segunda-feira, 20 de setembro de 2021

A Gestão da Pandemia e as Crianças em 2021- Dr. António Ferreira e Dr. António Pedro Machado

A comunicação social tem falhado a divulgar informação, não permitindo o contraditório. E pior, na promoção de determinadas personagens que não são de todo as mais indicadas, por não serem sequer especialistas em medicina, em epidemias, em vírus e bactérias. São alarmistas por incompetência e, talvez, defeito de carácter. Querem aceder a outras fontes? Ouvir especialistas verdadeiros, que não recebem "prémios" da big pharma? Daqueles com carreiras de prestigio internacionais, papers escritos para revistas e sites de excelência, fontes de estudo de outros cientistas, etc. ? Sigam a Cidadania XXI Plataforma Cívica.

 
 

quarta-feira, 8 de setembro de 2021

Título: "Os fanáticos" ou "Tenho-me em pouca conta", você escolhe

No séc.XXI ainda há maridos que travam a progressão das carreiras das mulheres; são contra aceitarem uma promoção porque "vais ficar rodeada de homens". Banzem!
É preciso ser muito inseguro para ter atitudes destas; ou então nasceram no país errado, a cegonha deveria tê-los largado lá para as bandas daqueles que prendem as mulheres em casa. Como se chamam...? Ah, já sei, talibãs. Esta comparação pode até parecer radical demais, mas suspeito que também dentro destas casas exista um certo nível de terrorismo.
Pronto, talvez esteja a exagerar novamente, mas penso mesmo que este tipo de atitude, em que um subjuga claramente o outro, é no mínimo violência doméstica.
Mas contra isto não se pode fazer queixa, portanto fica o desabafo.

quarta-feira, 1 de setembro de 2021

O meu euro-milhões

Eu e o Duarte a fazermos a minha cama, e a conversar alegremente, e ele a gozar-me por um comentário espiritual que eu fiz. -Ó Duarte, como é possível tu teres nascido meu filho, sendo eu tão espiritual?! Mas pronto, tu calhaste-me a mim, e eu calhei-te a ti, digo a rir.

-Pois, a mim saiu-me o euromilhões, já a ti....!

Tive um ataque um de riso. E ele aproveita para continuar: - O que vale é que te faço rir, senão já tinha ido...

segunda-feira, 23 de agosto de 2021

Dica de Leitura: A Casa e o Mundo

 

Via

Acho que já comentei aqui que durante toda a vida evitei os livros da autoria de Prémios Nobel da Literatura, tal como os que estão habitualmente no top dos mais vendidos, mas desde há uns 4, 5 anos, sinto-me impelida para eles. Ainda penso que vou encontrar um não que gostarei, mas não foi de todo este o caso. 

Rabrindranath Tagora, autor indiano com vastíssima obra, poesia, teatro, dança, música, pintura, ganhou o Prémio Nobel da literatura em 1913, sendo aliás o primeiro não-europeu a ganhar este prémio.

Nascido no seio de uma família abastada de casta elevada, teve acesso a uma educação privilegiada, tendo estudado em casa, na Universidade em Inglaterra, e viajado imenso. Foi amigo de Mahatma Ghandi e esteve envolvido no movimento nacionalista indiano. A sua vida apenas daria para um livro fascinante, pelo que aconselho a leitura da sua biografia na Wikipedia.

Em A Casa e o Mundo, Tagore retrata um núcleo familiar que poderá espelhar o seu próprio, a família do marajá, e apesar de ser um espaço reduzido e protegido, toda a acção se desenrola dentro das paredes dessa casa, os problemas do exterior são levados para dentro da casa, e de certa forma, resolvidos por quem não pode, ou deve sair dela; Nikhil, o marajá, vê desfilar todos os acontecimentos com um distanciamento propositado, de perfil humanista, próprio dos iluminados, aproveitando a oportunidade de aprendizagem sobre si mesmo, deixando a vida fluir com o mínimo de interferência. Os protagonistas são o marajá, a sua mulher Bimala e o seu amigo Sandip, envolvido activamente no movimento de independência indiano.

Desde sempre que me atrai o mundo e estilo de vida indianos, e leio com fascínio as narrativas que reflectem a mentalidade, forma de ser e estar desse grande país; a escrita poética de Tagore dá-lhe uma profundidade que reflecte bem a substância inerente a esta cultura extraordinária, tudo motivos para recomendar este livro. 

 

Título: A Casa e o Mundo

Autor: Rabindranath Tagore

Editor: Publicações Europa-América

Nr de págs: 237

 

terça-feira, 17 de agosto de 2021

Informação ao dispor!


Via Expresso ( será isto o "novo normal"?)

Quando, 18 meses depois há pessoas que a conversar comigo, ignoram ainda o mais elementar disto tudo, eu pergunto: estiverem onde? Noutro planeta? No planeta televisão, por certo. 

Não sabem que o vírus sars cov2 não foi isolado, logo que por isso não podem ter feito uma vacina para ele; não sabem que o teste pcr tem uma alta percentagem de falibilidade, e que por isso dá muitos falsos positivos; que, aliás, o teste pcr foi inventado por um cientista (e ganhou O Nobel com isso) que afirmou que não era para ser aplicado em pessoas, mas apenas usado em trabalho de laboratório. E por isso se explica a falta de credibilidade do teste.

Ignoram, ainda, que esta substância é diferente de todas as outras vacinas, é uma terapia genética mRNA, e que por isso muitos profissionais de saúde até rejeitam designá-la como tal. Que o tempo que levou a ser feita e posta no mercado não permite saber se é segura, e que por isso a Indústria farmacêutica conseguiu que os governos a isentassem de responsabilidades. E que os próprios governos também se isentaram de responsabilidades; portanto, se a coisa correr mal, e tem corrido para muitos, a pessoa vacinada está por sua conta. Para tal, assina um termo de responsabilidade, antes da inoculação. 

Que esta substância irá modificar o adn, definitivamente. Que os efeitos secundários podem incluir sintomas tão graves como coagulos sanguíneos, tromboses, paragens cardíacas, e problemas de esterilidade, pois a proteína Spike aloja-se sobretudo nos testículos e ovários, portanto, tudo isto é público, e consta no site das ditas "injecções", é só procurar pelas marcas, e ler. 

Mas sabem que a vacina covid19 não imuniza, nem evita contágios, e que por isso devem continuar a usar máscara, a manter distanciamento social, e praticar todas as regras que os não-vacinados são instruídos a seguir. Concordam com tudo isto e não colocam a questão: então para que servem as vacinas?!

Quem confia cegamente nos media e governos, a ponto de não procurar informação para se instruir e decidir o que quer para si, também não sabe nada de História! Esta ensina-nos que o povo tem sido ao longo da história da humanidade carne para canhão, que as elites fazem um jogo de bastidores, para seu benefício, que ignoramos, e que por sorte, só muito mais tarde temos conhecimento dessas tramas. Que o povo é um mero peão que o rei sacrifica consecutivamente, porque existe para isso, e será sacrificado uma e outra vez, até que assuma o controlo e diga: Não! 

Mas o povo comporta-se como uma criança pequena, levada pela mão do pai-Estado, confiando cegamente nele, e mesmo que doa e queira rejeitar, é persuadido com o mantra do momento: "é para teu bem"! E cerra os olhos, para doer menos. Ficam no recobro a ver cair um ou outro, e vão para casa a pensar que passaram no teste, quando os efeitos da picada se verão não apenas a curto, mas médio e longo prazo. A verdade é que pela primeira vez a humanidade está ser cobaia, isto é uma experiência.

Nós somos livres, somos soberanos, e devemos reclamar esse estatuto. A última palavra é nossa, nós decidimos o que queremos injectar ou não no nosso corpo, é direito nosso. Está consagrado na Lei dos homens, e acima, na Lei Divina. 

Actualmente, os próprios jornais estão a noticiar também uma série de dados que deveriam alertar as pessoas, que por exemplo, a maior parte de infectados e internados têm a vacinação completa, porém, estão de tal forma formatadas pelas más notícias que ficaram incapazes de reflectir, e comparar informações. O que vem contradizer o que lhes foi incutido, não passa. Como se estivessem num transe profundo. Como vítimas de Estocolmo.

E estão estas pessoas a aconselhar, e a pressionar, os filhos.