sábado, 10 de novembro de 2012

A pray for Portugal

Via
Parece que não mas está toda a gente contente com a visita da Srª Merkel .

O governo porque  vai mostrar ao país a responsável pela austeridade, que até vem cá pessoalmente, para verificar se marchamos ao toque de caixa alemã.

A oposição, que a elegeu, a par com o governo, como responsável da austeridade; porque esperam que a vinda dela provoque revolta social, e atinja desse modo o governo.

Os anárquicos, porque terão novamente oportunidade de fazer o que fazem melhor- destruir propriedade pública. Queimar contentores de lixo e agredir a polícia.

Os jornalistas, porque sem tumultos não há notícias, nem grandes cabeçalhos nos jornais.

Todos contentes por terem aqui o bode expiatório de uma situação que foi criada pelos portugueses, pelos políticos incompetentes e corruptos.

Enfim, o teatro de sempre, para enganar parolos.

Tenham um óptimo fim-de-semana, porque a segunda promete! 

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Dizer sempre a verdade



Que educar filhos é um dos grandes desafios da nossa vida já não é novidade, mas dentro desta classe, por assim dizer, há subclasses que apresentam graus de dificuldade, particularmente intimidantes.

Como por exemplo, ensinar os filhos a dizer a verdade, a serem sinceros.
Como em tudo, a melhor forma de ensinar é dando o exemplo, e eu sou uma das mães que se vangloria de dizer sempre a verdade aos filhos; se têm maturidade para perguntar, têm maturidade para ouvir a resposta, é o meu mote.

Mas o exemplo não termina na relação que tenho com os meus filhos; eles observam, atentamente, as minhas reacções e pensamentos expressos nas relações que tenho com os outros. Como de resto, fazem todas as crianças, com todos os pais. E se em determinadas situações, o meu comportamento é inequívoco, outras há, em que a bem da educação, da paz e tranquilidade, me calo ou adopto uma posição mais benevolente. 

É assim que a sociedade funciona, a sinceridade deve ser usada com peso e medida, evitando o risco de tornar a qualidade num defeito. Contudo, sendo esses exemplos mais subtis, escapam mais facilmente ao radar das crianças. Aliás, escapam também à maioria dos adultos, e o intuito é mesmo esse.

Recentemente, aquando da apresentação dos professores, na escola, um professor perguntou à Letícia, se tinha gostado de todos os professores; resposta pronta: - De todos, menos do Y!
( Glup…! O pai engoliu em seco)

Sinceridade e frontalidade são características da minha filha, isso é ponto assente. No entanto, ela já aprendeu há muito tempo, que tudo aquilo que pode ferir a sensibilidade das pessoas, não deve ser dito. É um limite, como muitos outros, que ela respeita. No entanto, esta é outra situação, é uma excepção, como tantas outras excepções à regra de dizer sempre a verdade e ser sincera.

E como “descalcei eu esta bota”…?

O que lhe disse foi que não deveria comentar sobre professores, aos outros professores, porque são colegas; ao que a Letícia me respondeu: - Mas o professor perguntou-me!
Óbvio, uma pergunta directa, merece uma resposta directa. (Bolas! Para além de excepções, ainda tenho que me debater com argumentos inteligentes e pertinentes!)

- Tudo bem, ele também não deveria ter feito uma pergunta dessas; de qualquer forma, ainda é muito cedo para conheceres os professores e saberes com quem simpatizas, não achas?

-Sim… respondeu ela pouco convicta. Ou porque duvidasse que a sua opinião mudaria, ou porque são regras a mais para gerir o que se diz e se cala. 

É difícil a tarefa dos educadores, mas também não é mais fácil a tarefa dos educandos!

Até breve!

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

A vitimização da 3ª idade

Via
Nos últimos Invernos, a notícia dos idosos que vivem na solidão tornou-se muito frequente; não contesto que aconteça com uma grande franja da população idosa, o que não aceito é que os idosos sejam vítimas da solidão.

Pronto, larguei a bomba.
Mas deixem-me explicar o que penso sobre este assunto tão polémico.
Segundo o que tenho visto, muitos idosos que vivem isolados estão apenas a viver em consonância com aquilo que foram durante a vida activa.

Pessoas egoístas, com muito mau-feitio, desconfiadas, que entraram em conflito com família, amigos e vizinhos, acabam naturalmente isoladas de todos. Quem está para aturar pessoas destas?! 
Aliás, tenho visto este tipo de pessoa, a preparar o terreno para viverem sozinhas durante a terceira idade; ainda não se deram conta, pois estão no mercado de trabalho, têm condições físicas para sair de casa e conviver com outros; porém, quando a situação mudar, não acredito que estes companheiros circunstanciais os procurem.

Não creio que pessoas que educaram os filhos com amor e cuidados, sejam deixadas ao abandono. Pode até acontecer, mas serão a excepção.
Assim como são excepções, as pessoas idosas que vivem em aldeias que entretanto foram abandonadas, seja por emigração, seja por morte dos habitantes mais velhos. Esses casos são realmente dramáticos, e a solidão dessas pessoas, de facto, muito desoladora. Contudo, nos casos que ouvimos na televisão, os idosos normalmente vivem em centros urbanos, em prédios, com vizinhos ao lado.
Não me parece que a indiferença das pessoas da cidade seja pretexto para justificar estas situações.

A solidão, por si mesma, não faz vítimas; as pessoas é que se vitimizam, isolando-se, numa forma de viver egocêntrica, virando costas a tudo e todos. Por isso, não será de estranhar quando a sociedade lhes responde da mesma forma. 

Tenham uma óptima semana!

sábado, 3 de novembro de 2012

Receita para o fim-de-semana: Muffins de frutos vermelhos do Jamie Oliver


Por muito tempo adiei experimentar esta receita, por acreditar que os meus filhos não fossem gostar destes muffins; é que não são muito adeptos de fruta nos bolos, no entanto adoraram! Acharam-nos deliciosos. E realmente são.

Muffins de frutos vermelhos
Ingredientes:
  • ½ chávena de açúcar amarelo
  • 4 colheres de sopa de manteiga amolecida
  • 1 ovo em temperatura ambiente
  • 1 chávena de farinha de trigo peneirada
  • 1 colher de chá de fermento em pó
  • ¼ de colher de chá de sal
  • ¼ de chávena de leite
  • 1 chávena de frutos vermelhos
Como fazer:
Aquecer o forno a 180º.
Bater o açúcar com a manteiga na batedeira até ficar um creme. Acrescentar o ovo e bater mais um pouco. Adicionar  a farinha, o fermento, o sal, batendo e adicionando o leite aos poucos. 
Envolver delicadamente e encher cada forminha, forrada com forma de papel, com 2 colheres de sopa bem cheias de massa. 

Fazer a calda com uma chávena de leite, meia de açúcar e uma colher de chá de essência de baunilha. Misturar os frutos vermelhos, e cobrir com esta calda os queques.
Levar ao forno a cozer.

Simples, e muito bons!

Um doce fim-de-semana!

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Abóbora de Halloween


Um concurso de abóboras para crianças torna-se complicado, se pensarmos em esculpir as abóboras. Crianças a manejar facas, a esculpir superficies tão duras como uma abóbora... não me parece!

Então esta alternativa da abóbora-múmia pareceu-me a ideal, para a Letícia.
Uma abóbora, ligaduras, olhos auto-colantes e alfinetes para segurar as ligaduras, é todo o material necessário.
Para nós esta abóbora já é uma vencedora. Não interessa o resultado do concurso. 

Para os olhos, encontrei esta dica muito gira, que já fica como proposta para os postais de Natal:

  
Via
Tenham um bom feriado!