quarta-feira, 25 de novembro de 2020

"O nosso cérebro é o que comemos"

É comum dizer-se que somos o que comemos, e à medida que a Ciência avança, e estuda a influência da dieta no ser humano, esta máxima prova-se e consolida-se. O que vão descobrindo nesta área é fascinante e ao mesmo tempo atribui-nos mais responsabilidade na forma de nos alimentar-nos. Não apenas por nós, mas também pelos nossos filhos; por exemplo, num estudo que incluiu 23 mil mulheres grávidas constatou-se que aquelas que consumiam mais junk food tiveram filhos mais propensos à agressão e birras. 

Aconselho a visualização do Documentário, e mais ainda a uma reflexão que leve a uma mudança positiva. 

segunda-feira, 16 de novembro de 2020

É por eles!

 

Via Other Perspectives, FB 

 

É por eles que lutamos, para que possam viver com direito a tudo que precisam, para serem saudáveis e felizes!


quarta-feira, 11 de novembro de 2020

Viver a vida!

 

Tiram-lhes os parques infantis, os recreios, os brinquedos, os amigos, os avós, o ar! E os pais tudo aceitam! Só falta tirarem-lhes os filhos...

Tenho descurado o blogue, mais do que habitualmente, por estar mais dedicada ao activismo digital noutras plataformas, onde alcanço mais pessoas. Creio que este é realmente o momento mais importante, no sentido de decisivo, da minha vida, por isso me tenho dedicado tanto a ele. Por aqui também se vê que sim, tenho o foco direccionado à Palermia e tudo o que a ela se relaciona. Não apenas por mim, porque sinceramente, se querem que vos diga, pouco tenho sentido na pele a transformação que a sociedade sofreu nestes últimos meses; continuei a fazer quase tudo o que fazia antes. Nunca fiquei em fila para compras, nunca me faltou nada, nunca deixei de ir a onde queria (excepto de férias lá para fora), e estar com quem quisesse, com duas ou três excepções, pois quando não querem eu respeito. Continuo a respirar bem, não uso máscara 7 horas por dia como muitos no trabalho, nem sequer na rua, onde mantenho a distância. Inclusive, sou física e psicologicamente saudável, continuo bem humorada e optimista; sinto uma imensa gratidão por tudo o que tenho, sabendo quão abençoada e privilegiada sou, mas penso nos meus filhos, na minha família, nos amigos, e em todos no geral. Penso imenso nas crianças.

Acredito que a forma como os políticos estão a lidar com tudo isto está a pôr em risco as futuras gerações, e não posso ficar indiferente. Principalmente, por tudo ser tão óbvio para mim. Lamento que desde Março muitos continuem a olhar para o seu umbigo, só porque continuam em teletrabalho e o vencimento cai certinho na conta; outros porque mesmo não trabalhando têm igual tratamento. É fácil reclamar mais regras e mais severidade nas regras em "defesa da saúde", quando não está em questão pagar a renda e alimentação. Difícil é aceitar que estas pessoas não tenham compaixão, nem se lembrem da maioria que não está no mesmo barco! Os outros já começam a afirmar: Deixem-me decidir se quero morrer de covid ou de fome! Acho que tenho mais hipóteses se for do vírus!

A continuarmos assim a vida tornar-se-á catastrófica, e o futuro vislumbra-se negro. Mas finalmente a sociedade vai acordando, sector por sector, parece, e lá está, quando nos toca a música já é outra! Infelizmente as lições têm que ser dolorosas, e aqueles que continuam a pensar apenas neles também irão passar por aí, pois não acordaram de outra forma.

Aceitar e conformar-se com esta "nova realidade" é consequência de uma lavagem cerebral intensa, da desinformação relativa a números falseados de infectados e óbitos, que são a maior fraude diante dos nossos olhos. 

A "nova realidade" que nos querem servir subjuga-nos, retira-nos direitos a uma vida livre e feliz. É isso que querem para vocês e vossos filhos? Eu não, eu rejeito-a. Não consinto esta "nova realidade", nem para mim, nem para a minha família. A vida que vale a pena ser vivida é outra, é aquela em que decidimos o que queremos para nós, em que respiramos livremente, em que nos abraçamos e beijamos à vontade, em que tocamos em pessoas e coisas sem hesitar, em que nos movimentamos por onde nos apetece, onde o sol brilha a cada dia, porque cada dia tem esperança! Isso é viver. 

quarta-feira, 21 de outubro de 2020

Vivemos numa sociedade distópica!

Se, no passado, alguém me dissesse que eu passaria por uma situação como a actual, em que sinto a minha liberdade em risco, não acreditaria. Seria uma insanidade pensar que vivendo em democracia no séc.XXI, os nossos direitos defendidos pela Constituição estariam em perigo. E mais ainda que tudo isto viesse de um regime de esquerda. Assustam-nos tanto com a sombra da insidiosa direita, do fascismo eminente se baixarmos a guarda, e afinal o ataque veio mesmo da esquerda socialista. 

Agora dou por mim a pensar, e sentir, aquilo que o meu avô, opositor de Salazar e apoiante público de Norton de Matos, sentiu; e por aquilo que o meu pai, defensor do meu avô, dando a cara à PIDE, sentia, quando lhes entravam em casa à procura do pai, e passavam em revista o escritório e sala de leitura. São sentimentos de que me falaram, e que ouvi sem sentir, até agora. 

A propósito da Palermia, o governo está aprovar leis absolutamente inaceitáveis para um regime democrático, como a da expropriação dos bens particulares; como a da entrada da Polícia, em casa dos cidadãos, sem mandato; como a da obrigatoriedade da instalação de uma APP no telemóvel privado, atacando-nos a privacidade. Questionado sobre a inconstitucionalidade da obrigação desta regra, António Costa dá uma resposta bem ilustrativa do seu perfil e também anedótica:

“As medidas só são autoritárias se as pessoas não as cumprirem já espontaneamente” 
 
Isto dava um meme! E tem dado. 
A falta de noção daquilo que é a democracia do actual PM é escandalosa, e pior ainda, nem o PR nem a oposição fazem o papel que lhes compete; direita e esquerda estão perfeitamente alinhadas nas medidas covideiras e naquilo que não tendo nada a ver, se lhes associa e consente. Visto de fora, isto parece um filme de alguma sociedade distópica, inspirado num livro do género "Admirável mundo novo" ou "1984", de tão fiel e contudo, surreal que é!

Crenças à parte do covid19, que existe, mas não é e nunca foi pandemia, as pessoas estão cordatamente a aceitar a máscara, as regras dos ajuntamentos que proíbem mais do que 5 pessoas num sítio, e permitem concertos e touradas com espectadores em abundância, horários estapafúrdios para restaurantes e bares, os abusos que estão a ser infligidos aos nossos filhos nas escolas; professores a concordar com o castigo aplicado à criança que partilhou lanche com os colegas! Porque já tinha sido advertido sobre as regras sanitárias e nem sempre as cumpria! E etc. A lista das arbitrariedades cresce todos os dias, porque todos os dias as pessoas as aceitam, e até se antecipam, como que pedindo por elas. A nossa economia vai em direcção ao abismo, mas só quando as pessoas perderem o tecto, e virem os pratos vazios vão acordar para a realidade. E depois será tarde demais. 

Já não se trata da Palermia, isso é uma cortina de fumo para o que está a ser implementado pelos governos, não apenas em Portugal, mas por todo o mundo. Os globalistas estão a executar um plano que visa submeter-nos, e estão a ser bem sucedidos. As pessoas estão amedrontadas, vigiando um vírus que lhes disseram que entraria pelas frestas da janela, enquanto o criminoso entrou pela porta da frente, sem oposição. E nem sequer notam que lá fora já está um mundo às avessas, daqueles que viram em filmes e leram em livros (alguns leram), e que lhes pareceu sempre ficção científica. É aí que estamos!