogo Portugal X Espanha com um fervor e interesse que não lhes é comum a mais nada. 
A formatação a que foram sujeitos pela televisão e Internet, conjugada com a existência de um jogador português extraordinário, que se tornou ídolo mundial, foi campo fértil para desenvolver uma certa faceta da personalidade dos mais jovens. Aqui somos vencedores, temos um papel a representar no panorama futebolístico mundial, somos aguardados, e quiça, temidos. É fascinante crescer com esta doutrina, que contrasta pela positiva, com outras áreas, como a Política, da qual nada de bom vem, nem se espera. 
Portanto, o que se faz relativamente à Educação, ou Ambiente por exemplo, cujo impacto é directo nas gerações mais novas, nada lhes diz. Tudo ignoram, e indiferentes ao futuro que na Política se decide e neles se reflectirá, põem-se ao largo como velhos cépticos que desistiram de um mundo melhor por já terem sofrido demasiadas decepções.

A juventude não nasceu para sofrer, muito menos para lutar. Dizem os pais que só querem que os filhos sejam felizes, e com isso eles se barricaram por detrás de tudo o que é fácil, acessível e satisfatório. 
De tudo isto apenas uma coisa de boa saiu, por conta do futebol muitos jovens aprenderam a cantar o hino nacional e quando o fazem, dá gosto vê-los!

terça-feira, 12 de junho de 2018

História do Novo Nome (Amiga Genial- segundo volume)

Via

O ritmo de leitura manteve-se; depois do " A Amiga Genial", a vontade de conhecer o desenrolar da trama como que acompanhou a velocidade da escrita, que por sua vez fez par com o encadeamento de acontecimento após acontecimento, como um vórtice poderoso.

Continua a história das duas amigas, Elena e Lila. O tempo passou, elas tornaram-se jovens adultas; Lila, que entretanto desabrochara numa beleza estonteante casou com um comerciante de sucesso, tendo assim acesso a uma vida de prosperidade inédita. Porém, a história de amor do namoro não vingou, e o casamento revelou-se, desde o primeiro dia, infernal. Lenú continua o seu percurso escolar com muito sucesso, mantendo a determinação de superar a pobreza e escapar do bairro onde todos o que ali nasciam estavam destinados a permanecer. A competição entre ambas mantém-se, como se o sucesso de uma fosse o motor para a outra progredir também. É uma amizade bizarra, que fortifica mas também fragiliza, surgindo a ideia de que uma não é verdadeira amiga da outra. A vida errática de Lila, que ela conduz inconsequentemente, fascina Lenú, que comparativamente sente a sua infértil e monótona. Portanto, Lenú entra na Universidade e saí de Nápoles, levando um tipo de existência cada vez mais distante das suas raízes. 

Título: História do novo nome
Autora: Elena Ferrante
Pág. 372
Editora: Relógio de Água

sexta-feira, 8 de junho de 2018

Toucinho do Céu com Chila



Eu queria um Toucinho do Céu à moda de Guimarães, ou seja, com chila, porém as receitas que me surgiam incluíam um número, a meu ver, realmente exagerado de gemas de ovos, de modo que peguei nesta receita, que no geral me agradou, e a adaptei ligeiramente. Segundo o meu marido, ficou perfeita! 


Toucinho do Céu

Ingredientes:
200 gr de miolo de amêndoa moído sem casca
220 gr de açúcar
8 gemas + 1 ovo inteiro
casca de 1 limão
125 ml de água
meio frasco de doce de chila
açúcar em pó para decorar

Como fazer:
Ponha um tacho ao lume com a água o açúcar e a casa do limão, deixe ferver alguns minutos até que forme uma calda. Junte a amêndoa o doce de chila, mexa e deixe ao lume mais 2 ou 3 minutos mexendo sempre.

Retire do lume, retire a casca do limão e deixe arrefecer um  pouco ( até ficar morno).
Bata as gemas e o ovo e junte à calda. Leve de novo ao lume, sem parar de mexer, até atingir o ponto de estrada*

Ponto de Estrada*- Passe uma colher pelo fundo do tacho,  de um lado para o outro, se formar um género de estrada que deixa a base no recipiente visível é porque o ponto foi atingido.

Retire do lume e deixe arrefecer um pouco.
Forre uma forma de 20 ou 22 cm de diâmetro e forre  o fundo com  uma folha de papel vegetal também untada, polvilhe a forma com farinha, não se esqueça de untar as laterais da forma.

Leve a massa ao forno cerca de 25 minutos.

Retire depois de cozido, deixe arrefecer bem e vire sobre um prato de servir. Retire o papel, e polvilhe com açúcar em pó. Decore com amêndoas inteiras.

Receita retirada, e adaptada, do Blogue Cozinha da Duxa

quarta-feira, 6 de junho de 2018

Espectáculo com filhos


Estava aqui a pensar no esforço que fazemos para acompanhar os nossos filhos a determinados espectáculos, e lembrei-me do primeiro a que Letícia foi, dos One Direction ( grande fã, na altura!), acompanhada pelo pai. Na época, estava mentalizada que teria que ser eu, portanto quando o pai se voluntariou, alegremente aliás, também eu alegremente abdiquei do programa. 
Contudo, fazer programas com os meus filhos é coisa que muito me agrada, conciliar os nossos gostos, com eles na adolescência, é que se torna realmente desafiante. As personalidades estão a fortificar-se e descobrir-se por caminhos, muitas vezes, alheios aos dos pais.
A Letícia gosta muito de música, e eu também, todavia gostamos de géneros diferentes e escolher algo em comum parecia-me praticamente impossível. Mas não é! 
Fui eu quem descobriu o Erlend Oye, e como acontece muitas vezes, descobrindo artistas menos conhecidos, "envio-os" aos meus filhos, sabendo quem se irá encaixar no gosto de cada um, mas aqui tive a sorte de encontrar alguém que nos agrada a ambas. Pela melodia, pela longa parte instrumental, que em espectáculo se revelou ainda mais intenso e imprevisto. 
Foi um espectáculo maravilho, e sim, é possível desfrutarmos dos mesmos espectáculos, gerações à parte, haverá sempre a possibilidade de confluência.