quinta-feira, 19 de outubro de 2023
"Os 4 passos para gerar psicose colectiva"
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2022
O que se passa no mundo?
Enquanto no mundo os cidadãos se mobilizam aos milhões, formando manifestações que agregam "vacinados" e "não-vacinados", em defesa da liberdade, e contra a ditadura sanitária, em Portugal nada disto passa nas televisões, e fazem de algo que não aconteceu o atentado da história, e de um jovem autista o maior terrorista da nação. Brincam convosco descaradamente. Eu excluo-me porque, obviamente, não vejo jornalixo.
No Canadá formaram o "comboio pela liberdade" dos camionistas, a quem se juntaram os camionistas norte-americanos, os agricultores e cidadãos em geral, que os apoiam com a presença, comida, combustível e doações, atingindo o espantoso valor de 9 milhões de dólares. Esta iniciativa impulsionou iguais por todo o mundo, neste momento na Europa está a formar-se um comboio pela liberdade, também com presença portuguesa, que se dirige a Bruxelas.
Na Austrália e Nova-Zelândia, países que têm sido duramente reprimidos com a restrição total da liberdade dos cidadãos, com a desculpa da falsa pandemia, são milhares a sair à rua. Na França, todos os fins-de-semana há milhões em todo o país, com expressiva presença em Paris; na Itália, igualmente, estando os italianos a boicotar o passe sanitário pedido pela restauração, com piqueniques nas ruas e praças. São apenas alguns exemplos, em todo o planeta, manifestações em massa estão a acontecer.
Estas pessoas estão quase todas "vacinadas", dizem que acima dos 80% na Europa, portanto já compreenderam que as regras inconstitucionais implementadas contra a liberdade e direitos dos cidadão não são pela saúde dos mesmos, mas pelo controlo populacional.
As manifestações têm decorrido pacificamente, há gritos de revolta, slogans de apelo, mas também há música, há orações, união e empatia. Mas sobretudo há coragem.
No outro lado, daqueles que nos oprimem há isto:
E isto:
"Façam o que eu digo, não façam o que eu faço!"
Mas no fim, é para isto que caminhamos, nós somos os 99%!E dizemos não consentimos a "ditadura sanitária" que nos querem impor.
Deixem de ver televisão, sigam os jornalistas independentes que trazem informação verdadeira, o que se passa no mundo realmente, fruto de investigação, Página Um e Canal Sérgio Tavares, por exemplo.
Investiguem.
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2022
Jogos de azar
Estava a pensar que seria interessante partilhar um vídeo que ouvi ( digo que ouvi porque com a grande maioria é isso que acontece, estou a fazer outras atividades que não requerem muita atenção, e aproveito para me instruir em certos assuntos), de 3 entrevistados de língua espanhola, "vacinados*", em que partilham os efeitos secundários, mas já não sei como localizar o vídeo, e depois lembrei-me que também não faria grande diferença; a maioria ouve testemunhos diretos, e ainda assim arranja formas de justificar e minimizar as consequências. Portanto, partilho à mesma uma das frases pronunciadas, que me ficou, acreditem se quiserem.
Uma das entrevistadas, que se queixou de irregularidades preocupantes no seu ciclo menstrual, confessou que já tinha tido conhecimento de efeitos secundários da dita "vacina*" noutras pessoas, mas que foi para a frente com a experiência porque pensou que seria algo que não aconteceria com ela.
Assim uma espécie de roleta russa!
* Por definição, vacina impede e protege do contágio, coisa que esta substância experimental não faz, por isso não é aceite como vacina.
terça-feira, 18 de janeiro de 2022
Quando os deuses falam...
Há uma passagem na Bíblia que sempre me impressionou imenso, aquela em que Deus pede a Abraão que lhe sacrifique o seu único filho querido, que já teria tido em provecta idade. Ainda me recordo de perguntar espantada porque pediria Deus tão horrenda coisa, e de a minha mãe me responder que era para testar a fidelidade e obediência de Abraão.
Mais tarde, com a maturidade fui levantando outras questões, do tipo, que Deus é este que condena o homicídio e no entanto diz a um pai que mate o próprio filho?! Para mim não fazia sentido algum. E como se poderia construir uma religião tendo como base semelhante Deus, déspota, cruel, sanguinário? Quanto mais estudava História menos compreendia esta religião, e mais me afastava dela.
Demorei muito tempo a compreender que Religião é uma coisa e Espiritualidade é outra; que uma contém e a outra liberta. Que a primeira, pelo seu carácter sectário divide e a outra unifica. E a decidir que para mim faz mais sentido situar-me dentro da espiritualidade. Foi um ponto de viragem fundamental para mim, libertou-me. Passei a questionar tudo.
Desde que a "vacinação" para o covid passou a ser administrada a crianças que me tenho lembrado muito desta passagem bíblica; quando a ciência deixa de ser questionada passa a dogma, tornando-se uma espécie de religião. E quando os seguidores da Nova ciência lhe entregam os filhos, porque esta lhos pede, estão a fazer exactamente como Abraão. Infelizmente, nenhuma mão divina detém os pais no momento crítico, e já começam a surgir os meninos sacrificados; aconteceu domingo, um menino de 6 anos, saudável, morreu em Lisboa, por paragem cardiorrespiratória, após a dita vacina.
A professora da criança publicou, com o estatuto "a sentir-se destroçada", um desabafo no FB, conta que o menino lhe disse "ando cansado desde que tomei a vacina", e "passou a semana pálido, cheio de olheiras e a respirar mal"... É a minha terceira criança que passa mal com a vacina. A terceira foi letal".
Eu que tantas vezes tenho sido crítica com a classe docente, rendo homenagem a esta professora por vir a público fazer esta partilha, alertando os pais sobre a substância experimental que estão a permitir inocular nos filhos.
É um risco desnecessário, durante 2 anos de "pandemia" morreram apenas 3 crianças com covid por patologias graves associadas, o que significa que o sistema imunitário estava comprometido devido a comorbidades existentes e não funcionou. Mas quando as crianças e jovens são saudáveis, a imunidade combate o vírus com eficiência, não necessitando correr riscos com substâncias experimentais, sobre as quais as farmacêuticas não se responsabilizam, nem sequer o governo que as compra, disponibiliza e indica a toma. A responsabilidade é dos pais!
Esta é uma notícia pública mas receio que outras estejam a ser omitidas, por razões diversas, até escolha dos pais, como o caso de outro menino em Coimbra, de 7 anos, que apenas circula no meio, porque os pais não querem tornar o óbito do filho em notícia de jornal.
Que tudo isto sirva de alerta. Para muito mais sigam o PÁGINA UM, de um jornalista independente a fazer o trabalho que o jornalismo deveria fazer, investigar com isenção, informar com imparcialidade. Aqui.
quarta-feira, 12 de janeiro de 2022
"Jardinar salvou a minha vida"
segunda-feira, 27 de dezembro de 2021
Teste pcr de saliva
segunda-feira, 13 de dezembro de 2021
A última cartada
Há uns anos, uma pessoa próxima que tinha uma decisão para tomar procurou-me para a aconselhar, e para mim, francamente, a escolha entre uma opção e a outra foi claramente fácil; senti no momento que a pessoa não gostou da minha resposta, apesar de ter anuído. Mais tarde soube que também tinha procurado orientação junto de outra pessoa, e que essa lhe tinha respondido o mesmo que eu. O que faz ela? O contrário do que lhe tínhamos dito. No íntimo ela sabia o que queria, apesar de não ser lógico nem revelar bom senso, mas pretendia validação, não a conseguindo arriscou à mesma. Posteriormente, provou-se que nós tínhamos razão, as coisas não correram muito bem. Mas isso até não interessa nada para a moral desta história, que é: ninguém convence ninguém! E isso para mim foi uma lição marcante.
Quando defendo a minha opinião, seja sobre que assunto for, posso fazê-lo com um certo fervor, que poderá dar a impressão de que estou a querer convencer, mas não, tenho sempre presente que não sou eu a persuadir ninguém, é apenas a minha forma apaixonada de defender as minhas causas, por assim dizer. E esta história do covid é sem dúvida uma que acredito ser importante demais para me calar, sobretudo agora que as crianças passaram a estar na mira da seringa.
Há quem partilhe nas redes sociais casos de jovens e crianças que sofreram efeitos secundários graves, inclusive óbitos, após a picada; são tantos esses casos que nos parece impossível que as pessoas todas ainda não tenham conhecimento delas, porém, a maioria da população recebe informação apenas de uma fonte: televisão, e essa está controlada pela narrativa oficial, não divulgando nada que possa levantar dúvidas sobre a substância experimental.
Compreendo quem faz essas partilhas, que muitos consideram, mórbidas; as crianças, os filhos, são sagrados, se nem com isso conseguimos chegar à massa crítica dos adultos, estamos mesmo condenados. É o desespero de quem vê a fatalidade a desenvolver-se perante os seus olhos, sentindo-se rodeado por cegos.
Estas notícias estão a ser censuradas nas redes sociais, e não importa que sejam vídeos feitos por pais identificados a partilharem os seus próprios casos, a mostrarem fotos e vídeos dos filhos, do antes e do depois; pais que assumem ter vacinado os filhos por acreditarem no governo, na ciência, no médico, e quererem voltar "ao normal". Não são "negacionistas", não são "anti-vacinas", são pessoas que desde o início cumpriram o que lhes foi sugerido e imposto, acreditando estar a fazer o correcto. Mas, após terem vivido consequências dramáticas das suas escolhas querem alertar outros, prestando testemunho.
Esta é mesmo a última cartada, já originada pelo desespero, para levar as pessoas a questionarem a vacina cov19, pois mais sagrado do que os filhos não há, a defesa da nossa prole está impressa no nosso próprio adn.
Lembrem-se disto: a encomenda para as vacinas dos jovens dos 5 aos 11 estava feita antes da decisão da DGS, e esta dissolveu a primeira comissão que desaconselhava a vacinação para esse grupo, criando uma segunda comissão que se revelou pró-vacinação. Lembrem ainda, que em 20 meses de "pandemia" houve apenas 4 internamentos deste grupo etário, todos com comorbidades associadas. Não é, portanto, um grupo de risco!
Informem-se antes de levarem os vossos filhos à vacina; leiam e ouçam também aqueles que advogam o contraditório, isso é Ciência. E decidam.
segunda-feira, 29 de novembro de 2021
Perguntas sobre a pandemia