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segunda-feira, 6 de junho de 2022

Juventude roubada

Como é que um jovem entrado na casa dos vinte, incontestavelmente bonito, obviamente inteligente e empenhado, provado pelo curso e universidade que faz e frequenta, pode ter problemas de auto-estima? Para mim, trata-se um caso de boicote interno, ou seja, os seus pais destruíram-no. 

Bem sei que quando nascemos não somos uma folha em branco, que os progenitores desenham e pintam a seu bel-prazer, aliás, como mãe de dois, aprendi com a experiência que os filhos já trazem uma carga mais ou menos forte de personalidade que os distingue. Porém, também reconheço na educação parental um papel impactante, na construção da pessoa que cresce e se desenvolve, debaixo do nosso telhado. 

Já há muitos anos tinha constatado que grande parte dos pais educava erradamente os filhos, não os respeitando enquanto pessoas possuidoras de personalidades diferentes das suas, que deveriam ser ouvidas e consultadas ( embora a decisão final deva caber aos pais, por diversos motivos, mas claramente explicadas aos filhos), e fosse por imposição ditatorial, fosse por laxismo, ou abdicação do poder parental, ora os filhos eram excessivamente orientados, ora eram excessivamente livres. Encontrar o equilíbrio entre um caminho e o outro foi sempre um objectivo para mim, e pese embora a dificuldade e canseira dessa linha-guia, penso que me orientei razoavelmente. 

Em resumo, na educação de uma criança temos de considerar que nos "é dado" um filho que não é uma folha em branco, e temos de o educar segundo os valores em que acreditamos, conciliando já com a sua personalidade, por uma questão de respeito para com ele, pela sua natureza, a sua alma. 

Eu não vejo isto de todo. E se já antes não o via, agora, "mais-ou-menos-pós-pandemia" vejo a situação muito mais agravada; estes pais puseram na prole o ónus da saúde familiar, tendo os filhos de conciliar vida privada, estudantil e família. Com isso estão a impedi-los de viver; não saem com os amigos, não vão à Queima, não vão a concertos, a festas de aniversário, continuam ainda com a máscara, mantêm ainda distância física, acabaram-se portanto os beijinhos nos cantos dos bares e discotecas, e ainda menos se proporcionam os namoros. 

De tudo o que a juventude tem de bom, divertido e novo abdicam, para não "matar o avô", ou levar o vírus para casa. Já basta o risco que correm nas salas de aula! 

Como não querem que os filhos estejam tristes, deprimidos, infelizes?! Curiosamente, são estes que mais têm estado doentes, e isso até já é muito notado, e comentado entre colegas. Pelo menos isso. 

Li algures, e há uns tempos, que vai acontecer algo inédito na história da humanidade, que esta geração vai morrer antes dos seus pais, e perante todo o quadro actual começo a crer que é muito possível. E a responsabilidade será dos próprios pais. 

É lamentável ver aqueles que deveriam zelar pelo bem-estar e felicidade dos filhos, estarem a fazer exactamente o oposto. E muito triste ver o resultado de tudo isso. 

quarta-feira, 25 de maio de 2022

"Nós somos o que comemos"

 

Não é segredo, podem fazer a pesquisa. Quando em Portugal as televisões começarem a bater na tecla da varíola dos macacos talvez se lembrem disto. 


segunda-feira, 16 de maio de 2022

Realidade versus ficção

A máscara é inútil perante o tamanho do vírus; é como ter um coador de chá na cara! 

Digam lá, se não assistirem televisão parece que vivemos numa pandemia? Não, pois não?! E ainda assim, mesmo ouvindo martelar, diariamente, no assunto as pessoas já não querem saber da quinta onda, sexta onda, isso já não lhes diz nada. E a prova é que estando eu num evento onde a geração sénior era a maioria, e a sala estava cheia, mas com as cadeiras colocadas a uma distância espaçada umas das outras, passado algum tempo já tinham sido arrastadas umas para junto das outras; é que apesar de estarmos ali para ouvir palestrantes, a tendência é comentar com quem está ao lado, e se já antes este comportamento era normal, continua a ser natural, nós somos seres sociais, e sobretudo esta geração mais velha, que vive muito só, está mais sedenta de convívio do que qualquer outra. São eles também quem mais televisão vê. Todavia, não demonstraram receio. E devo acrescentar que a maioria não estava mascarada!

Por outro lado, sei de historietas que me deixam atónita; há quem ainda acredite em tudo que passa nas notícias, e pior, assuma como uma verdade superior à sua experiência. Senão vejamos, a pessoa vacinada, que usou sempre máscara, que fez testes sem ter sintomas porque ouviu dizer que podia ser assintomático, a quem deu positivo e se isolou, passou férias de Natal sem estar com os filhos, passou a Páscoa sozinho para proteger a mãe idosa, conta que os sintomas que teve foram de gripe leve, febre baixa e dor de cabeça. Portanto, a pessoa continua a usar máscara onde não é requerido e não só, apela a que os outros o façam também e critica quem não o faz! A pessoa viveu a coisa, e não extraiu por si, nada da experiência; como qualificar a pessoa?! 

O que vejo é que muitos têm beneficiado de "férias" de quando em vez, e seja porque estão cansados, detestam o chefe, não suportam o patrão ou os colegas, existem imensas razões camufladas num falso pretexto, o covid. Mas não vêem que estão a consolidar a falsa pandemia?! Por motivos egoístas. 

Persistir na ideia de pandemia, alimentar o medo, reagir perante as notícias, usando, por exemplo, a máscara voluntariamente, é consolidar um regresso às regras redutoras da nossa liberdade. É nesse mundo que querem viver? É nesse mundo que querem que os vossos filhos, sobrinhos, netos, primos, vivam?! 

Eu já não sei se isto é falta de inteligência ou falta de amor. 

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2022

O que se passa no mundo?

 

Enquanto no mundo os cidadãos se mobilizam aos milhões, formando manifestações que agregam "vacinados" e "não-vacinados", em defesa da liberdade, e contra a ditadura sanitária, em Portugal nada disto passa nas televisões, e fazem de algo que não aconteceu o atentado da história, e de um jovem autista o maior terrorista da nação. Brincam convosco descaradamente. Eu excluo-me porque, obviamente, não vejo jornalixo.

No Canadá formaram o "comboio pela liberdade" dos camionistas, a quem se juntaram os camionistas norte-americanos, os agricultores e cidadãos em geral, que os apoiam com a presença, comida, combustível e doações, atingindo o espantoso valor de 9 milhões de dólares. Esta iniciativa impulsionou iguais por todo o mundo, neste momento na Europa está a formar-se um comboio pela liberdade, também com presença portuguesa, que se dirige a Bruxelas. 

Na Austrália e Nova-Zelândia, países que têm sido duramente reprimidos com a restrição total da liberdade dos cidadãos, com a desculpa da falsa pandemia, são milhares a sair à rua. Na França, todos os fins-de-semana há milhões em todo o país, com expressiva presença em Paris; na Itália, igualmente, estando os italianos a boicotar o passe sanitário pedido pela restauração, com piqueniques  nas ruas e praças. São apenas alguns exemplos, em todo o planeta,  manifestações em massa estão a acontecer.

Estas pessoas estão quase todas "vacinadas", dizem que acima dos 80% na Europa, portanto já compreenderam que as regras inconstitucionais implementadas contra a liberdade e direitos dos cidadão não são pela saúde dos mesmos, mas pelo controlo populacional. 

As manifestações têm decorrido pacificamente, há gritos de revolta, slogans de apelo, mas também há música, há orações, união e empatia. Mas sobretudo há coragem. 

No outro lado, daqueles que nos oprimem há isto: 

E isto: 


     

 

"Façam o que eu digo, não façam o que eu faço!" 

 

Mas no fim, é para isto que caminhamos, nós somos os 99%!E dizemos não consentimos a "ditadura sanitária" que nos querem impor. 

 

Deixem de ver televisão, sigam os jornalistas independentes que trazem informação verdadeira, o que se passa no mundo realmente, fruto de investigação, Página Um e Canal Sérgio Tavares, por exemplo.

Investiguem. 

segunda-feira, 29 de novembro de 2021

Perguntas sobre a pandemia

 

 
1. Se o vírus foi "espontâneo" por que tem uma patente? 

 
2. Se há uma pandemia, por que a mortalidade não chega a 2% em todo o mundo? 
 
3. Se o vírus é tão mortal, por que preciso fazer o teste para ver se eu tenho? 
 
4. Se uma pessoa saudável é a que não produz sintomas, o que é uma pessoa assintomática? 
 
5. Se o vírus é tão contagioso e eles usam protocolos de radioatividade com cadáveres, por que as máscaras vão para o lixo comum?
 
6. Por que o vírus não foi isolado ou sequenciado seguindo o protocolo de Koch? 
 
7. Se não houver vírus isolado ou sequenciado para estudo, o que os PCRs medem? 
 
8. Se não há vírus isolado ou sequenciado para estudo, como podem fabricar as "vacinas"?
 
9. Se o isolado SARS-COV-2 ainda não está disponível, como os propulsores das "vacinas" contra as variantes Alfa, Beta, Gama, Epsilon, Eta, Iota, Kappa, Mu e Malburg podem ser úteis? 
 
10. Se a "vacina" imunizar o que poderia um não vacinado" afetar a saúde de um "vacinado"?
 
11. Se os "vacinados" continuam a ser transmissores do vírus, para que serve o passaporte sanitário?
 
Por Daniel Villarreal, via FB

Para reflectir.

segunda-feira, 4 de outubro de 2021

Brincadeira!

Vi no FB, publicado por algum amigo, e pareceu-me mais do que pertinente:" Ainda não percebi como o vírus sabe quem é o cliente e o empregado. "



segunda-feira, 20 de setembro de 2021

A Gestão da Pandemia e as Crianças em 2021- Dr. António Ferreira e Dr. António Pedro Machado

A comunicação social tem falhado a divulgar informação, não permitindo o contraditório. E pior, na promoção de determinadas personagens que não são de todo as mais indicadas, por não serem sequer especialistas em medicina, em epidemias, em vírus e bactérias. São alarmistas por incompetência e, talvez, defeito de carácter. Querem aceder a outras fontes? Ouvir especialistas verdadeiros, que não recebem "prémios" da big pharma? Daqueles com carreiras de prestigio internacionais, papers escritos para revistas e sites de excelência, fontes de estudo de outros cientistas, etc. ? Sigam a Cidadania XXI Plataforma Cívica.

 
 

terça-feira, 10 de agosto de 2021

Pela saúde ou frase de engate - Você escolhe

 

No expresso Lisboa - vila Real de Sto António, a rapariga do outro lado do corredor diz ao rapaz que tinha a máscara baixada: - Desculpe, não se importa de pôr a máscara? Este, visivelmente "importado" puxa-a para cima, deixando o nariz de fora.
 
Na paragem de 10 minutos, algures no Alentejo, todos saem apara esticar as pernas, e respirar livremente; a rapariga do outro lado do corredor fuma uma cigarro.
 
Tão preocupados com a saúde, que eles estão, é mesmo como dizem: a saúde é o nosso bem mais precioso!

segunda-feira, 26 de julho de 2021

Manif & outras informações

 

 

Sábado foi dia mundial de manifestações pela liberdade, organizado pelo World Wide Rally for Freedom, muito por todo o mundo. Em Portugal realizou-se somente em Lisboa porque não há pessoas suficientes para mobilizar as restantes cidades, mas noutros países, como França, Itália, Espanha, Alemanha, Inglaterra, etc. , diversas cidades encheram-se de milhares de manifestantes. E cada vez mais pessoas se juntam a estas caminhadas pelo fim da ditadura sanitária, por se aperceberem que isto é uma falsa pandemia, pretexto para nos tirarem a liberdade e direitos constitucionais. E cada dia mais se juntarão, porque todos os dias as mentiras vão sendo desmascaradas, estatísticas, testemunhos de vítimas e profissionais da saúde, ciência e até raros casos de jornalistas, divulgados.


Obviamente que nada disto passou nos canais televisivos, segundo me disseram, porque já não vejo tv há mais de um ano. Disseram-me porém, que a manifestação contra Bolsonnaro que reunia 20 pessoas, que eles noticiaram com 50 (contínua a ser ridículo mas não dava para mentir mais!), passou, enquanto que a pela Liberdade com milhares de pessoas nem sequer teve a presença de jornalistas, como antes aconteceu, para manipularem mais tarde, dizendo que eram "negacionistas", anti-vacinas, da extrema-direita e todas as justificativas falsas que julgam incendiar os ânimos da população geral contra quem se opõe à narrativa oficial. Devem ter concluído que dado o crescente número de participantes mais produtivo seria calar, porque toda a publicidade é boa, mesmo quando se fala mal. Eles sabem disto tudo muito bem! 

Quando estamos num caminho em que acreditamos, porque estamos informados através de fontes credíveis diversas, e conseguimos ver a realidade pela nossa lente, não pelas câmaras manipuladoras da televisão, e ouvimos a voz da nossa consciência, e não a dos jornalistas vendidos à elite mundial, só temos uma escolha: rejeitar a imposição da ditadura "sanitária" e continuar a denunciá-la por todos os meios disponíveis. 

Já há muito tempo que não me dou ao trabalho de elaborar textos elucidativos sobre tudo isto porque, por regra, fazem a pergunta mas desdenham a resposta, é como se o cérebro fizesse um shut down, perante informação desagradável que põe em questão certas crenças, mas dado que este está realmente muito bom e completo, e só me custou um copypast, aqui vai:

" Dedicado aos que pensam que, quem não se quer vacinar é um egoísta e um imbecil, que não pensa na saúde dos outros e prefere continuar por aí a infectar-se e a infectar toda a gente. Ora bem, vou dar-lhes algo para reflectir, assim queiram ou consigam, mas não vou justificar com estudos ou colocar referências de nomes, vídeos ou textos. Cada um que faça o seu trabalho de casa. A preguiça, por aqui, paga-se: Caro colaboracionista, 

 

1.Já terá ouvido falar que as vacinas são experimentais e com aprovação condicionada? Saberá porquê? Dou uma dica: Segurança. Não foi garantida em qualquer estudo de médio ou longo prazo. Para nenhuma. Se as tomou, nem sequer está a servir de cobaia, porque nem se faz vigilância epidemiológica, nem estão definidos grupos de controle para que se possa estudar os seus efeitos na sociedade. Os grupos de controle, prévios à aprovação condicionada, foram desfeitos pela vacinação dos intervenientes do grupo placebo. Se as tomou, saiba que a responsabilidade é sua, se morrer ou tiver sequelas graves, as farmacêuticas estão livres de qualquer responsabilidade judicial e os governos, ora os governos... Lembra-se daquela declaraçãozinha que assinou quando levou a pica, lembra? Foi realmente informado dos efeitos secundários graves implicados? Mas deu o consentimento, não deu? Pois é... Estão a ser injectadas centenas de milhões de pessoas sem haver qualquer noção da segurança das vacinas. Não haverá por aqui uma irresponsabilidadezinha qualquer? No entanto, as instâncias licenciadoras têm, naturalmente, medo de fazer asneira da grossa com aprovações definitivas, de conveniência, que lhes podem vir a cair em cima. Não são parvos! 

 

 2.Têm vindo a ser reportados efeitos secundários graves e óbitos muito ( mas muito) superiores ao normal, com estas vacinas, no curto prazo, um pouco por todo o mundo. Tanto, que existem vários estudos que apontam esses efeitos secundários e óbitos, como superiores, neste ano, ao de todas as outras vacinas nos últimos 30 anos. Tem estado atento às estatísticas com dados verosímeis, ou não interessa e é tudo exagero, porque todas as vacinas e todos os medicamentos têm efeitos secundários? É assim que limpa a sua consciência? É mais fácil do que questionar, não é? 

 

 3.Eficácia. Sabe que até hoje não existe, nem provavelmente existirá nenhuma vacina que conceda imunidade estéril a qualquer doença infecto-contagiosa do foro respiratório? Destas, dizem os seus produtores, que não imunizam nem impedem o contágio.Dizem também os seus produtores, que detêm mais de 90% de eficácia.Saiba que isso não é corroborado pelos estudos que foram feitos pelos próprios produtores, mas sim um artifício aritmético para esconder a verdadeira eficácia (absoluta) que andará pelos 1%. Sim, leu bem, um por cento. Dos seus próprios dados! Qual o sentido da inoculação? Lembra-se da vacina da gripe? Embora não seja directamente comparável, em dezenas de anos de utilização, a vacina não só não acabou com o vírus da gripe, como permitiu a tantos vacinados adoecer e multiplicar mutações que escapam todos os anos à vacina. Sim, a resistência que as vacinas colocam aos vírus tende a originar mutações nos vírus que têm essa predisposição, leu bem. 

 

 4.Você irá advogar que estas vacinas impedem a doença grave e a morte. Foi o que ouviu. Não saberá que nos países mais fortemente vacinados subiram significativamente os internamentos de duplos vacinados acima dos não vacinados e o mesmo para os óbitos.Corre a notícia que Israel recebe, nos hospitais, mais de 80% de vacinados e que os casos correspondem às percentagens de duplamente vacinados de forma quase mimética( dados oficiais) . O que prova a ineficácia vacinal. Para não falar nos casos, de que tanto ouve falar, que sobem exponencialmente em todo o lado, nos países com a vacinação mais avançada. Rica imunidade...

 

 5.Existe uma enorme falácia sobre as pessoas saudáveis que transportam o vírus e contagiam. Digo-lhe que essa possibilidade existe, mas é mínima (por volta dos 0,6%), configura uma irrelevância estatística e será muito difícil que alguma vez alguém assintomático possa dar origem a qualquer surto. Porque avança então com a ideia de que alguém não vacinado, saudável, é irresponsável e imbecil? Lembra -se do ano de 2019 e anteriores? Esteve engripado ou constipado? Ficou em casa? Saiu? Deu origem a algum surto? Nem sabe, não é? Foi considerado irresponsável e imbecil por isso? Obrigaram-no a ter um passaporte sanitário? Mas nessa altura já morriam pessoas de gripes, pneumonias, tuberculoses etc., não era? Pois era... 

 

6.Perigosidade. Disseram-lhe que este vírus é mais contagioso e mortal, não foi? Desculpe-me ter de o contrariar. Existem estudos RCT ( sabe o que são?) de epidemiologistas do mais alto nível de conhecimento e rigor, que colocam este vírus em termos de perigosidade e contagiosidade ao nível de uma gripe. Sabia que em Singapura já o consideram assim? Sabia que a Suécia está muito melhor que Portugal em termos de óbitos e doença, sem confinamentos, sem preocupações com transmissões assintomáticas e com uma taxa de vacinação inferior à nossa? Já ouviu falar nos estados do Texas e da Flórida? Já? Pesquise lá outra vez. Quantos surtos e mortes já foram comprovados após as inúmeras manifestações de rua, de milhares de pessoas, por esse mundo fora? Sabe quantas raves de centenas ou milhares de pessoas já aconteceram, mesmo no nosso país, neste ano? Não acha que com tantos interessados na desgraça e no pânico, um caldinho desses não teria já sido aproveitado à saciedade? Não foi, porque não existem contágios ou não são releventes. Abra os olhos! 

 

7.Imunidade de grupo ou imunidade celular cruzada. Já ouviu falar no sistema imunitário com base em células de memória? Todos temos. E a prova é que nem todos adoecemos com este vírus. Melhor, a grande maioria nem sintomas tem, ou muito ligeiros. Graças a elas é mesmo muito difícil morrer com este vírus sem ter algum tipo de comorbilidade que obrigue a nossa imunidade natural a uma quebra. Podemos dizer que este vírus é endémico, que vamos viver com ele, como com tantos outros e a ideia de o erradicar através de uma vacina é só, estúpida, e serve apenas interesses superiores escusos. Podemos dizer que já existe imunidade de grupo, embora esse conceito não seja o mais exacto para determinar uma doença endémica com mutações virais, pois na esmagadora maioria das pessoas, o vírus é reconhecido pela formação de anticorpos de resposta rápida( IgG's e IgA's), mesmo para quem teve contacto com o vírus pela primeira vez. Ou seja, o vírus é reconhecido e atacado pelo nosso sistema imunitário natural, mesmo sem nunca ter entrado em contacto prévio com ele. As mutações corona não ultrapassam os 0,3% de diferenciação genética. Só esta evidência, torna todo um plano de vacinação num exercício completamente supérfluo. Não resolve ou resolve pior, aquilo que o nosso sistema imunitário já resolveu (ou não, por estar debilitado devido a comorbilidades, que a vacina também não resolve). 

 

8.Chegados aqui fica bastante óbvio que não faz qualquer sentido que se queira erradicar un vírus com uma vacina que nem faz jus ao nome. A ideia de acabar com um vírus é simplesmente idiota. E toda a narrativa nesse sentido apenas serve para segregar, discriminar e separar uma sociedade, com intuitos muito duvidosos. Gosta de desconfiar da família, gosta? Acha que os seus filhos vão matar os avós? Sabia que existem jornalistas, neste mundo, que já se desculparam perante crianças, por terem feito afirmações estapafúrdias, não provadas e psicologicamente anquilosantes como estas? Crianças e jovens não têm de risco estatístico e até ajudam a eliminá-lo a toda a sociedade, porque limpam a perigosidade de um vírus antes que chegue a muitos adultos. Eles protegem os avós. Sem vacinas!!! Pense outra vez. 

 

9.Tecnologia mRNA, vectorDNA. Estas vacinas dependem de uma tecnologia nova, experimentada de há pouco mais de uma década, nunca antes em milhões, sequer em centenas de humanos e com efeitos desastrosos em animais. São inoculações geneticamente manipuladas, que fazem replicar sequências virais, artificialmente selecionadas.Entram dentro das nossas células (particularmente nas epiteliais) e formam proteínas S ( spike) que se sabem ser tóxicas e provocam lesões nas células vasculares de forma a causar trombos ou coágulos e até hemorragias, causas base de inúmeras doenças relatadas em múltiplos vacinados. A formação destes coágulos sanguíneos, mesmo em pacientes sem sintomas já foram detectados em estudos com percentagens assustadoras, acima dos 60%, mesmo em quem não tem sintomas aparentes.Mentiram-lhe quando lhe disseram que eram extremamente raros. Mas vc. já devia estar habituado, depois de tanta mentira, contradição e inconsequência que presenciou sobre esta novel doença. Ou ainda não? 

 

10.Mas o principal motivo que levará a maioria dos bem informados a não querer ser vacinada nem serão, penso, estes efeitos secundários a curto prazo, ou o facto de ser experimental, ineficaz, absolutamente supérflua, ou sequer o medo da "pica". É o enorme receio da falta de segurança a longo prazo. 

a) A possível hiper reactividade induzida pela vacina (ADE- antibody dependent enhancement) que se manifestou em animais em experiências anteriores, com estas biotecnologias mRNA e vectorDNA, com efeitos desastrosos, que ditaram o encerramento das pesquisas. De notar que o desenvolvimento destas vacinas dispensou o ensaio em animais ( houve alguns não concluídos), o que contraria a declaração mundial de bioética e dos direitos humanos e está a ser aplicada experimentalmente, sem consentimento informado, o que transgride o código de Nuremberga, nosso garante supremo, assente sobre milhões de mortes humanas, não se esqueça disso! 

b) O mais que provavel advento de doenças autoimunes. O princípio destas vacinas baseia-se exactamente na replicação celular de uma sequência artificial que fará com que o sistema imunitário ataque as células do nosso próprio corpo. O mesmíssimo princípio das auto-imunes, para as quais não existe tratamento. Não se esqueça que, para o covid, existe tratamento. Também lhe têm mentido sobre isso.

 c) A incerteza quanto ao desaparecimento de algumas capacidades inatas do sistema imunitário que poderão ser inactivadas por estas vacinas, com resultados imprevisíveis a longo prazo. Nomeadamente a obliteração dos macrófagos tipo 2, essenciais à sobrevivência. 

d) A incerteza quanto ao período de replicação da proteína S. A vacina, depois de tomada, não tem antídoto nem botão para desligar. As consequências da produção contínua de algo tóxico para o organismo são imprevisíveis, não foram estudadas e serão, provavelmente, perigosamente reforçadas a cada nova toma. Sim, agora que tomou duas vezes, vai tomar todas as que lhe impingirem, em nome de uma saúde pública, ou melhor, do dinheiro e do poder de quem diz que lhe quer bem. Já se preocupou com isto, caro colaboracionista? Já pensou, ao menos? Também não? Pois devia!"

 Dr. Nuno Dias


Lógica da batata!

terça-feira, 18 de maio de 2021

"Tenho 398 dias e estou a ver pela primeira vez rostos sorridentes em público"

 

Via FB
Eu sei de casos em que isto está a acorrer, mas em versão piorada; de uma neta de 2 anos que há mais de um ano não vê nunca os rostos dos avós, nem em público nem em casa. De outro menino, três anos, que vive no 1º andar da casa onde os avós residem no rés-do-chão; aqui a avó sai ao jardim e fala com ele sem máscara, mas o neto chora porque quer estar com ela; quer o toque; entre lágrimas vai dizendo: eu quero a minha avozinha, quero colinho, quero beijinhos da minha avozinha. Esta, não fica indiferente à dor do neto, ela também a sente, e chora também, é a reacção a que se permite.

Isto é de fazer chorar as pedras da calçada, mas os adultos não desbloqueiam. Resistem! Pela vida, julgam eles, resistem ao amor, porque o medo é mais forte, o que não deveria ser. Sem amor não somos nada! 

Estamos a contribuir para a destruição e trauma de gerações que deveríamos proteger e amar. Isto terá um preço muito alto. 

segunda-feira, 16 de novembro de 2020

É por eles!

 

Via Other Perspectives, FB 

 

É por eles que lutamos, para que possam viver com direito a tudo que precisam, para serem saudáveis e felizes!


quarta-feira, 16 de setembro de 2020

Primeiro dia de escola, dia de horror

Hoje inicia-se o ano escolar para os meninos do 1º ano, do 1º ciclo, e sendo, habitualmente, um dia já bastante stressante para muitas crianças e pais, a entrada em escola nova, professor desconhecido e colegas estranhos, este ano torna-se dramático, arruinando para muitos a experiência da escola, e de uma nova fase de vida.

Uma amiga levou hoje de manhã o filho à escola, esperando entrar, tal como combinado na Reunião com os E.E., porém, foi-lhe interdito o acompanhamento do filho a sala, para que o entregasse em mãos à professora, porque assim tinha sido decidido pelo Agrupamento, e o email enviado ontem às 21h, não lhe tinha chegado. Quem já passou por isto sabe como este dia é importante, e simbólico, entrar na sala de aula, com o filho, é como um rito de passagem de confiança; é como se disséssemos aos docentes: a partir daqui, a responsabilidade pelo meu filho é sua, voltarei para mo entregar, esperando que esteja bem. E os miúdos sentem este processo como um acto responsável, da parte dos pais, sentem confiança no local e nas pessoas responsáveis, porque sabem que os pais estão atentos, sentem-se protegidos!

Portanto, se o filho da minha amiga entrou sem dramas, porque tem uma mãe que conversa com ele muito tranquilamente, explicando-lhe tudo com muita paciência e coerência, outras crianças tiveram menos sorte; em particular uma, que foi levada para dentro ao colo de uma funcionária, de onde tentava escapar esbracejando, aos gritos, como se estivesse a ser raptada por estranhos ameaçadores (e não seria assim que estaria a sentir-se?), perante o olhar inerte da mãe. A minha amiga veio da escola de coração partido, fartou-se de chorar, e quando me contou, obviamente, o sangue ferveu-me nas veias. 

Está a cometer-se um crime hediondo contra as crianças, e infelizmente, com o beneplácito dos pais. Como é possível termos chegado a este ponto? Como é possível que os pais se demitam das suas responsabilidades? Os filhos são nossos!

Se tivesse de levar o meu filho hoje, à Escola, ele faria como aquela menina; apesar da professora querida e compreensiva que teve, eu tive que o acompanhar à sala nos 3 primeiros dias, chegando a ficar lá dentro uma hora, até o Duarte ficar bem na sala. Portanto, o que faria hoje? Ou me deixavam entrar, desinfectada, mascarada, com luvas e protecções nos sapatos, ou o meu filho voltava para casa. 

Creio que com a Letícia seria bem diferente, ela estava tão entusiasmada com a ideia de ir para a escola "a sério", que entraria sem dramas. Mas cada filho é diferente, e numa turma há muitas crianças diferentes, que não estão a ser respeitadas. 

Hoje é um dia em que muitos traumas se estão a criar. Em que muitas crianças estão a sentir-se abandonadas pelos pais, que as entregaram a estranhos mascarados, em locais desconhecidos, onde lhes é exigido distância dos outros meninos, permanecer sentados em espaços exíguos, não tocar nisto e naquilo, lavar e desinfectar as mãos compulsivamente, etc.etc. . 

E tudo isto para quê?! Sinto-me indignada por estas crianças. Os adultos que quiseram aderir à narrativa do medo, usar máscara, até onde nem sequer lhes é exigido, fecharem-se em casa, desinfectarem-se até a epiderme perder a capacidade de lutar contra os vírus, que o façam, mas deixem as crianças em paz!

Acreditar na notícia da Palermia em Março é uma coisa, continuar a repetir a mesma cassete em Setembro, quando estão a morrer duas ou três pessoas por dia (sempre com doenças associadas), sabendo nós que morrem 100 diariamente devido a doenças cardiovasculares, faz ainda sentido?! Justifica-se que estas arbitrariedades estejam a ser impostas às populações, inclusivamente às crianças, o grupo mais forte e saudável?!

Só não tendo o coração a bater no lugar certo, ou os neurónios a funcionar mal, se pode acreditar ainda que tudo isto faz sentido e é necessário.

E fiquem sabendo que a indiferença também é criminosa!

Dia 20 de Setembro, manifestações em Lisboa, Coimbra e Porto, pelas crianças, por todos, por uma escola sem máscaras.




quinta-feira, 20 de agosto de 2020

Alegria em tempo de Plandemia

 
Via Fb

Eu fui buscar informação a médicos, epidemiologistas, bacteriologistas, infectologistas, até a prémios Nobel como o Dr. Michael Levitt e o Dr. Luc Montagnier, e os que se informaram em jornais e telejornais, lendo e ouvindo as opiniões de jornalistas, querem convencer-me que a minha informação sobre o covid-19 é que está errada?! O jornalismo acima da Ciência? Onde se viu coisa semelhante?! Só como efeito de propaganda intensa. 
 
Lamento muito que a minha segurança, bom-humor e alegria lhes seja ofensiva; de verdade que gostaria que todos se sentissem assim também. Que não necessitassem de recorrer a ansiolíticos e anti-depressivos para estabilizar a saúde mental. Entretanto, fazer com que entendam isto é-lhes agressivo, ficam abespinhados; - como se atreve a não ter medo se eu estou bloqueado nele?! 
Até com o facto das pessoas irem de férias, mesmo cá dentro, se indignam; que estejam nas esplanadas, nas praias, nos parques naturais a fazer caminhadas, nos restaurantes, ficam apoplécticos.
apopléctico

"apopléctico", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2020, https://dicionario.priberam.org/apopl%C3%A9ctico [consultado em 20-08-2020].
Não pensarão sequer que a economia precisa desesperadamente de recuperar? Que negócios estão à beira da falência, patrões sem dormir para pagar vencimentos, funcionários sem condições de manterem casas e comida na mesa? Não pensarão nos familiares e amigos, que de alguma maneira estiveram, estão e estarão a ser afectados por tudo isto? O medo não deixa pensar, reagir com bom senso, dar espaço ao outro para que aja de acordo com aquilo que precisa e acredita.
É, portanto, tarefa inglória conversar com quem está petrificado pela lavagem cerebral que sofreu.    
Mas cada um é responsável pelas suas escolhas, e arca com as consequências. Eu com as minhas, eles com as deles.

terça-feira, 4 de agosto de 2020

A "Plandemia"

Morreram mais 2600 pessoas no mês de Julho do que nos anos anteriores. Devido à covid19? Não, "apenas" 159 se deve a este vírus.
As autoridades justificam as mortes com o calor intenso, porém, já tivemos outros anos com ondas de calor superiores e números muito mais baixos. Outros, acusam o SNS, todavia, como temos visto, as instalações hospitalares estão calmas.
Talvez uma terceira explicação se imponha; poderá dever-se a consultas, cirurgias e tratamentos cancelados? E também idas às Urgências e Centros de Saúde que se evitaram, devido ao medo de entrar nestes espaços, instigado pela comunicação social dominante? 

Portanto, nestes locais onde se tratam os doentes, a afluência tem sido tranquila, muito mais do que normalmente, havendo dias, em certos hospitais, onde apenas um ou dois pacientes dão entrada nas Urgências. São números que dão para reflectir.

quinta-feira, 30 de julho de 2020

Apesar de tudo...

Nós a passearmos na rua, e eu a apanhar parte da conversa entre os meus filhos.
.....
- Esta é mesmo a melhor época para viver, estou tão contente por isso. 
- yah... mesmo. Só os boomers é que acham que não.

( Que injustiça, nem pensamos assim nem somos boomers! )

segunda-feira, 13 de julho de 2020

Uma Oportunidade única

Como todo o resto na vida, a Quarentena também teve aspectos positivos. Eu vi-os, sim, duvido é que a maioria das pessoas tenha também reparado. E a minha dúvida consubstancia-se com os números astronómicos de calmantes e anti-depressivos que foram e são vendidos. 
Ora um dos grandes aspectos positivos, foi o tempo que as pessoas tiveram para si mesmas. Não havia forma de escapar, não havia trabalho (ou menos horas), não houve tempo perdido em transportes e viagens, não houve problemas alheios, criados no emprego, que roubam energia e foco, enfim, o exterior fechou-se, parcial e substancialmente, reduziu-se, nos obrigando a recolher-nos. 

Confinados em casa, víramo-nos para aqueles que também estão no seu interior, a família, e a própria casa. Por isso, tanta gente falou que fez limpezas e arrumações procrastinadas há anos, iniciou jardins e hortas em terrenos até aí mais ou menos esquecidos, cozinhou e fez pão frequentemente, e claro, quem tinha filhos, sobretudo de baixa idade, teve também, e talvez principalmente, que se virar para eles, apoiando, esclarecendo, guiando, na continuação do ano escolar. 
Tudo isto é aquilo que habitualmente faço, à parte a escola por ter filhos já autónomos, e portanto, para mim a rotina não foi novidade, e aliás, aprecio-a deveras. Continuei a ter tempo para mim, para as leituras, e mais intensamente para a minha educação espiritual, na qual estou cada vez mais focada. Por tudo isto, foi-me um tempo grato e proveitoso. Em contrapartida, por regra, aquilo que vi e ouvi foi exactamente o contrário, e lastimo que assim seja; que este tempo oferecido/imposto não tenha servido para quem, habitualmente, assoberbado pelo trabalho, afazeres de casa e família, não tenha encontrado um certo tempo para se descobrir, para reflectir sobre si e sua vida. 
Eu tenho bem claro que é dificílimo, senão praticamente impossível conciliar emprego e família, com desenvolvimento pessoal, e portanto viver, é disso que se trata. 

Engana-se quem pensa que viver é trabalhar, comer, dormir, pagar contas, casar, ter filhos, pagar mais contas e com sorte, adquirir casa e carro próprios, e ir de férias. Isto são actividades que na realidade nos distraem e afastam no nosso primeiro propósito, aqui. Todas essa actividades são viradas para a materialidade, e obviamente que quem se identifica apenas com este lado da existência, concentra-se neles, mas quem acredita que somos mais do que um corpo físico, tem tendência a procurar alcançar outros objectivos, e o primeiro caminho para o fazer, é o do auto-conhecimento. Creio que a maioria das pessoas ainda acredita que somos mais do que este corpo. Para isso, necessitamos de tempo disponível para nos virarmos para dentro, todavia, tudo na vida nos empurra para fora. E desligamo-nos. 
Pois esta quarentena, e agora o prolongamento para muitos ainda, proporcionou a oportunidade para tal. E contudo, as pessoas entraram em pânico; descobrira-se vazias, sem o emprego. Não se reconheceram sem aquilo que habitualmente fazem, como se aquilo fosse o que são, e não apenas um meio de proporcionar o pagamento de contas. Poderia dizer também realização profissional, mas não creio que a maioria das pessoas o sinta, infelizmente. 
Frequentemente, as pessoas confundem quem são, com aquilo que fazem e possuem, e quando isso lhes é retirado, o que fica? Nada. E ser nada é avassalador, fica-se sem chão. E porém, essa tontura vertiginosa, pode ser a oportunidade do renascimento, para abrir a janela para um mundo interior que tem existido negligenciado; ou então, mais fácil, escolher o adormecimento, os tais calmantes que provocam o torpor do corpo e mente. Até que tudo isto passe, como um pesadelo. 

Os números não mentem, revelam qual foi a escolha feita pela maioria. E se por um lado lastimo, por outro compreendo, todos temos o nosso tempo, nesta escola que é a vida, mas havemos todos de chegar lá. 

quarta-feira, 8 de julho de 2020

Síndrome de Estocolmo

Sei de famílias, a viver em apartamentos, com crianças pequenas, que durante a quarentena não saíram de casa, uma única vez. O medo era tão grande, que o confinamento foi levado ao extremo, e desde o dia um, nem sequer um passeio na natureza, longe de todos, foi feito. Obviamente que as coisas não correram bem; o humor geral estava de rastos, a disposição fosse para o que fosse era nula, a boa vontade na colaboração inexistente. No quesito Escola idem; os mais pequenos faziam birra, e nem castigos nem prémios, os incentivaram ou demoveram. A paciência dos pais que, por norma, já não é acima da média, também não ajudou. 
Dominados pela pressão extra, que resultava em frustração, o ano lectivo, ficará para estas famílias como uma experiência de má memória, acima da própria quarentena. 

Lamento muito por estes agregados familiares. Sobretudo pelos filhos, que foram reféns do medo dos pais e do país. E certamente, ficarão marcados para sempre. Já antes imaginava que sim, toda esta história "do bichinho muito pequenino que ninguém vê e que anda no ar", como um pequenito me disse da varanda, iria deixar mossa. E já antes previa que muitos precisariam de ajuda psicológica para o ultrapassar; e portanto, confirma-se, quem antes berrava para sair de casa, ir ao parque infantil e brincar com os amigos, agarra-se agora às pernas da mãe, com medo de se afastar.